Como se preparar para a maratona de provas do Enem e vestibulares

Confira dicas para os dias pré-vestibular, alimentação na prova e controle da ansiedade

Por Marcela Coelho | 19 out 2018, 10h20 – Publicado em 1 nov 2017, 10h54

Estudar antes da Prova

(Wavebreak/iStock)

 

Os finais de semana mais aguardados do ano por muitos estudantes estão batendo à porta. Dias 4 e 11 de novembro serão realizadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Logo após, dia 15 acontece a primeira fase da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em seguida, é a vez da primeira etapa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) em 18 e 25 de novembro, respectivamente.

Este mês será uma verdadeira maratona para quem vai prestar todos esses vestibulares. Para manter a calma na reta final de estudos e se preparar fisicamente e emocionalmente, é fundamental manter uma rotina regrada.

“O estudante precisa seguir uma rotina de estudos, de sono e alimentação. Esse não é o momento de passar noites em claro ou pular refeições para estudar. Isso é a pior coisa que pode ser feita para o equilíbrio emocional. Também é importante ter cuidado para não cometer excessos por causa da ansiedade”, aconselha a diretora do Colégio Stockler, Mariana Stockler.

Outra dica para as semanas que antecedem as provas é não acelerar no ritmo de estudos. De acordo com Mariana, o máximo que deve ser feito é continuar na mesma intensidade que já era seguida antes, desde que não leve o vestibulando à estafa.

Para os alunos que estão calmos e seguros em relação aos conteúdos dos exames, agora é a fase para se concentrar nos pontos da curva. “Nessa estratégia é preciso separar o que é dominado pelo estudante e o que ele sabe pouco. Ao se dedicar no que já sabe, os pontos das questões que cobrarem esses assuntos estarão assegurados. Já quando ele estuda o que não sabe, fica mais fácil de superar a dificuldade e garantir mais acertos por conta do esforço maior nessa etapa final”, diz à diretora.

Por outro lado, para o vestibulando que está tenso e inseguro, a melhor estratégia é fazer uma “varredura de tudo”, porém sem aprofundamentos. “Só para ele ter a sensação de familiaridade e não entrar em pânico ao achar que não entende nada”, fala Mariana.

Uma indicação que pode ser feita por todos que se preparam para a maratona é resolver edições anteriores da prova que vai prestar. “Mais do que aprender o conteúdo, isso dá um traquejo ao tipo de questão, mostra como o assunto é abordado e ajuda a traçar uma estratégia.”

No dia anterior à realização de um vestibular, a recomendação é descansar e se organizar para o exame. As dicas são: conferir o caminho que deve ser feito até o local do teste, separar os documentos obrigatórios e materiais que serão utilizados e pensar em quais lanches levar.

Mariana explica que todas essas pequenas atitudes são necessárias para que o estudante se sinta mais tranquilo e mantenha o controle da situação.

A diretora do Colégio Stockler ainda acrescenta: “Estudar na véspera de prova não deve ser feito de jeito nenhum. Para descontrair e relaxar, é importante assistir a um filme. Além disso, evitar atividades radicais que possam machucar”.

Alimentação

Comer bem faz parte da preparação do vestibulando. Isso significa que é importante fazer todas as refeições diárias, como café da manhã, almoço, janta e inclusive lanches leves intercalados.

Para o dia da prova a orientação é deixar de lado a feijoada e preferir alimentos mais leves e de fácil digestão. Segundo Mariana, uma boa pedida para consumir durante o teste são frutas, chocolates e muita água. Além de serem alimentos que dão energia, são de fácil manuseio. “Vale a pena investir na simplicidade e em comidas que o aluno já sabe que o organismo aceita.”

Ansiedade

Uma sensação muito comum entre os candidatos nessa época é a ansiedade. O problema é que se isso não for controlado, pode ocasionar até problemas físicos e refletir no resultado final.

“Caminhar é muito bom para controlar um pouco a ansiedade pré-vestibular, mas sem exageros. É só para transmitir bem-estar e ajudar a dormir. Fazer atividades ao ar livre e tomar um sol também costumam acalmar“, sugere Mariana.

