Essa é provavelmente a Melhor Estratégia para Ganhar Bitcoins!

Essa certamente é a melhor estratégia que você vai ver durante sua jornada no site!

Estratégia Freebitcoin

Bom, vamos lá, primeiramente você precisa ter uma conta no site, entre nesse link:

Depois de ter sua conta, você ira receber seu primeiro Faucet no site, eles iram dar em média de 50 a 100 satoshis por hora.

"Ah mas se for pra pegar 50 satoshis eu prefiro ir catar latinhas blablabla"

CALMA!

Você só vai precisar juntar mais ou menos uns 10.000 satoshis com faucet para começar a Estratégia!

Bom suponho que você já tenha esses 10.000 satoshis (NÃO PRECISA SER EXATOS), vamos começar a Estratégia:
1- Primeiro vá na aba "Multiply BTC"
2- Se estiver no modo "Auto Bet" Selecione o "Manual Bet" e deixe do jeito que está.
3- Agora começa apostar 1 Satoshi até perder 5 vezes consecutivas (Seguidas)
4- Após perder 5 vezes seguidas Aposte um valor mais alto (não exagere, vai entender o motivo na parte 5)
5- Caso você perca pela 6 vez, dobre o valor que você apostou na primeira tentativa, Exemplo: Apostei 32 e perdi, vou dobrar para 64.

Essa é a Estratégia, o site é muito ladrão pode perder até 10 vezes seguidas, com essa estratégia você não perde todo seu dinheiro e ao mesmo tempo sobe MUITO!

Aproveitem a estratégia, sabendo usar sem ganância e pressa, vai lhe render mais que um salario minimo por mês!

Caso não tenha entendido chame no Skype: live:cavehackig

A Matemática dos Bitcoins

Os bitcoins estão disponíveis em uma rede — a primeira de pagamentos, descentralizada, de ponto a ponto — em que quem usa é quem gerencia o sistema.

Se não há intermediador nem uma autoridade central, quem os controla e como eles são criados?

Como Ganhar Bitcoins?

A forma de dinheiro que controla sua criação e transações por meio de criptografia foi publicada em 2009 por um desconhecido chamado Satoshi Nakamoto. Além de seu nome, não se sabe muito sobre o inventor do bitcoin. Ele deixou o projeto no final de 2010, embora ele tenha criado um sistema sem igual para o mundo.

MINERAÇÃO: COMO OS BITCOINS SÃO CRIADOS

A BTC não é uma moeda a ser impressa como o Real ou o Dólar, ela é minerada. A mineração se define como o processo que envolve adicionar registros de transação — blocos — ao Blockchain, livro razão público de bitcoins. Essa cadeia de bloco tem (e terá) registrada cada transação realizada que utiliza a criptomoeda. Essa informação pode ser acessada por qualquer pessoa, de forma pública.

Veja também: Ganhe Bitcoins enquanto usa o Google Chrome

Os mineradores formam os blocos ao agruparem transações que ficam propagadas na rede e, assim que finalizam, calculam um número que representa a informação, chamado de hash. Ele é gerado a partir de uma fórmula matemática complexa preestabelecida.

Vejamos o CPF como comparativo: o sistema do governo calcula, geralmente entre 11 e 15 números, um representativo para um indivíduo. A rede Bitcoin utiliza 64 dígitos e, entre eles, existem números de 0 a 9 e letras de A a F, tornando hash uma sequência hexadecimal. Então basta calcular o hash e podemos inserir dados na Blockchain? Não!

Embora seja facilmente criado, ainda existe o protocolo BitCoin que torna a inserção na corrente bem difícil, utilizando a “prova de trabalho”. O próximo passo é encontrar o “nonce”, mais um pedacinho de código. Calculam-se repetidos hashs, dentro do bloco, alterando somente essa parte até encontrar o verdadeiro nonce. Somente agora poderíamos dizer que o bloco foi calculado e integrado à cadeia. É por meio de tudo isso que são criados os bitcoins!

O SISTEMA PROVÉM RECOMPENSA E CONTROLE

Satoshi criou o sistema da Rede BitCoin pensando muito à frente. O código é programado para fornecer um montante aos mineradores que inserirem blocos à corrente a cada 10 minutos, fazer um “corte” no valor provido a cada 4 anos, ou quando encontrado o bloco de número múltiplo a 210 mil, e não ultrapassar o valor total circulante de 21 milhões de BTC.

