Bitcoin Salário

Criptomoedas para remunerar funcionários?

Ficar de olho na tecnologia vale a pena, mas é preciso ter cautela

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Bitcoin: Brasil tem 1,7 milhão de investidores cadastrados, mais que o dobro de pessoas físicas na Bolsa (Mark Blinch/Reuters)

Para alguns, é o futuro do sistema financeiro — e mudará a forma como encaramos o dinheiro. Para outros, é uma moda passageira e, pior, uma bolha que pode estourar a qualquer momento. Estamos falando do bitcoin, uma criptomoeda desenvolvida em 2008 com a proposta de oferecer privacidade e segurança, além de dispensar intermediários nas transações, como bancos e governos.

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Com um início tímido, a moeda virtual, criada por meio do mecanismo de blockchain, tem chamado a atenção por sua valorização. O uso da tecnologia das criptomoedas também vem se expandindo. A previsão, de acordo com a empresa de pesquisa IDC, é que os gastos globais com blockchain cheguem a 9,2 bilhões de dólares em 2021, ante 945 milhões em 2017. No Brasil, os números também impressionam. “Só no último mês de 2017 foram negociados 2,5 bilhões de reais em nossa plataforma”, diz Luiz Roberto Calado, economista da MercadoBitcoin, empresa brasileira de negociação de bitcoins.

Se até então as principais empresas que lidavam com bitcoins eram as que negociavam a moeda, algumas de fora do ramo já vêm surfando nessa onda. A Burger King, por exemplo, criou a própria moeda na Rússia, e a KFC passou a aceitar pagamentos em bitcoins em suas unidades no Canadá. A Kodak, antiga gigante de fotografia, também anunciou seu dinheiro virtual no início deste ano. “Para a empresa, o bitcoin é uma forma de reforçar a inovação internamente e para os clientes”, diz Ricardo Vilanova, sócio da consultoria EY em São Paulo. A própria EY passou a aceitar pagamentos em moeda digital na Suíça, onde dispõe de um caixa eletrônico de bitcoins. Já a GMO Internet, empresa de tecnologia japonesa, foi além e começou a dar aos funcionários a opção de receberem o salário em bitcoins. A ideia, segundo o porta-voz da empresa, Harumi Ishii, é melhorar o entendimento a respeito das moedas virtuais. Afinal, mesmo para os que estão animados com as perspectivas trazidas pela transação, a ideia ainda é novidade.

No Brasil, a questão veio à tona quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciou em janeiro que os fundos não poderiam investir em bitcoins e em outras criptomoedas. Para alguns, esse foi um sinal de más notícias. “Houve um barulho em torno disso, uma leitura precipitada”, diz Calado. “Mas o que a nota indica é que o assunto será alvo de regulação.” Espera-se que as moedas sejam legalizadas por aqui, mas há poucas certezas em relação a como serão regulamentadas pelos principais órgãos. “Essa é ainda uma discussão. Cada um está buscando seu direcionamento”, diz Bruno Ramos, diretor de fintech da Veirano Advogados. Existe, no entanto, a possibilidade de que se proíba o uso ou, então, de que sejam cobradas taxas, o que tornaria o mercado de criptomoedas menos atraente. Afinal, uma de suas grandes vantagens são as trocas internacionais sem burocracia, variações cambiais ou impostos.

Há também dificuldades do ponto de vista trabalhista. “Na lei, qualquer contrapartida precisa se dar por meio de pagamento oficial, o que não é o caso ainda do bitcoin”, diz Adilson Silva, sócio da consultoria Mazars Cabrera. Ele cita também a volatilidade do mercado, ainda muito grande. “O funcionário pode receber hoje um valor e no dia seguinte ter uma soma completamente diferente.” Para Silva, é cedo para falar em remuneração em bitcoins. Além disso, em situações de muita movimentação, pode haver uma demora maior na liquidação dos bitcoins — isto é, em sua troca por outras moedas.