Entretanto, caso ocorra uma crise de ansiedade no meio do exame, a principal dica é levantar, ir ao banheiro, jogar uma água no rosto, respirar fundo e comer alguma coisa. “Todos esses movimentos ajudam a serenar”, afirma à diretora.

Sucesso nas provas!

Fonte: Guia do Estudante

Estudar no Feriado

Feriados: hora de estudar ou descansar?

Saber aproveitar esse tempo livre pode ajudá-lo muito na hora da prova

Por Julia Di Spagna | 27 mar 2018, 15h12 - Publicado em 27 mar 2018, 14h51

Estudar no Feriado

(elenaleonova/iStock)

Os feriados costumam ser dias perfeitos para relaxar, colocar as séries em dia e, se possível, viajar. Mas essa não é a realidade de todos os jovens. Dois, três e até quatro dias sem precisar ir à escola ou ao cursinho, para muitos, não é sinônimo de descanso, mas de tempo extra para se dedicar àquela matéria atrasada, aos exercícios mais complicados ou para ler algum livro cobrado pelo vestibular. Mas será mesmo que essa é a melhor alternativa?

Para o coordenador do Poliedro, Vinícius Haidar, não existe um tempo determinado para se dedicar aos estudos ou relaxar: o importante é o equilíbrio. Isso quer dizer que nenhum feriado deve ser apenas de estudos ou de descanso.

“Uma boa estratégia é, nos feriados do começo do ano, quando o aluno acabou de voltar de férias e não está tão cansado, se dedicar mais aos estudos. Já nos recessos mais próximos das provas, o ideal é se organizar para estudar menos e descansar um pouco mais”, aconselha.

Enfrentar o dilema entre recarregar as energias ou não perder o ritmo de estudos é normal. Daniel Perry, coordenador do Anglo, afirma que, além do equilíbrio, é essencial que o estudante analise sua própria situação.

“Dependendo do ritmo de preparação que ele está levando, a prioridade deve ser o descanso. Entretanto, para quem quer uma universidade ou carreira mais concorrida, não há alternativa senão um estudo de alta intensidade. O descanso se torna secundário”, explica.

Nesses casos, os dias de folga das aulas podem ser extremamente produtivos. “Pode ser um momento para ele colocar em dia as tarefas atrasadas, fazer os exercícios em que sente mais dificuldade ou treinar com provas de anos anteriores da faculdade desejada”, completa.

Distração ou estudo?

Muitos filmes e documentários são indicados por professores para ajudar nos estudos, mas, segundo Vinícius, eles devem ser encarados mais como uma forma de descanso do que como uma fonte de informações. Daniel concorda: “Eles fornecem repertório, enriquecem os alunos com exemplos e vocabulário para que ele consiga estabelecer melhores analogias, por exemplo, mas é uma ilusão achar que vão substituir uma aula ou um texto efetivamente”.

Por estarem vivendo um período de muita cobrança, alguns também se sentem culpados ao deixar os estudos de lado por um tempo. Mas é importante respeitar seus limites. “Momentos de pausa precisam ser encarados não como uma perda de tempo, mas como uma estratégia. O aluno deve se cuidar para, nas vésperas das provas, não ficar muito ansioso ou estressado e isso atrapalhar o seu desempenho”, afirma o coordenador do Anglo.

Fonte: Guia do Estudante

Simulados do ENEM

Três dicas para aproveitar ao máximo os simulados para o Enem

Não adianta pegar a prova e responder de qualquer jeito!

Por da redação - Publicado em 25 maio 2018, 13h04 | Guia do Estudante

Simulados do ENEM

Você provavelmente já sabe: fazer simulados é importantíssimo para mandar bem na hora dos vestibulares e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

É por isso que o Guia do Estudante, em parceria com a Evolucional, oferece duas vezes por ano o Simulado Enem – uma prova online e gratuita que dá acesso a um relatório completo de desempenho e nota TRI (o mesmo sistema de correção utilizado pelo Enem). Acesse aqui.

