Estes alimentos podem ajudar nas lembranças dos sonhos

Banana, espinafre e castanhas são alguns dos alimentos que tornam os sonhos memoráveis

Alimentos para a memória

(JulijaDmitrijeva/Thinkstock)

A sensação de sonhar e não lembrar de nada é absolutamente normal. Isso porque, os sonhos normalmente acontecem no momento mais profundo do sono e nem sempre é possível criar memórias sobre eles. Uma pesquisa inédita apontou, no entanto, que o consumo de alguns alimentos ricos em vitamina B6 antes de dormir pode melhorar a vivacidade e as lembranças dos sonhos.

Conduzido por pesquisadores da University of Adelaide, na Austrália, o estudo analisou durante cinco dias seguidos o sono e as percepções dos sonhos de 100 voluntários. Divididos em dois grupos, alguns participantes tomaram antes de dormir um suplemento com alta dose de vitamina B6. O outro grupo ingeriu um placebo.

As pessoas que tomaram o suplemento conseguiram não só lembrar dos sonhos, mas dar detalhes surpreendentes sobre eles. Por outro lado, o grupo relatou que o sono foi mais superficial, ou seja, de menor qualidade e que também sentiu um cansaço recorrente durante todo o dia.

Veja também: Conheça os melhores Métodos para conservar os diferentes tipos de alimentos.

Para Denholm Aspy, pesquisador da Escola de Psicologia da University of Adelaide, esse tipo de análise é importante, pois determina como alguns nutrientes podem impactar positivamente ou não na qualidade do sono e nas memórias dos sonhos das pessoas.

Por fim, a pesquisa da universidade australiana concluiu que se as pessoas querem ter memórias de seus sonhos, elas devem ingerir alimentos ricos em vitamina B6. Agora, se os sonhos atrapalham o sono, esses mesmos alimentos devem ser evitados principalmente antes de dormir.

Benefícios

A vitamina B6, conhecida também como piridoxina, tem papel importante para o equilíbrio metabólico, para o sistema nervoso e até a pele. Ela ajuda, por exemplo, na prevenção de doenças cardíacas e no controle das taxas de colesterol.Banana, espinafre, castanhas, camarão, determinadas espécies de peixe, como truta, salmão e o atum, abacate, inhame, tomate, ameixa, fígado de boi, melancia, frango e ervilha são alguns dos alimentos com alta concentração de vitamina B6.

Fonte: Exame.com

Ciência indica salário ideal para ser feliz – e não é tanto assim

Estudo sobre salário e felicidade traz uma conclusão surpreendente: o valor “mágico” para a satisfação com a vida pode ser menor do que você imagina

Salário Ideal

Salário Ideal (TAW4/Thinkstock)

Quanto maior o salário, mais feliz é um profissional? Segundo um estudo publicado por psicólogos norte-americanos na revista “Nature Human Behaviour”, a resposta é “sim” e “não”.

A partir de dados de 1,7 milhão de pessoas aferidos pela Gallup World Poll, a pesquisa descobriu que, quanto maior a remuneração, maior o grau de satisfação com a vida. Mas só até um certo valor. Depois desse limite, quanto maior o número impresso no holerite, menor o grau de felicidade.

O salário ideal para “satisfação máxima com a vida” gira em torno de 95 mil dólares por ano — algo como 25 mil reais por mês. Já uma experiência mais moderada de felicidade, que os estudiosos chamam de “bem-estar emocional”, exige menos: algo entre 60 mil e 75 mil dólares (ou 20 mil reais mensais).

Essas são apenas médias globais. Dependendo da região onde você vive, os valores podem variar drasticamente. Na América Latina, o profissional que ganhar 35 mil dólares por ano (ou 9,5 mil reais por mês) terá um nível intenso de felicidade com a vida.

Nos países mais ricos, é preciso ganhar mais para se satisfazer. Na Nova Zelândia e na Austrália, por exemplo, o valor ideal para “satisfação máxima” é 125 mil dólares anuais, o que corresponde a mais de 34 mil reais mensais.

Isso porque a autopercepção tende a ser influenciada pela comparação: quanto mais rica a sociedade como um todo, maiores as expectativas de cada indivíduo quanto às próprias finanças, explicam os pesquisadores.