Mesmo assim, essa é a aposta de muitos. Um exemplo é a Bitwage, companhia de pagamentos com sede na Califórnia, nos Estados Unidos, com mais de 10 000 usuá­rios, entre companhias e pessoas físicas. Por meio da plataforma, as companhias podem fazer um pagamento e o funcionário escolhe em que moeda receber — inclusive em criptomoedas como o bitcoin. Fundada em 2014, a Bitwage chegou ao Brasil no ano seguinte. “A maioria de nossos clientes são da área de tecnologia”, diz Fabiano Dias, diretor de operações da ­Bitwage em São Paulo. “Quando a pessoa aceita receber em bitcoins, ela já está ciente das condições.” Dias, aliás, é pago assim há dois anos e usa serviços de boleto que aceitam a moeda para quitar suas contas. Para ele, oferecer essa possibilidade traz vantagens à empresa. “O bitcoin pode cativar o funcionário, bem como um escritório bacana ou outros benefícios”, afirma. Ainda assim, a Bitwage encontra entraves no Brasil, onde somente a empresa e os bancos são autorizados a gerir salários.

Usar a criptomoeda como estratégia de remuneração está longe de ser a única forma de as companhias aproveitarem essa tecnologia.

Ela permite que as empresas criem a própria moe­da, uma forma de dar ações aos funcionários. Por meio de um token gerado com blockchain, os “papéis” podem ser usados como moeda de troca com os empregados. Essa seria uma opção, inclusive, para as companhias que não abriram o capital e, por isso, não podem motivar os funcionários com opções de ações. “O token serviria para incentivar os trabalhadores que buscariam valorizar ainda mais a moeda da empresa”, diz Calado, da Mercado Bitcoin.

Apesar das incertezas, a criptomoeda não deve desaparecer tão cedo do mercado e precisa ser avaliada mesmo pelas organizações mais tradicionais. Mas é bom ir com cautela. “É importante ter claro como você vai contabilizar isso”, diz Vilanova, da EY. “E ter a certeza de que quem optar por receber em criptomoeda tenha clareza de como funciona.” A iniciativa teria necessariamente de ser acompanhada por ações educativas sobre o tema. E, caso o assunto não seja da seara dos executivos, seria importante contar com uma assessoria para lidar com a tecnologia. A questão de ser ou não uma bolha, aliás, permanece em aberto. Mas, para os entusiastas, esse não deve ser o foco. “O essencial é que essa nova categoria de ativos veio para ficar”, afirma Ramos, da Veirano Advogados. “Não é só a moeda: o blockchain transforma a maneira como você controla direitos e propriedades e afeta todos os mercados.” Muita coisa ainda deve ser testada, pois nem sempre o uso das criptomoedas fará sentido. Mas vale acompanhar essa tendência.

Fonte: Exame.com

Assistir aos jogos da Copa no trabalho causa demissão por justa causa?

O que acontece com quem é flagrado assistindo jogo da Copa do Mundo? Advogadas respondem.

Por Camila Pati | 14 jun 2018, 09h56 – EXAME.com

Copa no trabalho

marcelo-se-desespera-no-jogo-entre-brasil-e-alemanha-na-copa-do-mundo (Francois Xavier Marit/ Pool/Getty Images/Getty Images)

A partir de hoje, a bola rola na Copa do Mundo da Rússia fazendo com que a concentração de muita gente saia de campo no trabalho.

Com a maior parte dos jogos durante o horário de expediente no Brasil, há quem já esteja com tudo pronto para acompanhar as partidas olhando para a tela do smartphone.

Vale lembrar que embora muitas empresas façam concessões, elas não são obrigadas a dispensar seus funcionários nem durante os jogos da equipe do técnico Tite, já que neste ano nenhum estado ou cidade do país decretou feriado em dias de jogos da Seleção Brasileira, como ocorreu na Copa do Mundo de 2014, aqui no Brasil.

Resta aos aficionados por futebol a argumentação para convencer o chefe a liberar a equipe durante os jogos. Usar o banco de horas pode ser uma opção em empresas que não optarem pela dispensa.