Mas não é só pegar a prova e responder de qualquer jeito – algumas atitudes são necessárias para que essa estratégia realmente funcione. Veja as recomendações de cursinhos:

Cronometre – e respeite! – o tempo

Você precisa cronometrar o tempo para resolver o simulado – até porque, sem isso, ele vai virar só mais uma lista de exercícios. Gaste no máximo três minutos por questão (que é o tempo disponível no Enem) e lembre-se de que, na hora da prova, será necessário reservar um tempo para preencher o gabarito.

Simule as condições da prova

O simulado só vai ajudar se você se comprometer a levá-lo a sério e de fato simular um ambiente de prova. Nada de resolver na frente da TV ou ficar fazendo pausas quando estiver cansado ou com fome!

Separe os materiais necessários para a prova (os mesmos que você pretende levar para o Enem), inclusive os alimentos, procure um lugar sem distrações, guarde o celular (lembre-se de que você não poderá usá-lo durante a prova) e peça às pessoas que moram com você para que não o interrompam.

Para que tudo funcione, programe-se para fazer a prova em um dia em que você realmente tiver o tempo necessário para resolver as questões.

“Ao simular a situação real de prova, o aluno irá treinar o seu corpo e a sua mente para se concentrar por 4 ou 5 horas seguidas”, explica Alexandre Takata, professor e coordenador do Cursinho Maximize.

Use o resultado para organizar sua estratégia de estudos

Seus erros e acertos no simulado vão ser fundamentais para definir sua estratégia de estudos. Ao terminar a prova, analise com atenção seu desempenho e identifique seus pontos fortes e fracos.

“Com o resultado do simulado em mãos, é preciso entender o porquê de cada um dos erros e revisar esses assuntos”, aconselha Alexandre Takata. “Como os conteúdos cobrados se repetem ano a ano, se o aluno utilizar as provas anteriores como simulados e estudar a partir de seus erros, ele irá acertar mais questões na prova oficial.”

Seus estudos devem privilegiar os pontos fracos e deixar de lado aquilo que você já domina. Afinal, não é hora de perder tempo com coisas que não precisam ser estudadas!

Atente-se também ao modelo das questões que você errou. Veja se o erro se deve a uma falha conceitual ou se o problema está na forma como a pergunta foi feita – no seu tamanho, no seu vocabulário ou até na presença de gráficos, tabelas e mapas que você talvez tenha problemas em interpretar.

Leia também: 10 dicas de concentração nos estudos para mandar bem no Enem

8 séries recomendadas por CEOs brasileiros

Entre ficções e séries documentais, confira lista de indicações.

Redação, Administradores.com, 21 de setembro de 2018, às 15h40

Um bom líder é capaz de enxergar ensinamentos nos mais variados meios e aplicá-los em suas empresas. Pode ser um livro, filme, ou programa de tv: com uma boa visão, é possível extrair lições valiosas do objeto analisado. Pensando nisso, alguns CEOs brasileiros listaram suas séries de TV e filmes favoritos que inspiraram suas carreiras e modelo de gestão de pessoas.

1. Billions (Showtime)

"Essa é uma série estratégica, baseada em comportamento humano, psicologia, que mostra a influência do coaching e o foco nos resultados. Ela é interessante porque é inserida na realidade do mercado financeiro e, assim, mostra como todos esses itens podem ser aplicados no dia-a-dia dos nossos trabalhos. É a série que eu mais gosto e indico fortemente", Fabrício Martins, CEO e fundador da Indigosoft.

2. The Blacklist (NBC)

"Essa é para mim uma série que mistura comportamento humano, tecnologias e muito raciocínio estratégico que podem ser aplicados aos negócios", Martins.

3. Breaking Bad (AMC)

"Um pouco mais antiga, essa série me marcou muito porque ela explora profundamente a natureza humana. Conta a história de um professor, sem alternativa, que surgiu com um câncer e começou a produzir drogas e, por conta disso entra em um mundo completamente diferente. Com Breaking Bad podemos entender de uma forma ilustrada o que o ser humano é capaz de fazer em situações extremas, decisões que se tomam em um momento conflituoso e que você não tomaria antes, até passar por aquilo", Martins.

