Estudo aponta 30 profissões que estão surgindo com a indústria 4.0

Estudo aponta 30 profissões que estão surgindo com a indústria 4.0

Trabalho do Senai identificou ocupações em oito áreas mais impactadas

Carolina Gonçalves, Agência Brasil, 5 de julho de 2018, às 14h12 (administradores.com.br)

Estudo aponta 30 profissões que estão surgindo com a indústria 4.0

Não há dúvida de que a corrida tecnológica vem impactando fortemente as profissões em diversos países do mundo, criando, inclusive, novas atividades para atender a uma demanda crescente do mercado que busca se atualizar frente aos concorrentes. No Brasil, instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), responsável pela formação profissional, confirmam a tendência dessa revolução.

Baseado neste cenário, estudo divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Senai mostrou que 30 novas profissões vão surgir ou ganhar mais relevância com a chamada indústria 4.0, conceito relacionado às chamadas fábricas inteligentes, da quarta revolução industrial, determinada pelas tecnologias digitais, como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

Uso de robôs na indústria

As novas profissões foram identificadas em oito áreas que o estudo realizado pelo Senai considera com aquelas que serão mais impactadas pelas novas tecnologias relacionadas à indústria 4.0: setor automotivo; alimentos e bebidas; construção civil; têxtil e vestuário; tecnologias da informação e comunicação; máquinas e ferramentas; química e petroquímica; e petróleo e gás.

Entre essas profissões estão as de mecânico de veículos híbridos e mecânico de telemetria (automotivo); técnico em impressão de alimentos (alimentos e bebidas); técnico em automação predial (construção civil); engenheiro em fibras têxteis (têxtil e vestuário); engenheiro de cibersegurança especialista em big data (tecnologia da informação); projetista para tecnologias 3D (máquinas e ferramentas); técnico especialista no desenvolvimento de produtos poliméricos (química e petroquímica); e especialista para recuperação avançada de petróleo (petróleo e gás).

Setor automotivo

O trabalho do Senai destaca que o potencial transformador é maior em alguns setores, entre eles o automotivo. A explicação está no desenvolvimento de tecnologias como a dos carros híbridos e a evolução de ferramentas veiculares como os computadores de bordo, cada vez mais utilizados pelos fabricantes como um atrativo de vendas e comodismo para o motorista. A expectativa é que tecnologias como robótica colaborativa e comunicação entre máquinas por meio da internet das coisas impactem tanto as etapas de concepção quanto as de produção da área automotiva.


Estudo do Senai aponta 30 profissões que surgirão ou serão reforçadas com a indústria 4.0 (Senai/Reprodução)

É o caso da mão de obra que será exigida para lidar com o computador de bordo, por exemplo. Este sensor responsável pelo monitoramento de dados dos carros, como aceleração, temperatura do motor e do ar, oferece aos motoristas instrumentos para regulagem e programação de velocidade e estimativas de tempo de viagem. É o mecânico especialista em telemetria que programa esses computadores, faz diagnóstico e reparos das redes eletrônicas. Ao ouvir representantes de empresas, de sindicatos de trabalhadores, de universidades que atuam ou estudam esse segmento, o Senai projetou que, nos próximos dez anos, 31% a 50% das empresas do segmento demandem profissionais com esta especialização.

“Preciso estar qualificado”

Já em 1990, bem antes das projeções atuais, o técnico eletrônico Luis Marcelo da Silva teve o primeiro contato com um robô quando trabalhava na empresa ATH Albarus, em Porto Alegre, mas foi em 2000, já na GM da capital gaúcha, que trabalhou diretamente com a robótica. “No início, ninguém entendia muito de robótica, pois era o início da GM e por aqui não era tão comum o uso de robôs nas fábricas. Vinham técnicos de São Paulo e representantes dos fornecedores de equipamento que foram nos passando o conhecimento no dia a dia e com cursos. Com o tempo, fomos nos acostumando com o equipamento”, afirmou.

Mesmo trabalhando 18 anos na área, Luis Marcelo somente entrou no Senai bem mais tarde, se formando em tecnólogo de automação industrial em 2016. Hoje, aos 46 anos, Luis Marcelo trabalha em uma empresa de engenharia multinacional espanhola, apontada como líder na indústria automobilística europeia – Gestamp Automoción – em Gravataí, também no Rio Grande do Sul. “Preciso ficar bem qualificado para qualquer vaga de emprego. O futuro na área de robótica é um caminho sem volta e a profissão de robotista vai se ampliar cada vez mais, assim como em outras áreas ligadas à tecnologia”, avaliou.

