Como encarar desafios e transformações profissionais?

Vivemos uma era hiperconectada, onde as pessoas consomem diferente, onde a propaganda não surte o mesmo efeito. Como enfrentar tantas barreiras e mudanças?

Fábio Bandeira de Mello, 23 de abril de 2018 (administradores.com)

Conhecimento. Essa é sua arma para encarar os constantes desafios e transformações que acontecem no mundo empresarial e também nas carreiras.

Nada é como antes. Vivemos uma era hiperconectada, onde as pessoas consomem diferente, onde a propaganda não surte o mesmo efeito.

Deixamos de ser meros receptores. Queremos nos relacionar mais, questionar mais, co-criar novos produtos e serviços. Compartilhar? Só aquilo que merece. Opinar? Sim, e sobre tudo.

A antiga relação patrão e trabalhador está fadada ao fim. O antigo Marketing nem funciona mais. As profissões mudaram, o profissional mudou.

Novos processos e tecnologias surgem a cada dia deixando tudo no presente obsoleto. Novas características e habilidades são necessárias para sobreviver a esse novo cenário.

Mas, como enfrentar tantas barreiras e mudanças?

Conhecimento. Essa é sua arma para encarar os constantes desafios e transformações que acontecem no mundo empresarial e também nas carreiras.

O texto virou vídeo para falarmos sobre o Administradores Premium, uma plataforma que é toda focada em conhecimento e ajuda nesta transformação. Vale a pena conferir.

Fonte: Administradores.com

Como voltar ao mercado de trabalho do jeito certo

Perder o emprego é um momento difícil. O período de transição pode trazer dúvidas, medos e incertezas.

voltar ao mercado de trabalh

A mudança na rotina e a falta do salário todos os meses na conta é o pesadelo de muitos – e voltar ao mercado de trabalho nem sempre é tarefa fácil. De acordo com um estudo realizado, em 2016, pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) com dados fornecidos pelo IBGE, após perder o emprego, o brasileiro demora, em média, oito meses para se recolocar no mercado de trabalho.

“A primeira coisa é não entrar em desespero. É importante entender que o momento de mudança pode trazer boas coisas. O profissional deve usar esse tempo para se conhecer melhor, investir na carreira e planejar a sua recolocação no mercado”, aconselha Bruno Cunha, headhunter e coach de carreira da Pontus Consultoria em RH. O ponto principal para retornar ao mercado de trabalho após um tempo parado é saber onde você quer estar. “O profissional deve buscar uma recolocação, posicionar-se no mercado de trabalho, para assim, voltar de maneira consciente e consistente”, diz Cunha. E tem mais:

1. Autoconhecimento

“Este período sem emprego deve ser compreendido como um momento para se conhecer melhor. Saiba o que gosta e tenha objetivos”, explica o coach. O profissional deve se fazer algumas perguntas: onde quero ir? Como quero chegar? Qual o meu objetivo? No que sou bom? Em que preciso melhorar? Quais os riscos? Quais as ameaças? Quando se sabe aonde quer chegar, a jornada por um novo emprego fica mais específica. O profissional consegue analisar o que falta nele para alcançar o cargo que almeja.

2. Conhecer o mercado de trabalho

Outro ponto importante para analisar qual é a melhor maneira de voltar ao mercado de trabalho é conhecê-lo. “A internet é sua aliada neste momento. Pesquise por empresa, leia sobre a sua área e tente conversar com profissionais que estão na ativa”, orienta Cunha.

3. Planejar a carreira

O planejamento deve ser visto e pensado como uma sequência de ações que vão conduzir o profissional até seu objetivo. É importante contar com a ajuda de um coach de carreira nessa etapa. Durante o processo, será possível detalhar o que deve ser feito para alcançar o emprego que almeja, montar suas estratégias e planejar o fluxo de ações. Aqui, podem estar cursos, aprimoramento de algumas habilidades, leituras importantes e até mesmo características pessoais que devem ser lapidadas.

4. Rede de contatos

A boa comunicação é fundamental para quem deseja uma recolocação no mercado de trabalho. Bons contatos pessoais e profissionais podem ser o que falta para que apareça a oportunidade perfeita. “Essa troca de experiências e informações com quem atua na área é fundamental para potencializar conhecimentos e crescimento profissional”, explica o coach.