Uma vez ultrapassado esse limite, porém, os profissionais “excessivamente” bem remunerados veem sua felicidade diminuir — pelo menos na América Latina e em outras 4 das 9 regiões estudadas.

O decréscimo na satisfação não é percebido nas emoções cotidianas, mas na avaliação geral da sua própria vida. Isso acontece porque profissionais extremamente bem pagos começam a se preocupar mais em se comparar a seus colegas — um tipo de competitividade que atrapalha o bem-estar.

“A remuneração é só um ingrediente da felicidade, e estamos aprendendo cada vez mais sobre os limites do dinheiro”, concluem os pesquisadores.

Veja a seguir os valores ideais para a satisfação com a vida, de acordo com a região estudada:

Região Salário ideal para a felicidade (em dólares/ano)
Média global 95 mil
Europa Ocidental e Escandinávia 10 mil
Europa Oriental e Bálcãs 45 mil
Austrália e Nova Zelândia 125 mil
Sudeste Asiático 70 mil
Ásia Oriental 110 mil
América Latina e Caribe 35 mil
América do Norte 105 mil
Oriente Médio e Norte da África 115 mil
África Subsariana 40 mil

Fonte: EXAME.com

6 regras básicas para quem não quer ser um idiota

Na internet, as meias-verdades e as mentiras se espalham com facilidade, em grande parte, por preguiça nossa. É por isso que eu carrego comigo um manual básico de como não ser um idiota.

Ramón Hernandez Santillana, 21 de setembro de 2017 (Fonte: administradores.com)

6 regras básicas para quem não quer ser um idiota

Reprodução/ Dumb and Dumber/ Motion Picture Corporation of America

A semi-informação é um problema sério que precisa ser combatido. A tal da “pós-verdade” (nem gosto de usar esse termo) se espalha igualzinho a um câncer: começa com uma feridinha e daqui a pouco as células estão se multiplicando descontroladamente, cada uma contando uma versão do conto e acrescentando seu ponto.

Na internet, as meias-verdades e as mentiras se espalham com facilidade, em grande parte, por preguiça nossa. É fácil compartilhar uma história da qual ouvimos falar (ou lemos por aí). Mas procurar as fontes, dirimir as dúvida, esclarecer o que estiver obscuro também não é difícil.

É por isso que eu carrego comigo um manual básico de como não ser um idiota. É meu único instrumento de proteção nesse mundo louco que as pessoas têm construído com a ajuda da internet.

Compartilho aqui com quem se interessar:

1. Ouça as pessoas de quem você discorda

Eu sei que essa é uma tarefa difícil. Tendemos – talvez por instinto de defesa – nos agruparmos com as pessoas que pensam como nós. Tudo bem. Nos sentimos mais confortáveis e felizes assim. Mas isso vira um problema quando seus parças estão pensando e agindo mal. Você segue a boiada, mas nem sempre deveria. Por isso é importante ouvir o contraditório, ter sempre à mão a possibilidade de ouvir e ler quem pensa diferente de você. E, claro, refletir, senão não adianta. Colocar sempre em choque os dois lados da história é essencial. E discutir. Porque nada é melhor para praticar a crítica e a autocrítica que um bom debate. Você não precisa concordar com quem pensa diferente de você. Mas somente elas podem colocar em xeque aquilo em que você acredita. E por que isso é importante? Veja o ponto a seguir.

2. Aceite que, às vezes, você pode estar errado

Assumir que aquilo em que acreditamos não é verdade é outra tarefa difícil. Mas livrar-se de algumas crenças é essencial para evoluirmos na vida. E não estou falando aqui de religiosidade, porque nem tudo em que cremos é religioso. As tais das crenças limitantes, por exemplo, afundam carreiras. Aliás, afundam vidas. Em debates sobre assuntos polêmicos, vale a mesma regra. Você aprendeu algo. Absorveu aquilo como verdade absoluta. Nunca encontrou nada que confrontasse aquela crença. Então por que agora colocar em xeque? Por que algumas verdades não são absolutas para sempre. Durante muito tempo se acreditou que a Terra era o centro do universo e que o sol girava em torno de nós. E vocês não imaginam quão absurdo soou quando disseram que a história não era bem assim. Você vai achar absurdo deixar de acreditar em algumas coisas. Mas depois vai ver que estranho era continuar acreditando naquilo.