Tecnologia da informação

Outro setor que está no centro da quarta revolução industrial é o de tecnologias de informação e comunicação. A segurança no mundo digital tem recebido atenção especial em todo o mundo, principalmente, quando se trata de redes sociais e armazenamento de informações estratégicas em nuvem. Segundo o Senai, esta tem sido apontada como uma das maiores preocupações dos empresários. E isso acende uma luz na formações como a de engenheiro de cibersegurança e analista de segurança e defesa digital.

As tendências profissionais do setor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) transpassam setores econômicos e refletem em mudanças e necessidades de aperfeiçoamentos de profissionais que atuam neste segmento em qualquer área. Além de apontar profissões já presentes do mercado, como as de técnico em desenvolvimento de sistemas e técnico em redes de computadores, o levantamento destaca novas atividades como a de analista de internet das coisas (IoT), com uma tendência de aumento da demanda por esses profissionais em torno de 11% a 30% nos próximos dez anos.

Michael Page

Ganhando até R$ 25 mil, estes 2 tipos de gerentes estão em alta no mercado

Crescimento do setor de franquias é responsável pelo crescimento na demanda de dois profissionais, segundo dados da consultoria Michael Page.

Por Camila Pati | 16 jul 2018, 15h00 (exame.abril.com.br)

Michael Page

Gráficos: expansão do setor de franquias fez dobrar procura por gerentes em duas funções (Sitthiphong/Thinkstock)

O crescimento do setor de franquias no Brasil está impulsionando a cadeia de profissionais ligada a ele, mas dois tipos de gerentes, em especial, estão em alta no momento: os de expansão e os de operação de franquias.

Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) indicam que o setor de franquias no Brasil cresceu 5,1 % no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Os bons resultados da área de franquias não são exclusivos dos primeiros meses de 2018. O aumento na procura por gerentes de expansão e de operação de franquias, por exemplo, foi registrado durante todo o primeiro semestre, pela consultoria de recrutamento Michael Page, especializada em cargos de alta e média gerência.

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“É no Brasil inteiro. Empresas instaladas no Sudeste e que estão expandindo para extremos no Nordeste, Norte e Sul do país querem gerentes de expansão enquanto os gerentes de operação tem sido mais recrutados para o Sudeste”, explica Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A capacidade para fazer a interlocução entre empresa e investidor é o ponto chave nesses gerentes. Com novos investidores chegando ao setor de franquias, a capacitação para planejar, orientar e administrar a expansão e a operação ganhou destaque. Os segmentos de alimentos, moda, cosmético e educação são os que mais requisitam esses profissionais.

Quem tem ao menos dez anos de experiência e está em dia com as tendências e necessidades do consumidor sai na frente na disputa por uma vaga. A visão e a aptidão para o varejo são prioridades para as empresas tanto no recrutamento dos líderes de expansão, quanto para os de operação. No entanto, para lá do DNA varejista, há certas peculiaridades nas funções, de acordo com Fidelis.

Gerentes de expansão têm a responsabilidade de abertura de mercados por isso a questão de networking é essencial. “São pessoas que já têm relacionamento com associações do setor de franquias e com shoppings”, destaca.

Competências de negociação que permitam ao gerente de expansão fechar acordos, muitas vezes, complicados são também características procuradas.

Gerentes de operação de franquias geralmente são profissionais que crescem na carreira de gerente de lojas e se tornam aptos a assumir operação de muitas lojas.

A remuneração de um gerente de expansão e operação de franquias pode variar de 15 mil reais a 20 mil reais com acréscimo de variável por abertura de loja e bonificação, mas o gerente da Michael Page já viu empresas oferecerem salários de até 25 mil reais a profissionais de nível sênior.

Muito embora haja bons profissionais disponíveis no mercado, uma competência rara entre eles é ligada à governança e aos processos de compliance.

“Ainda são muitas empresas familiares dominando o setor de franquias e os profissionais não vêm com os limites muito bem definidos a respeito do que pode e do que não pode, já que o que impera nesses ambientes, em grande parte dos casos, é a visão do dono da empresa”, afirma.

Produtividade

4 maneiras mais produtivas para aproveitar o tempo de folga

Especialista mostra formas diferentes de aproveitar o tempo livre - sem muito esforço ou planejamento

Produtividade: essas práticas trazem mais felicidade e leveza

Produtividade: essas práticas trazem mais felicidade e leveza (AntonioGuillem/Thinkstock)

Para fugir do estresse cotidiano não é necessário que o destino final seja uma ilha remota. Na verdade, segundo Elizabeth Grace Saunders, coach de gerenciamento do tempo escreve para a Harvard Business Review, muitas pessoas ficam exaustas só de pensar no planejamento – e do investimento – que uma grande viagem requer.