Em 2009, quando lançado, aqueles que mineravam os blocos recebiam 50 bitcoins por bloco inserido. Passados alguns anos, em 2012, ocorreu o primeiro halving, passando a recompensa para 25 e, no ano de 2016, para 12,5 bitcoins.

O halving é um mecanismo desenhado para controlar a criação e a inflação da moeda, e, como o nome diz, divide na metade o montante. Em 2016, antes da data do terceiro corte, o prêmio de 25 bitcoins equivalia a algo em torno de 16 mil dólares!

E, já que não há tantos milionários assim no mundo, podemos concluir que todos os prêmios distribuídos foram compartilhados proporcionalmente à prova de trabalho. Um minerador pode ter ganhado 0,0001 bitcoin como recompensa.

A SEGURANÇA DAS BITCOINS

A rede é gigantesca e possui milhares de mineradores espalhados pelo mundo. Você viu o quanto é complicada a mineração e ainda existem alguns fatores que colaboram mais à segurança dos bitcoins, como o fato de que, para que não haja criação de blocos falsos na Blockchain, os mineradores devem mencionar o hash do bloco anterior.

Mesmo se quiserem tirar proveito e montarem um super computador — o protocolo sempre medirá 10 minutos do tempo, não importa a potência da(s) máquina(s) — para minerar mais do que o resto do mundo, seriam necessários 40 mil unidades do melhor computador do mundo de 2015, o Thiane-2, para alcançar metade da recompensa total de um bloco!

Hoje, uma das formas mais fáceis, confiáveis, e (o melhor) gratuita de minerar bitcoins é com a instalação de uma extensão do navegador Google Chrome chamado CryptoTab, que minera bitcoins quanto seu usuário navega normalmente pela internet.

Para instalar o CryptoTab no seu navegador basta clicar aqui.

Fonte: blog.foxbit.com.br | by Guto Schiavon

Como funciona a matemática do sucesso

É com base numa razão exponencial que as empresas e as pessoas adquirem clientes, dinheiro, notoriedade e até mesmo inteligência. Vejamos algumas implicações desse fundamento.

Por Pedro Souza*, 2 de agosto de 2012

Matemática

Imagem: Pixabay

O físico alemão Albert Einstein dizia que a força mais poderosa do universo são os juros compostos. Eles multiplicam continuamente um determinado montante, fazendo com que quanto maior for o valor, maior será o seu potencial de crescimento – uma lógica que não se limita à matemática financeira. De fato, essa tendência de progressão geométrica, como em 2, 4, 8, 16 e 32, se aplica aos ganhos de quase qualquer componente do sucesso profissional e empresarial. É com base nessa razão que as empresas e as pessoas adquirem clientes, dinheiro, notoriedade e até mesmo inteligência. Vejamos algumas implicações desse fundamento.

Leia também: Pratique a tabuada e melhore suas habilidades em matemática de uma forma desafiadora e divertida.

O “Efeito Mateus”

A matemática do sucesso não é tão generosa com aqueles que começam o seu caminho com muito pouco de determinados fatores. Perceba que 0² resulta em 0, assim como 1² continua sendo 1, mas por outro lado, 2² já se torna 4, e assim por diante.

A conclusão é que não há como multiplicar aquilo que ainda não existe, ou como diria São Mateus, em 23:29, “Porque a todo aquele que tem será dado, e terá em abundância; mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado”, daí o nome, “Efeito Mateus”. O que não deve ser visto como uma proibição ao sucesso dos menos afortunados, mas sim como um aviso que diz: se preocupe em conquistar os recursos iniciais, e o restante virá com mais facilidade.

O princípio de Pareto

Já percebeu como em muitas situações cerca de 80% das consequências são originadas em apenas 20% das causas? Por exemplo, 80% das vendas tendem a ser feitas por 20% dos vendedores; 80% dos alimentos são cultivados em 20% das terras, ou ainda 80% das descobertas científicas são feitas por 20% dos pesquisadores.

Essa desproporção foi percebida inicialmente pelo economista italiano Vilfredo Pareto, e se justifica pela tendência de ganhos em progressão geométrica. Ou seja, mais vendas levam a mais contatos, mais indicações e mais habilidades, gerando um retorno exponencialmente maior – uma regra que se aplica a tudo aquilo o que exige investimentos ou interesse de outros indivíduos.

O produto e as suas mitologias

Tantos números e progressões escondem um motivo simples, o sucesso é na verdade a construção de tendências de comportamentos favoráveis. Significa fazer com que um número crescente de pessoas compre o seu produto ou valorize o seu trabalho. Uma equação com duas constantes muito bem definidas, responsáveis por sustentar a razão exponencial de desenvolvimento.