Aos que não pretendem perder uma só partida, atenção, pois ser flagrado assistindo a jogo da Copa durante o trabalho pode render, ao amparo da lei trabalhista, de advertência a justa causa, dependendo do cargo ou profissão.

Advertência porque o chefe que notar o funcionário prestando mais atenção ao jogo do que às suas atividades pode interpretar a falta como desleixo”, “má vontade” e “descaso” do empregado no desempenho das funções, diz Priscila Schweter, sócia do Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Falta de atenção ao trabalho aparece sob o nome de desídia no artigo 482 da CLT.

“Se aplicássemos a regra literal da lei trabalhista, o empregado que, em seu expediente, deixa de lado suas tarefas para se dedicar a outra atividade, como, por exemplo, assistir ao jogo da Copa, se encaixaria na desídia”,

explica a advogada Carla Blanco, do escritório Filhorini, Blanco e Carmeline.

Desídia pode render justa causa em situações em que o funcionário não pode perder a atenção ao trabalho. “Como um médico de UTI, um bombeiro que deixa seu posto para ver futebol, um motorista de ônibus público que deixa a viagem para assistir TV”, diz Carla.

Leia também: 4 táticas para evitar (ou adiar) a demissão

Não sendo uma atividade de requer atenção completa todo o tempo, a falta pode ser considerada leve. “Ocorre que a prática de faltas “leves” reiteradas, pode levar à aplicação de suspensão, e até mesmo da justa causa”, diz Priscila.

Já a demissão sem justa causa não precisa ser fundamentada, e tampouco pode ser questionada pelo empregado.

“Ser pego assistindo jogo da Copa durante o expediente, sem que haja autorização para isso, pode gerar a desaprovação do empregador, que poderá, sim, efetuar a dispensa sem justa causa”,

diz a sócia do Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Fonte: exame.abril.com.br

Profissões que serão insubstituíveis no futuro

Nas próximas décadas, muitas das atividades que hoje são realizadas por pessoas serão automatizadas, gerando impactos significativos no mercado de trabalho do futuro.

Mas as mudanças que a automação trará ao mercado de trabalho não se limitam à extinção de profissões, ou a criação de novas formas de trabalho. Algumas profissões continuarão a cargo dos humanos, mas passarão por transformações.

Funções demasiadamente mecânicas e repetitivas são as que estão sob maior risco de passarem por uma disrupção tecnológica. Os seres humanos, no entanto, sempre vão desempenhar um papel-chave no centro dos processos de trabalho: as ocupações mais difíceis de automatizar serão sempre as que complementam o trabalho das máquinas e as que envolvem a gestão e o desenvolvimento de pessoas, a tomada de decisões, o planejamento estratégico e o trabalho criativo. Com mais de 200 milhões de visitantes únicos em todo o mundo por mês, o Indeed está equipado para identificar tendências e compreender as mudanças no mercado de trabalho enquanto elas acontecem. Na lista abaixo, estão elencadas cinco profissões onde o trabalho humano será transformado pela tecnologia, mas não superado por ela. Estas são áreas em que os jovens profissionais de hoje poderão prosperar e crescer junto com elas.

Recursos humanos

O talento está se tornando um bem cada vez mais valioso e, hoje, as empresas competem no nível internacional pelos melhores candidatos. Uma estratégia de RH orientada a dados já é parte integrante do sucesso empresarial, mas isso de forma alguma diminui a necessidade do julgamento humano para uma tomada de decisão assertiva. O profissional de RH do futuro se tornará cada vez mais estratégico, e também precisará combinar habilidades interpessoais e inteligência emocional com experiência em software e capacidade de análise. Os avanços em inteligência artificial (AI), automação e mobilidade evoluem o local de trabalho, a aquisição e a retenção de talentos. A boa notícia é que muitas dessas tecnologias, especialmente a AI, estão transformando a maneira com a qual identificamos e contratamos talentos, tornando o processo mais produtivo, eficiente e diverso. Ainda que esteja em um de seus estados iniciais, a AI já é capaz de conectar os candidatos aos empregos e, em um futuro próximo, ela será fundamental para ajudar as empresas a reterem funcionários e ajudarem os indivíduos a crescerem e alcançarem suas aspirações de carreira.