A especialista defende tirar “mini-férias”, reservando algumas horas ou até dois dias livres nos finais de semana para fugir da rotina sem adicionar mais tarefas ao dia a dia corrido.

Testando em sua rotina, ela disse que a prática traz mais felicidade e leveza. Para quem se sente exausto, parar por apenas algumas horas para se desligar com certa regularidade pode ter benefícios à saúde no longo prazo. (Veja também: Adicione o CryptoTab ao seu Navegador e comece a ganhar Bitcoins)

Confira com as quatro formas mais produtivas para aproveitar o tempo de descanso:

Dois dias

Viagens de final de semana e para lugares próximos são uma opção econômica e sem as preocupações a mais do planejamento necessário para um longo período fora.

Não é preciso escolher o local com cuidado ou fazer um roteiro detalhado, apenas uma jornada de algumas horas para um destino diferente pode refrescar a mente e recarregar a energia.

Um dia

Todo mundo tem aquela lista de tarefas que nunca se resolvem. E resolver até o menor dos problemas pode trazer grande alívio para seu cotidiano. Quem não gosta da sensação de missão cumprida?

É importante que as tarefas não tenham relação com o trabalho, mas com a vida pessoal. É um tempo para cuidar de si mesmo: marcar manicure, cabeleireiro, organizar a casa ou escolher móveis novos. Tudo pode ser feito sem pressa e vai significar uma pendência menos no caminho.

Algumas horas

Quando foi a última vez que você viu aquele amigo querido? Ou que saiu com seu parceiro sem as crianças? Com o tempo, fica difícil equilibrar o tempo dedicado à família, aos amigos e ao trabalho. Pensar ativamente no tempo de folga como uma oportunidade para socializar ajuda a encontrar um equilíbrio.

Enquanto trabalha

Pode parecer estranho, afinal você ainda estará trabalhando. No entanto, quem tem a opção de trabalho remoto pode se beneficiar com a mudança de ambiente. O escritório pode ser estressante por si só, com colegas fazendo barulhos, reuniões de última hora e o local fechado.

Além de ganhar o tempo gasto no transporte para o trabalho, encontrar um lugar calmo e ao sol para trabalhar é relaxante.

Fonte: EXAME.com

Estas empresas são as mais desejadas pelos estudantes de TI no Brasil

Google é a empresa que está no topo do ranking da Universum, que contou com a participação de mais 2 mil estudantes de TI no Brasil

Estudantes de TI

Tecnologia da informação: estudantes miram Google como empregador ideal (Foto/Thinkstock)

O sonho de trabalhar no Google é partilhado por mais de 60% dos 2.069 estudantes de cursos na área de tecnologia da informação no Brasil consultados pela Universum. A pesquisa está publicada no site da consultoria.

A gigante de tecnologia também é a empregadora mais citada pelos estudantes de administração de empresas e a segunda preferida pelos universitários da área de engenharia, conforme rankings publicados com exclusividade pelo Site Exame nesta semana.

Para além dos mimos oferecidos aos funcionários – como, por exemplo, geladeira aberta, sala de jogos e área de lazer no escritório – Daniel Borges, gerente de atração de talentos para a América Latina do Google, atribui a enorme atratividade da empresa às ações geradas a partir das demandas que surgem da própria equipe, durante pesquisas de clima organizacional.

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Em entrevista ao Site Exame, por email, o executivo citou algumas das iniciativas tomadas com base nos resultados das consultas aos funcionários: aprimoramento de gestores, do ambiente de trabalho, de processos, de iniciativas de bem-estar e desenvolvimento de carreira .

A Universum também investigou quais são as indústrias que mais atraem os jovens da área de TI, quando o assunto é trabalho. Setores se software, hardware e os bancos são os três setores preferidos. Confira a tabela:

Indústria Percentual de estudantes que escolheram
Software,serviços informática e multimídia 80,6
Tecnologia de hardware e equipamento 29,1
Bancos 17,5
Aeroespacial e defesa 15,4
Telecomunicações e redes 12,2
Consultoria de gestão de estratégia 7,2
Setor público e de agências governamentais 7,2
Mídia e publicidade 4,3
Engenharia industrial e manufatura 3,8
Serviços financeiros 3,8
Logística (inclui setor naval) 3,7
Automotiva 2,7
Energia 2,1
Contabilidade e auditoria 1,4
Construção civil e engenharia 0,3

André Siqueira, VP de Américas e head da América Latina da Universum, destaca o crescimento da atratividade de bancos como o Itaú e o Santander para os estudantes de TI. “Em 2015, o Itaú era a 20ª empresa da lista de empregadores mais atrativos. Neste ano está em 15º. O Santander era 38º em 2015 e hoje é o 23º empregador mais citado pelos estudantes de TI.