A primeira delas é a qualidade daquilo que você oferece, mas ainda mais importante é a forma como as pessoas percebem essa oferta a partir da sua associação a características subjetivas – vamos chamá-las de mitologias, que apesar do nome não necessariamente representam mentiras, mas sim o que o seu produto significa para os demais indivíduos. Nesse sentido, o sucesso está na associação com as palavras “imprescindível” e “insubstituível”. E no fim das contas, é disso o que se trata ser bem sucedido.

*Pedro Henrique Souza é autor do livro “Stakeholding, a próxima ciência dos negócios” e CEO da consultoria Hëd River, especializada, também, em construir tendências de comportamento.
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Fonte: Administradores.com

Como você sabe que não consegue?

Se não sabe, por que você diria isso em voz alta? Por que você se permitiria a pensar nisso? Alcançar o sucesso é duro bastante sem você duvidar de suas próprias habilidades.

Dan Waldschmidt, 16 de novembro de 2016 – Administradores.com

Objetivos

Como você sabe que não consegue alcançar aquele objetivo?

Se não sabe, por que você diria isso em voz alta? Por que você se permitiria a pensar nisso? Alcançar o sucesso é duro bastante sem você duvidar de suas próprias habilidades.
É difícil ser bem sucedido. A rotina diária pode abatê-lo e convencê-lo que seu objetivo não é tão importante como você acreditava que era. É uma batalha por foco e energia, paixão e progresso.

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Então, quando você for confrontado com uma escolha de acreditar ou não acreditar, você deve dar uma chance à si mesmo. Você deve acreditar que pode fazer o que parece impossivelmente louco. Não porque você tem sorte. Não porque você é esperançoso. Mas porque você sabe o quanto isso importa e quanto você deseja alcançar esse objetivo.

Você não vai parar. Você não vai considerar recuar. Vocês está comprometido até o fim. Quando você se encontrar em um momento de descrença, seja deliberado sobre lutar contra essa dúvida. Acredite em si mesmo. Aposte na sua capacidade de se comprometer. Como você sabe que não pode? Você pode.

Somos a média das pessoas que nos cercam

A Bíblia, os provérbios chineses e tantas outras menções populares, confirmam o que nossos pais e avós nos diziam -de uma forma mais didática – quando éramos adolescentes: menino (a), diga-me com quem andas e direi quem tu és.

Somos a média das pessoas que nos cercam

No empreendedorismo, na psicologia e na administração, existe a máxima – cunhada pelo brilhante escritor e palestrante americano Jim Rohn – que afirma o seguinte: nós somos a média das cinco pessoas que mais passamos o tempo.

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Todas essas afirmações refletem uma única coisa: somos seres influenciáveis, não importa o quanto cacarejemos que tomamos nossas próprias decisões, seguimos nossos próprios caminhos, traçamos nossos próprios destinos. De uma forma ou de outra, as influencias estão presentes em nossas vidas, mesmo sem percebermos.

E não há nada de errado nisso. É absolutamente natural. O ponto aqui é levantar as seguintes questões: o que você quer para sua vida e com que tipo de pessoas você se acompanha?

Nota: Importante mencionar que o termo tipo de pessoas não é, de forma alguma, discriminatório. Trata-se apenas de uma referência para entender o contexto.

Dito isso, vamos colocar as coisas de um modo prático.

Um exemplo clássico é do sujeito que começa em um novo emprego e entra (como se diz) “cheio de gás”. Quer mostrar serviço, mostrar seu valor. Mais à frente, começa a se associar com alguns funcionários mais antigos. Passam a almoçar juntos, fazer as pausas para o cafezinho e até sair para um happy hour depois do expediente. Nada demais nisso.

O problema é quando esses veteranos são do tipo “tô nem aí”. Vivem reclamando da empresa, do salário, do chefe, fazem mais pausas do que trabalham, atrasam ou faltam constantemente e usam desculpas esfarrapadas para justificar.

Enquanto estão na empresa, esses vampiros de entusiasmo têm uma missão: recrutar bons funcionários para fortalecerem a sua “causa”, sempre com um discurso na base “cola em mim que você vai brilhar”. A amizade é um laço forte, que liga as pessoas de uma maneira poderosa.

Aquele novato, que começou com uma tremenda garra de vencer, vai se adequar aos padrões dos novos companheiros, se não carregar consigo valores bem firmes de profissionalismo e caráter. Isso é absurdamente comum, especialmente entre os menos experientes.

