Michael Page

Ganhando até R$ 25 mil, estes 2 tipos de gerentes estão em alta no mercado

Crescimento do setor de franquias é responsável pelo crescimento na demanda de dois profissionais, segundo dados da consultoria Michael Page.

Por Camila Pati | 16 jul 2018, 15h00 (exame.abril.com.br)

Michael Page

Gráficos: expansão do setor de franquias fez dobrar procura por gerentes em duas funções (Sitthiphong/Thinkstock)

O crescimento do setor de franquias no Brasil está impulsionando a cadeia de profissionais ligada a ele, mas dois tipos de gerentes, em especial, estão em alta no momento: os de expansão e os de operação de franquias.

Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) indicam que o setor de franquias no Brasil cresceu 5,1 % no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Os bons resultados da área de franquias não são exclusivos dos primeiros meses de 2018. O aumento na procura por gerentes de expansão e de operação de franquias, por exemplo, foi registrado durante todo o primeiro semestre, pela consultoria de recrutamento Michael Page, especializada em cargos de alta e média gerência.

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“É no Brasil inteiro. Empresas instaladas no Sudeste e que estão expandindo para extremos no Nordeste, Norte e Sul do país querem gerentes de expansão enquanto os gerentes de operação tem sido mais recrutados para o Sudeste”, explica Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A capacidade para fazer a interlocução entre empresa e investidor é o ponto chave nesses gerentes. Com novos investidores chegando ao setor de franquias, a capacitação para planejar, orientar e administrar a expansão e a operação ganhou destaque. Os segmentos de alimentos, moda, cosmético e educação são os que mais requisitam esses profissionais.

Quem tem ao menos dez anos de experiência e está em dia com as tendências e necessidades do consumidor sai na frente na disputa por uma vaga. A visão e a aptidão para o varejo são prioridades para as empresas tanto no recrutamento dos líderes de expansão, quanto para os de operação. No entanto, para lá do DNA varejista, há certas peculiaridades nas funções, de acordo com Fidelis.

Gerentes de expansão têm a responsabilidade de abertura de mercados por isso a questão de networking é essencial. “São pessoas que já têm relacionamento com associações do setor de franquias e com shoppings”, destaca.

Competências de negociação que permitam ao gerente de expansão fechar acordos, muitas vezes, complicados são também características procuradas.

Gerentes de operação de franquias geralmente são profissionais que crescem na carreira de gerente de lojas e se tornam aptos a assumir operação de muitas lojas.

A remuneração de um gerente de expansão e operação de franquias pode variar de 15 mil reais a 20 mil reais com acréscimo de variável por abertura de loja e bonificação, mas o gerente da Michael Page já viu empresas oferecerem salários de até 25 mil reais a profissionais de nível sênior.

Muito embora haja bons profissionais disponíveis no mercado, uma competência rara entre eles é ligada à governança e aos processos de compliance.

“Ainda são muitas empresas familiares dominando o setor de franquias e os profissionais não vêm com os limites muito bem definidos a respeito do que pode e do que não pode, já que o que impera nesses ambientes, em grande parte dos casos, é a visão do dono da empresa”, afirma.

Assistir aos jogos da Copa no trabalho causa demissão por justa causa?

O que acontece com quem é flagrado assistindo jogo da Copa do Mundo? Advogadas respondem.

Por Camila Pati | 14 jun 2018, 09h56 – EXAME.com

Copa no trabalho

marcelo-se-desespera-no-jogo-entre-brasil-e-alemanha-na-copa-do-mundo (Francois Xavier Marit/ Pool/Getty Images/Getty Images)

A partir de hoje, a bola rola na Copa do Mundo da Rússia fazendo com que a concentração de muita gente saia de campo no trabalho.

Com a maior parte dos jogos durante o horário de expediente no Brasil, há quem já esteja com tudo pronto para acompanhar as partidas olhando para a tela do smartphone.

Vale lembrar que embora muitas empresas façam concessões, elas não são obrigadas a dispensar seus funcionários nem durante os jogos da equipe do técnico Tite, já que neste ano nenhum estado ou cidade do país decretou feriado em dias de jogos da Seleção Brasileira, como ocorreu na Copa do Mundo de 2014, aqui no Brasil.

Resta aos aficionados por futebol a argumentação para convencer o chefe a liberar a equipe durante os jogos. Usar o banco de horas pode ser uma opção em empresas que não optarem pela dispensa.

Aos que não pretendem perder uma só partida, atenção, pois ser flagrado assistindo a jogo da Copa durante o trabalho pode render, ao amparo da lei trabalhista, de advertência a justa causa, dependendo do cargo ou profissão.

Advertência porque o chefe que notar o funcionário prestando mais atenção ao jogo do que às suas atividades pode interpretar a falta como desleixo”, “má vontade” e “descaso” do empregado no desempenho das funções, diz Priscila Schweter, sócia do Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Falta de atenção ao trabalho aparece sob o nome de desídia no artigo 482 da CLT.