Na área financeira, um dos destaques dos rankings deste ano é o Nubank que passou entrou para o top 10: de 13º em 2017 passou para o 8º lugar. Mais 15% dos estudantes de TI citaram a fintech como empregadora ideal.

Confira a lista completa com as 50 empresas dos sonhos:

Empregador Percentual de estudantes que escolheram a empresa Ranking 2018 Percentual de estudantes que escolheram a empresa Ranking 2017
Google 63,85% 1 61,46% 1
Microsoft 47,77% 2 50,07% 2
Facebook 30,08% 3 28,30% 4
Apple 29,46% 4 33,79% 3
Netflix 26,69% 5 22,00% 7
IBM 25,74% 6 26,71% 5
Intel 22,71% 7 22,43% 6
Nubank 15,04% 8 8,32% 13
Dell 14,92% 9 16,11% 8
Oracle 12,81% 10 15,96% 9
Samsung 12,81% 11 13,83% 10
Sony 12,37% 12 13,08% 11
Governo Federal 10,77% 13 10,29% 12
TOTVS 7,69% 14 7,69% 14
Itaú Unibanco 7,10% 15 5,27% 17
Banco do Brasil 5,59% 16 7,21% 15
Cisco Systems 5,23% 17 5,64% 16
Lenovo 4,99% 18 4,22% 20
Uber 4,88% 19 2,71% 24
Banco Bradesco 4,11% 20 3,86% 22
Petrobras 3,75% 21 4,28% 19
Rede Globo 3,62% 22 3,96% 21
Santander 3,07% 23 2,57% 25
Embraer 2,78% 24 1,86% 30
LATAM Airlines 2,39% 25 1,45% 34
Accenture 2,21% 26 1,60% 31
Honda 2,16% 27 1,43% 35
Nike 2,07% 28 2,07% 29
The Coca-Cola Company 1,81% 29 2,36% 27
Ambev 1,72% 30 2,37% 26
Nestlé 1,70% 31 1,40% 36
Bosch 1,55% 32 1,23% 41
BMW Group 1,52% 33 2,95% 23
Toyota 1,49% 34 1,57% 32
Banco Safra 1,43% 35 1,26% 38
Cielo 1,41% 36 0,86% 50
PepsiCo 1,41% 37 0,83% 53
HEINEKEN 1,40% 38 1,49% 33
Hewlett Packard Enterprise 1,37% 39 2,10% 28
Siemens 1,36% 40 1,16% 45
General Motors 1,18% 41 1,18% 42
Bayer 1,15% 42 0,66% 62
GOL Linhas Aéreas 1,15% 43 0,98% 49
Red Bull 1,12% 44 1,00% 48
Vale 1,02% 45 1,17% 44
Volvo Group 1,00% 46 0,50% 67
Bank of America (BofAML) 0,95% 47 0,71% 59
Walmart 0,92% 48 1,25% 39
adidas 0,90% 49 0,73% 58
J.P. Morgan 0,84% 50 0,39% 78

Fonte: EXAME.com

Matemática na Engenharia

Tenho dificuldade em matemática. Posso cursar engenharia?

Orientador profissional dá dicas para lidar com as dúvidas

Por Respondido pelos orientadores do Nace - Orientação Vocacional

Matemática na Engenharia

(JordiDelgado/iStock)

Olá! Tenho vontade de cursar engenharia de petróleo e gás, mas tenho medo de não ser para mim e me arrepender. Já li muito sobre a faculdade e me interessei, mas o que me deixa aflito é que na escola eu nunca fui muito bom em matemática, embora esteja disposto a aprender. O que eu devo fazer? - Anônimo

Olá!

Os cursos de engenharia exigem o desenvolvimento de conhecimentos complexos em cálculo. Durante os dois primeiros anos estuda-se conteúdos ligados a cálculo diferencial e integral, geometria analítica e descritiva, cálculo vetorial, estatística e probabilidades, física avançada amplamente apoiada em cálculos complexos.

Parte dos alunos que desistem da opção por engenharia o fazem pelas dificuldades nestes conteúdos.

Entretanto, isso não é totalmente impeditivo. Dedicação intensa aos estudos, apoio por meio de grupos de estudos entre alunos e busca de cursos paralelos podem ajudar a superar as dificuldades.

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Considere que isso pode envolver muito tempo, alteração de rotinas de vida e recursos financeiros eventualmente. É necessário avaliar, portanto, qual a medida de sua motivação para superar tais obstáculos.

Para melhor avaliar a dimensão de seu desafio, visite faculdades e entreviste alunos e professores de engenharia. Pesquise as grades curriculares das universidades que oferecem a opção que deseja.

Fonte: Guia do Estudante

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