4. La casa de papel (Netflix)

"La casa de papel é um conteúdo que nos mostra, não só o poder absurdo de uma estratégia, nesse caso aplicada para o assalto de um banco, mas as dificuldades de implementá-la na maioria das vezes, por causa do comportamento humano. A série tem o contrabalanço da ação e reação. Por mais que você, como líder, tente prever tudo o que pode acontecer em um projeto, quando se trabalha com um time, muitas coisas podem fugir do seu controle ou se tornar inconsistentes. Além disso, ela traz a imensa importância de, como CEO, estar sempre um passo à frente". Martins.

5. Mayday! Desastres Aéreos (National Geographic)

"É uma série essencial para líderes porque mostra como agir em situações realmente críticas. Cada episódio recria com detalhes os momentos de luta por sobrevivência em acidentes de grande impacto. Ao assisti-la, você entende como ter autocontrole e segurança podem ser decisivos na sua vida", Camilo Stefanelli, CEO da Compaq Brasil.

6. A Segunda Guerra em Cores (Netflix)

"Uma série que mostra que estratégia precisa estar acima de tudo na rotina de um bom líder. É uma produção sensacional, em formato de documentário, que apresenta os momentos marcantes da Segunda Guerra Mundial – isso em cores e com alta definição", Stefanelli.

7. Vikings (History Channel)

"A série retrata em detalhes a cultura de um povo extremamente interessante, demonstra claramente que uma liderança forte e sonhadora, capaz de cativar e unir um grupo de pessoas para um único objetivo, consegue feitos nunca imaginados", Eduardo Bouças, CEO Global da BLOCKBIT.

8. Undercover Boss (CBS)

"A série teve uma versão brasileira com o quadro 'Chefe Espião', que veiculou no Fantástico. Nela, podemos perceber a realidade das áreas operacionais de uma empresa, identificar com mais sensibilidade nossos pontos fracos e desenvolver sempre um olhar humano e empático para com o próximo. Com isso, entende-se também de que uma empresa é feita de pessoas e nenhum CEO conquista nada sozinho", José Roberto Rodrigues, country manager da Adistec Brasil.

Mudança de Carreira

Como se preparar para uma mudança de carreira tardia

É possível ir por um novo rumo após os 30 ou 40 anos: para isso, é fundamental avaliar o mercado, construir uma rede de contatos e estudar bastante.

Por Abril Branded Content | 17 set 2018, 16h55

Mudança de Carreira

(Ravi Goel/iStockphoto)

David Pedrozza Júnior tem 48 anos e está mudando de profissão. Até janeiro deste ano, ele era policial militar. Nascido em Presidente Prudente, interior de São Paulo, se mudou para a capital do estado aos 19 anos, quando começou sua carreira na corporação. Chegou à patente de major. Até que alcançou os 30 anos de contribuição e se viu diante de um momento crucial de sua vida. Ele poderia seguir na Polícia Militar, buscando os postos de tenente-coronel e coronel. Mas, pela lei, já poderia se aposentar. David resolveu pedir a aposentadoria, se matriculou em um curso de compliance oferecido pelo Insper e mudou para uma nova área.

“Na PM eu alcancei uma carreira de sucesso. Queria saber se teria também na iniciativa privada”, diz. Não bastava abrir uma empresa de segurança, vigilância ou investigação, como viu muitos de seus colegas fazerem. “Isso não seria bem uma mudança de área. Já o compliance me ofereceu um outro horizonte.” Afinal, era uma maneira de aproveitar as habilidades desenvolvidas como policial para respirar ares completamente diferentes. “As duas atividades demandam ordem, princípios, disciplina. Mas agora estou numa função mais preventiva.”

A história de David não é rara. Muitos profissionais chegam à faixa entre 30 e 50 anos de idade dispostos a mudar a trilha corporativa. “Normalmente a pessoa está repensando a identidade pessoal e profissional e quer se reinventar”, explica Tatiana Angelotto, especialista em carreiras do Insper. “Vivemos em um mundo em que é possível experimentar atividades diferentes. Hoje podemos fazer essa virada a qualquer momento da vida.”