De acordo com o Indeed, a profissão mais promissora do setor atualmente é a de Recrutador, que cresceu 193% em número de vagas publicadas na plataforma entre 2016 e 2017. Outras profissões com destaque são: analista de recrutamento e seleção (aumento de 69%), analista de benefícios (68%) e gerente de Recursos Humanos (66%). No geral, as vagas na área de Recursos Humanos cresceu 8,65% no último ano.

Culinária

Algumas coisas nunca irão mudar, incluindo a nossa paixão pela comida preparada com cuidado e atenção. A comida preparada de forma mecânica nunca irá se equiparar a uma refeição que une criatividade, sensibilidade e conhecimento dos meandros do paladar. Na cozinha, as máquinas definitivamente não vão mandar: apesar de serem capazes de produzir em grandes quantidades, certas habilidades criativas, como a apresentação e a infusão de essências e sabores inesperados, são incapazes de serem replicadas tecnologicamente.

No Brasil, o setor de comida apresenta uma tendência bastante incomum: um aumento de mais de 66% no número de vagas abertas em 2017 comparado com 2016, e ao mesmo tempo uma queda de mais de 70% na procura pelas profissões ligadas ao setor. A posição de líder de cozinha teve um crescimento anual de mais de 96%, o que indica uma falta de profissionais altamente especializados no país. E especialização será a chave para o sucesso do profissional do setor no futuro: entre as posições mais difíceis de serem preenchidas, além de chefe de cozinha, estão profissões como padeiro, pizzaiolo, sushiman e confeiteiro.

Educação e treinamento

Educação e treinamento é mais uma área em que continuamos a ver uma forte demanda, especialmente nos países em desenvolvimento e nas economias emergentes, onde existe demanda reprimida. Enquanto isso, a explosão da aprendizagem online e da educação continuada abrem novas possibilidades e criam novas profissões ligadas ao setor. A constante qualificação do indivíduo, nos aspectos acadêmico, profissional ou pessoal tem se tornado uma necessidade e o ensino à distância é um facilitador nesse processo.

A tecnologia será companheira inseparável do aluno do futuro, mas a transmissão e criação de conhecimento continuarão a depender da ação humana direta. No Brasil, entre 2016 e 2017 o número de vagas ligadas à educação, em suas mais diversas formas – de pedagogos e professores de línguas a instrutores de educação física – cresceu quase 10%. Por outro lado, a busca por esse tipo de emprego caiu cerca de 15%.

Marketing e comunicação

As máquinas fazem muitas coisas bem, mas descobrir ideias novas de forma independente ainda não é uma delas. As profissões criativas, que se concentram na complexa interação de ideias, palavras e imagens com valores culturais e sociais compartilhados, também irão prosperar no futuro. A inteligência social e a alfabetização de novas mídias são habilidades fundamentais a serem cultivadas por quem quer trilhar o caminho da comunicação.

Recentemente, as áreas de marketing digital e relações públicas têm experimentado um crescimento substancial, e provavelmente continuarão a fazê-lo, especialmente em mercados emergentes onde estas profissões ainda não estão plenamente desenvolvidas. De acordo com o Indeed, o número de vagas abertas na área de marketing digital cresceu 75% entre 2016 e 2017, enquanto a procura pela área cresceu 69%. Na área de relações públicas, o aumento foi ainda maior: certas posições, como auxiliar de relações públicas, chegaram a dobrar a quantidade de vagas abertas nesse período. A busca por vagas destes segmentos nos níveis de estagiários, auxiliares e analistas cresceu significativamente. O profissional de comunicação e marketing do futuro precisará de profundo conhecimento tecnológico, à medida que mais e mais nos comunicamos por canais virtuais. Mas quanto mais cresce a importância da inteligência de máquina para a profissão, cresce em igual medida a necessidade de uma sensibilidade inerentemente humana.