“Se aplicássemos a regra literal da lei trabalhista, o empregado que, em seu expediente, deixa de lado suas tarefas para se dedicar a outra atividade, como, por exemplo, assistir ao jogo da Copa, se encaixaria na desídia”,

explica a advogada Carla Blanco, do escritório Filhorini, Blanco e Carmeline.

Desídia pode render justa causa em situações em que o funcionário não pode perder a atenção ao trabalho. “Como um médico de UTI, um bombeiro que deixa seu posto para ver futebol, um motorista de ônibus público que deixa a viagem para assistir TV”, diz Carla.

Leia também: 4 táticas para evitar (ou adiar) a demissão

Não sendo uma atividade de requer atenção completa todo o tempo, a falta pode ser considerada leve. “Ocorre que a prática de faltas “leves” reiteradas, pode levar à aplicação de suspensão, e até mesmo da justa causa”, diz Priscila.

Já a demissão sem justa causa não precisa ser fundamentada, e tampouco pode ser questionada pelo empregado.

“Ser pego assistindo jogo da Copa durante o expediente, sem que haja autorização para isso, pode gerar a desaprovação do empregador, que poderá, sim, efetuar a dispensa sem justa causa”,

diz a sócia do Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Fonte: exame.abril.com.br

Produtividade

4 maneiras mais produtivas para aproveitar o tempo de folga

Especialista mostra formas diferentes de aproveitar o tempo livre - sem muito esforço ou planejamento

Produtividade: essas práticas trazem mais felicidade e leveza

Produtividade: essas práticas trazem mais felicidade e leveza (AntonioGuillem/Thinkstock)

Para fugir do estresse cotidiano não é necessário que o destino final seja uma ilha remota. Na verdade, segundo Elizabeth Grace Saunders, coach de gerenciamento do tempo escreve para a Harvard Business Review, muitas pessoas ficam exaustas só de pensar no planejamento – e do investimento – que uma grande viagem requer.

A especialista defende tirar “mini-férias”, reservando algumas horas ou até dois dias livres nos finais de semana para fugir da rotina sem adicionar mais tarefas ao dia a dia corrido.

Testando em sua rotina, ela disse que a prática traz mais felicidade e leveza. Para quem se sente exausto, parar por apenas algumas horas para se desligar com certa regularidade pode ter benefícios à saúde no longo prazo. (Veja também: Adicione o CryptoTab ao seu Navegador e comece a ganhar Bitcoins)

Confira com as quatro formas mais produtivas para aproveitar o tempo de descanso:

Dois dias

Viagens de final de semana e para lugares próximos são uma opção econômica e sem as preocupações a mais do planejamento necessário para um longo período fora.

Não é preciso escolher o local com cuidado ou fazer um roteiro detalhado, apenas uma jornada de algumas horas para um destino diferente pode refrescar a mente e recarregar a energia.

Um dia

Todo mundo tem aquela lista de tarefas que nunca se resolvem. E resolver até o menor dos problemas pode trazer grande alívio para seu cotidiano. Quem não gosta da sensação de missão cumprida?

É importante que as tarefas não tenham relação com o trabalho, mas com a vida pessoal. É um tempo para cuidar de si mesmo: marcar manicure, cabeleireiro, organizar a casa ou escolher móveis novos. Tudo pode ser feito sem pressa e vai significar uma pendência menos no caminho.

Algumas horas

Quando foi a última vez que você viu aquele amigo querido? Ou que saiu com seu parceiro sem as crianças? Com o tempo, fica difícil equilibrar o tempo dedicado à família, aos amigos e ao trabalho. Pensar ativamente no tempo de folga como uma oportunidade para socializar ajuda a encontrar um equilíbrio.

Enquanto trabalha

Pode parecer estranho, afinal você ainda estará trabalhando. No entanto, quem tem a opção de trabalho remoto pode se beneficiar com a mudança de ambiente. O escritório pode ser estressante por si só, com colegas fazendo barulhos, reuniões de última hora e o local fechado.

Além de ganhar o tempo gasto no transporte para o trabalho, encontrar um lugar calmo e ao sol para trabalhar é relaxante.

Fonte: EXAME.com

Trabalhar com o que ama

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que "não cabe mais" na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir.

Aline Salvi*, Administradores.com, 

Trabalhar com o que ama

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do "habitual".

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar "o que queremos ser quando crescer". Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, "viver é difícil e perigoso". E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos "levados" a realizar os sonhos "não realizados" de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de "trabalho" que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que "não cabe mais" na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida.

Leia também: 17 coisas que não te contaram sobre fazer o que ama

*Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

Estas empresas são as mais desejadas pelos estudantes de TI no Brasil

Google é a empresa que está no topo do ranking da Universum, que contou com a participação de mais 2 mil estudantes de TI no Brasil

Estudantes de TI

Tecnologia da informação: estudantes miram Google como empregador ideal (Foto/Thinkstock)

O sonho de trabalhar no Google é partilhado por mais de 60% dos 2.069 estudantes de cursos na área de tecnologia da informação no Brasil consultados pela Universum. A pesquisa está publicada no site da consultoria.