5. Currículo e mídias digitais

O currículo é peça-chave para conseguir a tão sonhada vaga. “Mantenha-o sempre atualizado e compacto. Analise o que realmente precisa estar ali. Seja criativo também, você precisa se diferenciar e chamar atenção do recrutador neste momento. Deixe claro o objetivo, mencione a formação e os cursos realizados e resuma a experiência”, sugere Cunha.

Outra maneira de ser visto é estar presente no LinkedIn, a rede social de relacionamentos profissionais que já conta com mais de 500 milhões de usuários. Todo profissional em busca de oportunidades deve criar um perfil e mantê-lo atualizado. É também uma boa oportunidade para fazer networking, ou seja, conhecer melhor profissionais que atuam na área e trocar ideias.

6. Procurar ajuda profissional

Quem não sabe como dar o primeiro passo pode buscar um profissional com conhecimento e experiência para melhor orientação, como um coach de carreira. O profissional ajudará o cliente a traçar objetivos, definir metas e realizá-las de fato.

Fonte: Terra

Profissões que serão insubstituíveis no futuro

Nas próximas décadas, muitas das atividades que hoje são realizadas por pessoas serão automatizadas, gerando impactos significativos no mercado de trabalho do futuro.

Mas as mudanças que a automação trará ao mercado de trabalho não se limitam à extinção de profissões, ou a criação de novas formas de trabalho. Algumas profissões continuarão a cargo dos humanos, mas passarão por transformações.

Funções demasiadamente mecânicas e repetitivas são as que estão sob maior risco de passarem por uma disrupção tecnológica. Os seres humanos, no entanto, sempre vão desempenhar um papel-chave no centro dos processos de trabalho: as ocupações mais difíceis de automatizar serão sempre as que complementam o trabalho das máquinas e as que envolvem a gestão e o desenvolvimento de pessoas, a tomada de decisões, o planejamento estratégico e o trabalho criativo. Com mais de 200 milhões de visitantes únicos em todo o mundo por mês, o Indeed está equipado para identificar tendências e compreender as mudanças no mercado de trabalho enquanto elas acontecem. Na lista abaixo, estão elencadas cinco profissões onde o trabalho humano será transformado pela tecnologia, mas não superado por ela. Estas são áreas em que os jovens profissionais de hoje poderão prosperar e crescer junto com elas.

Recursos humanos

O talento está se tornando um bem cada vez mais valioso e, hoje, as empresas competem no nível internacional pelos melhores candidatos. Uma estratégia de RH orientada a dados já é parte integrante do sucesso empresarial, mas isso de forma alguma diminui a necessidade do julgamento humano para uma tomada de decisão assertiva. O profissional de RH do futuro se tornará cada vez mais estratégico, e também precisará combinar habilidades interpessoais e inteligência emocional com experiência em software e capacidade de análise. Os avanços em inteligência artificial (AI), automação e mobilidade evoluem o local de trabalho, a aquisição e a retenção de talentos. A boa notícia é que muitas dessas tecnologias, especialmente a AI, estão transformando a maneira com a qual identificamos e contratamos talentos, tornando o processo mais produtivo, eficiente e diverso. Ainda que esteja em um de seus estados iniciais, a AI já é capaz de conectar os candidatos aos empregos e, em um futuro próximo, ela será fundamental para ajudar as empresas a reterem funcionários e ajudarem os indivíduos a crescerem e alcançarem suas aspirações de carreira.

De acordo com o Indeed, a profissão mais promissora do setor atualmente é a de Recrutador, que cresceu 193% em número de vagas publicadas na plataforma entre 2016 e 2017. Outras profissões com destaque são: analista de recrutamento e seleção (aumento de 69%), analista de benefícios (68%) e gerente de Recursos Humanos (66%). No geral, as vagas na área de Recursos Humanos cresceu 8,65% no último ano.

Culinária

Algumas coisas nunca irão mudar, incluindo a nossa paixão pela comida preparada com cuidado e atenção. A comida preparada de forma mecânica nunca irá se equiparar a uma refeição que une criatividade, sensibilidade e conhecimento dos meandros do paladar. Na cozinha, as máquinas definitivamente não vão mandar: apesar de serem capazes de produzir em grandes quantidades, certas habilidades criativas, como a apresentação e a infusão de essências e sabores inesperados, são incapazes de serem replicadas tecnologicamente.

No Brasil, o setor de comida apresenta uma tendência bastante incomum: um aumento de mais de 66% no número de vagas abertas em 2017 comparado com 2016, e ao mesmo tempo uma queda de mais de 70% na procura pelas profissões ligadas ao setor. A posição de líder de cozinha teve um crescimento anual de mais de 96%, o que indica uma falta de profissionais altamente especializados no país. E especialização será a chave para o sucesso do profissional do setor no futuro: entre as posições mais difíceis de serem preenchidas, além de chefe de cozinha, estão profissões como padeiro, pizzaiolo, sushiman e confeiteiro.