Profissionais da saúde

Avanços médicos, dietas saudáveis, melhores condições de vida e cuidados com a saúde resultaram em uma expectativa de vida mais longa. O setor da saúde continuará a crescer e a se adaptar a uma população global que espera viver mais e melhor. O setor de saúde

está longe de se tornar automatizado; é composto por carreiras que tem como centro as pessoas. O sucesso nessas carreiras está atrelados à fortes habilidades interpessoais, bem como dedicação e paciência, que dificilmente serão substituídas por máquinas em um futuro próximo. De acordo com a classificação de dados do Indeed, uma vaga aberta há mais de 60 dias é considerada como difícil de ser preenchida. Por conta das características específicas necessárias para atuar como profissional de saúde, já nos dias de hoje mais de 10% das vagas em áreas como enfermagem são consideradas difíceis de serem preenchidas. O envelhecimento da população, atrelado à necessidade inerente de contato humano que a área requer, faz dessa uma das áreas de atuação humana com maior potencial de crescimento no futuro próximo.

Fonte: RevistaNews

Primeiro Emprego

Cinco dicas para conseguir o primeiro emprego

Considerar o que você quer fazer no trabalho é um passo importante para decidir onde empenhar esforços no momento de encontrar o emprego certo

Redação, Administradores.com, 

Primeiro Emprego

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Muito se fala nas dificuldades de conseguir o primeiro emprego ou sobre dicas para melhorar o currículo para conquistar uma vaga no mercado de trabalho. Mas no meio do caminho, sempre existem aquelas dúvidas ou surpresas que você pensa “ninguém me contou sobre isso antes”.

Com o passar dos anos, as habilidades para buscar e encontrar um emprego são aprimoradas. Um recente estudo com dados relacionados à busca do primeiro emprego, elaborado pelo Indeed — ferramenta online de buscas de empregos — revelou alguns passos importantes para obter sucesso na busca pela primeira contratação. Confira abaixo cinco dicas para que você tenha um melhor resultado, segundo estudo do Indeed:

1) Considerar o que você quer fazer no trabalho

Esse é um passo importante para decidir onde empenhar esforços no momento de encontrar o emprego certo. Considere os papéis que já desempenhou na sua escola ou na comunidade, de um modo geral. Trabalhos voluntários realizados e outras experiências onde você aplicou as suas habilidades e interesses, também contam. Não mire para todos os lados. Tenha foco e considere seus interesses na hora de buscar um emprego.

2) Se candidatar às ofertas de trabalho

Antes de se candidatar a uma vaga de emprego, faça uma revisão final em seu currículo. Neste momento, você quer garantir que ele seja a sua melhor representação e não contenha nenhum erro de ortografia ou digitação. Você pode pedir a um amigo ou parente que o revise para você.

Depois, crie alertas de emprego a serem enviados para você diariamente ou semanalmente. Os alertas de emprego são atualizações regulares por e-mail sobre novos empregos que vão de encontro ao seu interesse.

Você pode criar um número ilimitado de alertas de emprego. Da sua conta, você pode gerenciar os alertas ao configurar como você gostaria de receber as atualizações por e-mail e pausando ou deletando alertas.

3) Esperando uma resposta

Uma parte inevitável da procura por emprego é esperar que os empregadores entrem em contato com você. Alguns empregadores podem enviar um e-mail confirmando o recebimento de sua candidatura e informando que entrarão em contato caso desejem seguir adiante. Outros podem não responder.

Quanto tempo você deve esperar uma resposta ante de partir para outra? Não existe uma resposta padrão para esta pergunta. A quantidade de tempo que leva para revisar uma candidatura para cada oferta varia de acordo com o emprego e a empresa.