A gigante de tecnologia também é a empregadora mais citada pelos estudantes de administração de empresas e a segunda preferida pelos universitários da área de engenharia, conforme rankings publicados com exclusividade pelo Site Exame nesta semana.

Para além dos mimos oferecidos aos funcionários – como, por exemplo, geladeira aberta, sala de jogos e área de lazer no escritório – Daniel Borges, gerente de atração de talentos para a América Latina do Google, atribui a enorme atratividade da empresa às ações geradas a partir das demandas que surgem da própria equipe, durante pesquisas de clima organizacional.

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Em entrevista ao Site Exame, por email, o executivo citou algumas das iniciativas tomadas com base nos resultados das consultas aos funcionários: aprimoramento de gestores, do ambiente de trabalho, de processos, de iniciativas de bem-estar e desenvolvimento de carreira .

A Universum também investigou quais são as indústrias que mais atraem os jovens da área de TI, quando o assunto é trabalho. Setores se software, hardware e os bancos são os três setores preferidos. Confira a tabela:

Indústria Percentual de estudantes que escolheram
Software,serviços informática e multimídia 80,6
Tecnologia de hardware e equipamento 29,1
Bancos 17,5
Aeroespacial e defesa 15,4
Telecomunicações e redes 12,2
Consultoria de gestão de estratégia 7,2
Setor público e de agências governamentais 7,2
Mídia e publicidade 4,3
Engenharia industrial e manufatura 3,8
Serviços financeiros 3,8
Logística (inclui setor naval) 3,7
Automotiva 2,7
Energia 2,1
Contabilidade e auditoria 1,4
Construção civil e engenharia 0,3

André Siqueira, VP de Américas e head da América Latina da Universum, destaca o crescimento da atratividade de bancos como o Itaú e o Santander para os estudantes de TI. “Em 2015, o Itaú era a 20ª empresa da lista de empregadores mais atrativos. Neste ano está em 15º. O Santander era 38º em 2015 e hoje é o 23º empregador mais citado pelos estudantes de TI.

Na área financeira, um dos destaques dos rankings deste ano é o Nubank que passou entrou para o top 10: de 13º em 2017 passou para o 8º lugar. Mais 15% dos estudantes de TI citaram a fintech como empregadora ideal.

Confira a lista completa com as 50 empresas dos sonhos:

Empregador Percentual de estudantes que escolheram a empresa Ranking 2018 Percentual de estudantes que escolheram a empresa Ranking 2017
Google 63,85% 1 61,46% 1
Microsoft 47,77% 2 50,07% 2
Facebook 30,08% 3 28,30% 4
Apple 29,46% 4 33,79% 3
Netflix 26,69% 5 22,00% 7
IBM 25,74% 6 26,71% 5
Intel 22,71% 7 22,43% 6
Nubank 15,04% 8 8,32% 13
Dell 14,92% 9 16,11% 8
Oracle 12,81% 10 15,96% 9
Samsung 12,81% 11 13,83% 10
Sony 12,37% 12 13,08% 11
Governo Federal 10,77% 13 10,29% 12
TOTVS 7,69% 14 7,69% 14
Itaú Unibanco 7,10% 15 5,27% 17
Banco do Brasil 5,59% 16 7,21% 15
Cisco Systems 5,23% 17 5,64% 16
Lenovo 4,99% 18 4,22% 20
Uber 4,88% 19 2,71% 24
Banco Bradesco 4,11% 20 3,86% 22
Petrobras 3,75% 21 4,28% 19
Rede Globo 3,62% 22 3,96% 21
Santander 3,07% 23 2,57% 25
Embraer 2,78% 24 1,86% 30
LATAM Airlines 2,39% 25 1,45% 34
Accenture 2,21% 26 1,60% 31
Honda 2,16% 27 1,43% 35
Nike 2,07% 28 2,07% 29
The Coca-Cola Company 1,81% 29 2,36% 27
Ambev 1,72% 30 2,37% 26
Nestlé 1,70% 31 1,40% 36
Bosch 1,55% 32 1,23% 41
BMW Group 1,52% 33 2,95% 23
Toyota 1,49% 34 1,57% 32
Banco Safra 1,43% 35 1,26% 38
Cielo 1,41% 36 0,86% 50
PepsiCo 1,41% 37 0,83% 53
HEINEKEN 1,40% 38 1,49% 33
Hewlett Packard Enterprise 1,37% 39 2,10% 28
Siemens 1,36% 40 1,16% 45
General Motors 1,18% 41 1,18% 42
Bayer 1,15% 42 0,66% 62
GOL Linhas Aéreas 1,15% 43 0,98% 49
Red Bull 1,12% 44 1,00% 48
Vale 1,02% 45 1,17% 44
Volvo Group 1,00% 46 0,50% 67
Bank of America (BofAML) 0,95% 47 0,71% 59
Walmart 0,92% 48 1,25% 39
adidas 0,90% 49 0,73% 58
J.P. Morgan 0,84% 50 0,39% 78

Fonte: EXAME.com