Educação e treinamento

Educação e treinamento é mais uma área em que continuamos a ver uma forte demanda, especialmente nos países em desenvolvimento e nas economias emergentes, onde existe demanda reprimida. Enquanto isso, a explosão da aprendizagem online e da educação continuada abrem novas possibilidades e criam novas profissões ligadas ao setor. A constante qualificação do indivíduo, nos aspectos acadêmico, profissional ou pessoal tem se tornado uma necessidade e o ensino à distância é um facilitador nesse processo.

A tecnologia será companheira inseparável do aluno do futuro, mas a transmissão e criação de conhecimento continuarão a depender da ação humana direta. No Brasil, entre 2016 e 2017 o número de vagas ligadas à educação, em suas mais diversas formas – de pedagogos e professores de línguas a instrutores de educação física – cresceu quase 10%. Por outro lado, a busca por esse tipo de emprego caiu cerca de 15%.

Marketing e comunicação

As máquinas fazem muitas coisas bem, mas descobrir ideias novas de forma independente ainda não é uma delas. As profissões criativas, que se concentram na complexa interação de ideias, palavras e imagens com valores culturais e sociais compartilhados, também irão prosperar no futuro. A inteligência social e a alfabetização de novas mídias são habilidades fundamentais a serem cultivadas por quem quer trilhar o caminho da comunicação.

Recentemente, as áreas de marketing digital e relações públicas têm experimentado um crescimento substancial, e provavelmente continuarão a fazê-lo, especialmente em mercados emergentes onde estas profissões ainda não estão plenamente desenvolvidas. De acordo com o Indeed, o número de vagas abertas na área de marketing digital cresceu 75% entre 2016 e 2017, enquanto a procura pela área cresceu 69%. Na área de relações públicas, o aumento foi ainda maior: certas posições, como auxiliar de relações públicas, chegaram a dobrar a quantidade de vagas abertas nesse período. A busca por vagas destes segmentos nos níveis de estagiários, auxiliares e analistas cresceu significativamente. O profissional de comunicação e marketing do futuro precisará de profundo conhecimento tecnológico, à medida que mais e mais nos comunicamos por canais virtuais. Mas quanto mais cresce a importância da inteligência de máquina para a profissão, cresce em igual medida a necessidade de uma sensibilidade inerentemente humana.

Profissionais da saúde

Avanços médicos, dietas saudáveis, melhores condições de vida e cuidados com a saúde resultaram em uma expectativa de vida mais longa. O setor da saúde continuará a crescer e a se adaptar a uma população global que espera viver mais e melhor. O setor de saúde

está longe de se tornar automatizado; é composto por carreiras que tem como centro as pessoas. O sucesso nessas carreiras está atrelados à fortes habilidades interpessoais, bem como dedicação e paciência, que dificilmente serão substituídas por máquinas em um futuro próximo. De acordo com a classificação de dados do Indeed, uma vaga aberta há mais de 60 dias é considerada como difícil de ser preenchida. Por conta das características específicas necessárias para atuar como profissional de saúde, já nos dias de hoje mais de 10% das vagas em áreas como enfermagem são consideradas difíceis de serem preenchidas. O envelhecimento da população, atrelado à necessidade inerente de contato humano que a área requer, faz dessa uma das áreas de atuação humana com maior potencial de crescimento no futuro próximo.

Fonte: RevistaNews

Cuidado com esta regra para não passar vergonha ao falar inglês

Brasileiros tropeçam em uma das regras mais famosas, simples e importantes de inglês

Vergonha ao falar inglês

Vergonha: professor cita a regra que brasileiros mais erram (lofilolo/Thinkstock)

Quando você começa a estudar inglês, em poucas aulas vai aprender uma das regras mais famosas, simples e importantes desse idioma: a conjugação do verbo no presente da terceira pessoa do singular.

Acontece que essa também é uma das regras que os brasileiros mais erram!

Todos os dias, quando falamos português, conjugamos os verbos em muitos tempos diferentes, e na maioria das vezes não temos dificuldade com isso. As variações são tantas e a gente quase nem se dá conta disso. Olha só como o verbo “trabalhar” muda para essas três pessoas no tempo presente:

Eu trabalho

Nós trabalhamos

Eles trabalham

Agora repare como fica o mesmo verbo em inglês (“work”), também no presente:

I work

We work

They work

Muito mais fácil, não acha? O verbo simplesmente não muda, ele continua igual.