3. Não deixe nenhuma ideologia dominar você

Vejam só: eu não sou marxista. Mas se eu não tivesse lido Karl Marx não saberia o que ele pensava sobre ideologias: que são maneiras de falsear a verdade. Sim, é o que ele escreveu. Se transformaram seu pensamento em uma, aí já são outros quinhentos. Mais um exemplo: Lênin, um dos patriarcas da Revolução Russa, escreveu um livro que carrega um título sugestivo e que se dedica a apresentar respostas a uma pergunta intrigante: Qual a maior doença do comunismo? O esquerdismo, diz a obra. Se duvida, veja aqui. E, só para não ficar nos exemplos da esquerda, é importante que você saiba que o pensamento disseminado por páginas do Facebook e alguns youtubers conservadores também se encaixa na descrição de ideologia (se, ao ler isso, você já ficou um pouco irado, exercite mais um pouco o ponto 2).

4. Ouça os pensadores, mas não os transforme em mestres

Tanto na esquerda quanto na direita, tem muita gente que você deve ler e ouvir. São pessoas que estudam, pesquisam, debatem, refletem. E não me restrinjo aqui aos intelectuais, mas falo também daquelas pessoas que têm larga experiência prática em suas áreas e de vida, e que sempre têm algo a agregar. Escute-as, reflita sobre o que dizem, mantenha-nas em seu feed. Mas não se torne discípulo de ninguém. Ao fazer isso, você infringirá muito facilmente os pontos 1, 2 e 3 deste manual.

5. Use o Google, mas não ache que ele é um oráculo

Quando você se deparar com algo – principalmente se for polêmico – e lhe bater aquela vontadezinha de compartilhar, cheque antes de clicar. Esse processo não é complicado. Às vezes, uma simples pesquisa no Google já resolve. Mas tenha cuidado: as fontes de fake news estão cada vez mais elaboradas e algumas conseguem enganar até os robôs super-inteligentes do buscador. Depois de multiplicar suas fontes de informação, confronte-as, busque outras que as contradizem e, se possível, discuta com quem entende do assunto mais que você. Fazendo tudo isso, você ainda pode cometer um engano. Mas o risco fica bem menor.

6. Esteja sempre disposto a reconhecer seus erros e pedir desculpas

Todos estamos suscetíveis ao erro. Mas insistir estar certo, mesmo sabendo que não está, simplesmente para não dar o braço a torcer, é uma bela idiotice. Se errou, reconheça e peça desculpas se tiver prejudicado alguém. Essa é uma das atitudes mais nobres que podemos ter.

Mas afinal, Carnaval é feriado?

Nesta época do ano, a mesma dúvida sempre volta à tona: Carnaval é feriado?

Carnaval

Para quem esperava uma resposta positiva, lamento dizer que os dias de Carnaval, a priori, não são considerados feriados oficiais, mas sim, na maior parte dos casos, ponto facultativo.

Os dias de Carnaval não são considerados feriados oficiais no Brasil, ao contrário do que pensa a maioria da população, apesar da data marcar uma das festas mais populares e uma grande manifestação cultural do povo brasileiro. Entretanto, a maioria das empresas possuem o costume de “emendar” a segunda, a terça e, até mesmo, a metade da quarta-feira. Contudo, reiteramos que tal acordo não possui previsão na legislação.

Para as empresas que queiram efetuar a compensação desses dias com horários futuros há regras específicas que devem ser observadas. Vale dizer que esses dias referentes a “emenda” em hipótese alguma poderão ser abatidos do período de férias dos funcionários.

A critério do empregador, o funcionário deve exercer sua atividade e cumprir normalmente seu horário de trabalho nessas datas. Também a critério do empregador, os funcionários podem ser dispensados do trabalho sem que haja prejuízo ou descontos em sua remuneração mensal.

O Carnaval só é feriado quando existe uma Lei Municipal contendo essa determinação específica, como, por exemplo, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e de Salvador (BA). Nas cidades de Mogi Mirim (SP), Mogi Guaçu (SP) e Itapira (SP), por exemplo, não há previsão legal sobre o assunto.

Portanto, é essencial que seja analisada a particularidade da legislação de cada município para que se tenha conhecimento da consideração ou não de feriado(s) no(s) dia(s) do Carnaval.

Fique atento(a)!

Fonte: Administradores.com