Trata-se de uma modelação que acontece de maneira gradual e sutil. Sem perceber, o sujeito é engolido pelo turbilhão de sanguessugas corporativos.

Lembro que quando era gestor de uma grande empresa e recebia novos funcionários, meu primeiro discurso era de alerta: procurem não se associar às pessoas que não têm interesse em somar. Infelizmente, nem sempre me davam ouvidos.

Mas não é somente nas empresas que vemos exemplos desta natureza. Nossos amigos, familiares e colegas são mais influentes do que possamos imaginar. Pode bater o pé o quanto quiser. Pouco a pouco, com um comentário aqui, outro acolá, ou mesmo com mensagens diretas, vamos nos deixando dominar pela filosofia, conceitos e valores do meio que convivemos.

Quer ver um exemplo clássico? O nativo dos pampas gaúchos se muda para uma cidade do Nordeste. Um ano depois, ele já está falando com o sotaque local. Ôxente bichin! E vice-versa.

O fato é que o ser humano pertence a uma espécie sujeita a estímulos. Por que você acha que raramente alguém consegue bons resultados quando resolve fazer exercícios físicos em casa, especialmente se está cercada de gente sedentária? E que acontece com esse mesmo individuo quando passa a frequentar uma academia, repleta de pessoas que têm o mesmo objetivo?

Outro exemplo? Muitos calouros de Universidades Federais (principalmente), iniciam o primeiro período cheios de expectativa e motivação para aprender as disciplinas dos cursos que optaram. Alguns meses depois, estão fumando um baseado nos jardins do campus, vestindo uma camiseta do Che Guevara e cantando Pra Não Dizer que Não Falei das Flores (Geraldo Vandré). Vem, vamos embora, que esperar não é saber.

Não estou questionando se é certo ou errado. É o que é.

O funcionamento deste mecanismo é muito simples de entender.

Se associe a gente preguiçosa que você vai se tornar um sujeito que prefere o apocalipse zumbi a levantar da cama ou sair para dar uma caminhada na esquina.

Se associe aos que cultivam pensamentos de pobreza e escassez e você vai se tornar um sujeito que acha que o mundo é só injustiça, que não existe esperança, oportunidades, etc.

Se associe às pessoas desleixadas, que é possível que em um futuro próximo, você passe a viver em um local semelhante ao lixão municipal.

Por outro lado, experimente se associar a pessoas otimistas, bem sucedidas, disciplinadas, organizadas e você vai notar uma diferença extraordinária nos rumos que sua vida vai tomar.

E antes que alguém questione: é claro que existem exceções. Elas existem para quase tudo na vida, certo O problema é: você se considera uma exceção? Jura?

Nossa mente é tão moldável – para o bom e para o mau – que nem percebemos que caminhos tomamos, até já estarmos naufragados em uma poça de frustração, tristeza e arrependimentos. Ou, no melhor (ou pior) dos casos, estamos cientes sobre as situações que nos metemos, e atribuímos nossas condições à vida (é assim mesmo), ao governo ou ao poder satânico das trevas infernais.

Como driblar essa armadilha? Pode parecer duro demais o que vou dizer aqui, mas a melhor forma de não cair nesta roubada é fugir. Ou melhor dizendo, se afastar de gente que te arrasta para a lama da mediocridade. Entendo que nem sempre é possível um distanciamento físico, quando você divide o mesmo teto, mas existe a alternativa de reforçar o outro lado.

Como assim?

Se existem pessoas próximas, que te estimulam (até sem querer) a pensamentos e comportamentos pouco eficientes, procure companhias que podem te levar a uma condição inversa. Pouco a pouco, é até possível que você passe a influenciar positivamente àqueles que remavam para o lado inverso. Eu, pessoalmente, conheço diversos exemplos.

E se não tiver ninguém próximo? O que eu faço? Bom, neste caso, você pode reduzir suas horas de televisão e mergulhar em livros com conteúdo relevantes e estimulantes. Mas, cá entre nós, duvido muito que não exista em seu meio, alguém que pode te ajudar a crescer. Basta prestar atenção, que você vai encontrar. Nós vemos o que estamos preparados para ver.

Lembre-se sempre de uma frase simples, que utilizei incontáveis vezes para alertar pessoas do meu círculo profissional e pessoal: é muito mais fácil puxar para baixo do que para cima.

As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro (Provérbio Chinês)

Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes (1Corintios 15,33)

Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos tolos sofre aflição (Provérbios 13,20)

Fonte: administradores.com.br