Mas nem sempre é desse jeito, e é aí que os alunos costumam errar. O verbo vai se manter o mesmo para todas as pessoas no presente, menos com he, she e it (usado para coisas e animais): sempre que você estiver falando de uma outra pessoa, você vai acrescentar a letra “s” no final do verbo.

Eu trabalho >> I work

Ela trabalha >> She works

Essa regra é muito importante e não deve ser negligenciada. Pare e pense por um minuto: o que você acharia de um estrangeiro que dissesse, em português, “o meu irmão ir ao trabalho de carro”? Pois é, esquecer de colocar o “s” no final do verbo é cometer esse mesmo erro.

Leia também: Faça aulas de inglês online personalizadas de acordo com seus interesses!

Por isso, não se esqueça: sempre que você falar de uma outra pessoa em inglês, no presente (porque passado e futuro é outra história), você vai colocar a letra “s” no final do verbo. Mas cuidado: isso só se aplica se você estiver falando de apenas uma pessoa, porque se for mais de uma será plural (they):

Bob works in a restaurant.

Susan works in a restaurant.

Bob and Susan work in a restaurant.

E, para finalizar, lembre-se dessas regrinhas de escrita:

1. Se o verbo terminar em “consoante + y”, você substitui o “y” por “ies”:

Eu estudo >> I study

Ela estuda >> She studies

2. Mas se o verbo terminar “vogal + y”, você apenas acrescenta o “s” normalmente:

Você compra >> You buy

Ele compra >> He buys

3. Verbos terminados em O – S – SH – CH – X recebem “es”:

Nós vamos >> We go

Ele vai >> He goes

4. O verbo “have” muda e fica “has”:

Eu tenho >> I have

Ela tem >> She has

Fonte: EXAME.com

Hábitos com o dinheiro que dizem muito sobre o seu perfil profissional

Hábitos com o dinheiro que diz muito sobre o seu perfil profissional

Hábitos financeiros

Os hábitos têm o poder de falar muito sobre a vida em diferentes campos dela, principalmente na carreira de uma pessoa. O impacto negativo no trabalho devido aos problemas financeiros e a forma como se lida com o dinheiro, tem alguns pontos característicos recorrentes. O especialista em planejamento financeiro Leandro Trajano destaca. “Cuidar bem do dinheiro mostra ao empregador e ao mercado de trabalho que você é responsável com algo pessoal e assim terá mais chances de ser com o trabalho e sua carreira também. Já o contrário irá gerar desconfiança do mercado em você como profissional”, explica.

Alguns deles:

Gastar mais do que se ganha: essa é a premissa da organização financeira, saber quanto entra todo mês e quanto você está gastando. “Uma pessoa que não sabe quanto recebe e quanto gasta, pode ter problemas para chegar no horário de entrada no trabalho ou das reuniões”, alerta o especialista.

Não pagar as contas em dia: não ter um controle de vencimentos das contas do mês e consequentemente sempre pagar juros pelos atrasos, pode significar que o profissional também terá dificuldades para entregar os projetos no prazo, ocasionando problemas no planejamento da empresa e com os clientes.

Usar o crédito de forma descontrolada: o cartão de crédito é um grande vilão para as finanças pessoais se usado sem responsabilidade. “Muita gente acha que o cartão de crédito é uma renda a mais, uma extensão do salário, e acabam por abusar e se endividar. Para o seu empregador, isso pode passar a imagem que você também não ira cuidar bem dos recursos da empresa”, explica Leandro.

Pegar empréstimos de forma inconsequente e sem uma análise coerente: neste quesito o educador faz o alerta de que este comportamento pode passar ao mercado de que você não irá tomar ações estratégicas e conscientes que envolvam projetos e compras com o dinheiro da empresa.

Em geral, pessoas com problemas financeiros, seja ele qual for, se não tiverem um bom suporte e orientação, tendem a ter problemas também em casa, fechando um circuito crítico e de peso na vida pessoal, familiar e profissional. “É uma fase que exige muito equilíbrio e organização. Análise e frieza para que o problema não se agrave, pois infelizmente poucos se dão conta que a situação no emprego pode ficar mais crítica e que se não for possível seguir na empresa, o problema financeiro tende a se potencializar”, alerta o especialista.

Fonte: Administradores.com