É possível, mas não é fácil. Para sair de vendas e se tornar headhunter, Gabriel Paié Alvez, de 33 anos, precisou estudar muito. “Fiz especialização em gestão de pessoas e negócios e em gestão da inovação no Insper, cursos de processos de counseling e coaching, estudos e análises de perfil comportamental e profissional. E fui atrás de tudo que pudesse servir de alguma forma para que eu alcançasse melhores perspectivas profissionais”, conta.

Nascido em São Paulo, Gabriel trabalhava com vendas desde 2010, quando se formou na faculdade de educação física. Percebeu que não era feliz. “Inicialmente, não fiz minha transição seguindo um plano, mas encontrei no meio do caminho maneiras de ajustar a rota para que eu pudesse encontrar satisfação no que fazia”, lembra. “Percebi que não importava em qual área estivesse, ia sempre estar infeliz se não conhecesse as minhas forças e se não as aplicasse para obter resultados gratificantes seguindo um objetivo claro.”

“Hoje podemos fazer essa virada a qualquer momento da vida” - Tatiana Angelotto, especialista em carreiras do Insper

Tatiana Montouro também estava insatisfeita. Paulistana de 37 anos, ela demorou para conseguir fazer a migração, de consultoria para auditoria em seguradora. “Já fazia um tempo que vinha pensando nisso. Percebi que não era aquele estilo de vida que queria ter no futuro”, recorda-se. Uma estratégia que ela utilizou foi se matricular no programa de MBA executivo em finanças do Insper. “Fui buscando outras oportunidades, conversando com pessoas que fizeram essa transição. O núcleo de carreiras da instituição me ajudou com algumas dicas de ações que eu poderia tomar para conseguir o que queria.”

4 passos

Para os profissionais que pretendem fazer uma transição bem-sucedida na carreira, Tatiana Angelotto, do Insper, lista quatro atitudes fundamentais:

  1. Fazer uma mudança por vez – “É mais difícil quando se tenta trocar de área, de segmento e de mercado”, diz Tatiana. “Fazer uma mudança de área dentro da mesma empresa, por exemplo, ajuda a entender se é isso mesmo que o profissional quer num ambiente a que ele já está habituado.”
  2. Aproveitar os conhecimentos adquiridos – Não é necessário abandonar todas as habilidades e a experiência acumuladas ao longo da trajetória profissional. “É recomendável buscar novas atividades que tenham pontos em comum com as atuais”, aconselha Tatiana.
  3. Gerar network – É importante, ao longo da transição, procurar por pessoas conhecidas no mercado em que se quer entrar. “Não basta simplesmente enviar currículos. O contato serve para criar relações de parceria e mentoria”, diz a especialista. Foi o que fez David. “Eu me lancei ao LinkedIn, mandei mensagens, e algumas pessoas responderam e estabeleceram contatos.”
  4. Estudar muito – Tatiana Angelotto explica que essas mudanças costumam acontecer em períodos de crise pessoal. Por isso, é importante fazer uma autoanálise antes de iniciar esse processo. Depois, conhecer a fundo o mercado em que se quer entrar, suas demandas, a rotina, os salários. Por fim, buscar cursos. “Se for um campo técnico, o profissional deverá estudar bastante. Caso seja uma posição mais generalista, vai precisar de conhecimentos na área de negócios. E para quem quer dar o salto para o empreendedorismo, será necessário aprender a gerir uma empresa.”

SOBRE O INSPER

O Insper é uma instituição independente e sem fins lucrativos dedicada ao ensino e à pesquisa nas áreas de administração, economia, direito, engenharia, marketing e políticas públicas. Tem como missão ser um centro de referência, explorando complementaridades nessas áreas. Suas atividades de ensino abrangem cursos para todas as etapas de uma trajetória profissional. Em seu campus, na Vila Olímpia (São Paulo, SP), oferece desde cursos de graduação (economia, administração e engenharia) até de pós-graduação (MBA, certificates, mestrados profissionais e doutorados) e de educação executiva (programas customizados e de curta e média duração).