Enquanto você aguarda uma resposta, é importante continuar a sua busca por emprego. Continue pesquisando novas oportunidades e se candidatando a novos empregos. Defina os alertas de emprego e siga a Página de Empresa do empregador dos seus sonhos para receber atualizações quando novas ofertas forem postadas

4) Esteja atento para empregos suspeitos

O Indeed trabalha para identificar e remover conteúdo suspeito dos resultados da busca. Para a sua segurança, proteja as suas informações pessoais, nunca aceite dinheiro por um trabalho não realizado e não realize nenhuma transação financeira em nome de um empregador em potencial.

5) Entrevista

O processo de entrevista e contratação é realizado de forma diferente de acordo com cada empresa. Utilize as informações que estão disponíveis no site da empresa a seu favor. Procure saber como é o código de vestimenta e o que as pessoas que trabalham na empresa costumam usar.

Enquanto você se prepara para as entrevistas, pense em exemplos da sua experiência de vida que sejam relevantes para compartilhar. Combinar as suas experiências com o que os gerentes desejam é a melhor maneira de causar uma boa impressão. E, por último, mas não menos importante, seja confiante.

6 passos para conseguir um aumento de salário em 2018

O especialista em negociação pela Harvard Business School, Breno Paquelet, especificou quais são

Pedir Aumento

Getty Images

Especialistas costumam dizer que o final do ano é a melhor época para se pedir um aumento de salário. Isso porque é o período em que os feedbacks normalmente são feitos e quando as empresas definem o orçamento para o próximo ano, o que cria uma boa oportunidade para o colaborador de abordar o assunto.

Este, entretanto, não deve ser o único fator considerado para ter uma conversa sobre negociação de salário, segundo o especialista em negociação Breno Paquelet, formado pela Harvard Business School: ainda é necessário que o colaborador “tenha sensibilidade para escolher o momento mais oportuno” para conversar com o gestor.

Para que as chances de sucesso sejam maiores, Breno recomenda também que o colaborador não tente negociar seu salário se estiver há menos de um ano na empresa, além de ter argumentos para “embasar” o pedido.

No geral, Breno afirma que é importante seguir cinco passos para ser bem-sucedido na negociação.

Confira a seguir quais são:

Tenha critérios objetivos para reforçar o pedido

Ao invés de ter como motivações para o pedido questões emocionais, é importante ter dados e informações concretas para que a conversa seja melhor fundamentada. Por isso, é importante: buscar informações sobre a média salarial em empresas do mesmo segmento, listar as realizações do último ano e quais os benefícios que trouxe para a empresa. É recomendável também trazer seu histórico dentro da empresa

Um bom argumento para justificar seu pedido é mencionar quais ganhos a empresa pode ter com eles. “Pense que a empresa vai decidir a favor do seu aumento pelos motivos dela”, disse o especialista, que recomenda que não sejam usados argumentos pessoais.

Não afronte

Breno explica que deve existir uma preocupação com o relacionamento entre gestor e funcionário no momento da negociação – e, considerando que o gestor tem preocupações que vão além do fator financeiro, é importante não dar ultimatos e confrontar sua decisão – portanto, expressões como “é isso ou nada” e “começarei a procurar outro emprego” são quase proibidas.
Mapeie todas as partes envolvidas Além de você e seu gestor, outras pessoas estão envolvidas no possível aumento de salário. A recomendação de Breno é: “Tente pensar em pessoas de confiança dele que poderão ser consultadas na avaliação de seu aumento e faça com que suas realizações cheguem ao superior do seu gestor informalmente, para que ele possa dar apoio ou pelo menos não vetar a questão”.

Aceite várias formas de pagamento

É importante pensar em outras formas de “pagamento” que façam sentido para você além do aumento de salário. Flexibilização no horário de trabalho, apoio em pagamento de parcelas, pagamento de curso, entre outras, são algumas delas

Não tente apressar a negociação

Dificilmente uma negociação de salário será fechada em uma única conversa, então evite retomar o assunto pouco tempo após a primeira conversa com seu gestor. Dê alguns dias para que ele pense no assunto e depois retome a conversa, ou deixe para que seu gestor o faça.

Fonte: Infomoney