Matemática na Engenharia

Tenho dificuldade em matemática. Posso cursar engenharia?

Orientador profissional dá dicas para lidar com as dúvidas

Por Respondido pelos orientadores do Nace - Orientação Vocacional

Matemática na Engenharia

(JordiDelgado/iStock)

Olá! Tenho vontade de cursar engenharia de petróleo e gás, mas tenho medo de não ser para mim e me arrepender. Já li muito sobre a faculdade e me interessei, mas o que me deixa aflito é que na escola eu nunca fui muito bom em matemática, embora esteja disposto a aprender. O que eu devo fazer? - Anônimo

Olá!

Os cursos de engenharia exigem o desenvolvimento de conhecimentos complexos em cálculo. Durante os dois primeiros anos estuda-se conteúdos ligados a cálculo diferencial e integral, geometria analítica e descritiva, cálculo vetorial, estatística e probabilidades, física avançada amplamente apoiada em cálculos complexos.

Parte dos alunos que desistem da opção por engenharia o fazem pelas dificuldades nestes conteúdos.

Entretanto, isso não é totalmente impeditivo. Dedicação intensa aos estudos, apoio por meio de grupos de estudos entre alunos e busca de cursos paralelos podem ajudar a superar as dificuldades.

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Considere que isso pode envolver muito tempo, alteração de rotinas de vida e recursos financeiros eventualmente. É necessário avaliar, portanto, qual a medida de sua motivação para superar tais obstáculos.

Para melhor avaliar a dimensão de seu desafio, visite faculdades e entreviste alunos e professores de engenharia. Pesquise as grades curriculares das universidades que oferecem a opção que deseja.

Fonte: Guia do Estudante

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Cuidado com esta regra para não passar vergonha ao falar inglês

Brasileiros tropeçam em uma das regras mais famosas, simples e importantes de inglês

Vergonha ao falar inglês

Vergonha: professor cita a regra que brasileiros mais erram (lofilolo/Thinkstock)

Quando você começa a estudar inglês, em poucas aulas vai aprender uma das regras mais famosas, simples e importantes desse idioma: a conjugação do verbo no presente da terceira pessoa do singular.

Acontece que essa também é uma das regras que os brasileiros mais erram!

Todos os dias, quando falamos português, conjugamos os verbos em muitos tempos diferentes, e na maioria das vezes não temos dificuldade com isso. As variações são tantas e a gente quase nem se dá conta disso. Olha só como o verbo “trabalhar” muda para essas três pessoas no tempo presente:

Eu trabalho

Nós trabalhamos

Eles trabalham

Agora repare como fica o mesmo verbo em inglês (“work”), também no presente:

I work

We work

They work

Muito mais fácil, não acha? O verbo simplesmente não muda, ele continua igual.

Mas nem sempre é desse jeito, e é aí que os alunos costumam errar. O verbo vai se manter o mesmo para todas as pessoas no presente, menos com he, she e it (usado para coisas e animais): sempre que você estiver falando de uma outra pessoa, você vai acrescentar a letra “s” no final do verbo.

Eu trabalho >> I work

Ela trabalha >> She works

Essa regra é muito importante e não deve ser negligenciada. Pare e pense por um minuto: o que você acharia de um estrangeiro que dissesse, em português, “o meu irmão ir ao trabalho de carro”? Pois é, esquecer de colocar o “s” no final do verbo é cometer esse mesmo erro.

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Por isso, não se esqueça: sempre que você falar de uma outra pessoa em inglês, no presente (porque passado e futuro é outra história), você vai colocar a letra “s” no final do verbo. Mas cuidado: isso só se aplica se você estiver falando de apenas uma pessoa, porque se for mais de uma será plural (they):

Bob works in a restaurant.

Susan works in a restaurant.

Bob and Susan work in a restaurant.

E, para finalizar, lembre-se dessas regrinhas de escrita:

1. Se o verbo terminar em “consoante + y”, você substitui o “y” por “ies”:

Eu estudo >> I study

Ela estuda >> She studies

2. Mas se o verbo terminar “vogal + y”, você apenas acrescenta o “s” normalmente:

Você compra >> You buy

Ele compra >> He buys

3. Verbos terminados em O – S – SH – CH – X recebem “es”:

Nós vamos >> We go

Ele vai >> He goes

4. O verbo “have” muda e fica “has”:

Eu tenho >> I have

Ela tem >> She has

Fonte: EXAME.com

Como falar de carreira com jovens que não querem “nada com nada”?

Sofia Esteves, da Cia. de Talentos, indica como conversar sobre carreira com um jovem totalmente desengajado

 
Aconselhando Jovens

Jovens (oneinchpunch/Thinkstock)

Um relatório divulgado pelo Banco Mundial, na última semana, trouxe um dado muito preocupante para a população jovem e o mercado de trabalho. O levantamento aponta que jovens brasileiros, com idade entre 19 e 25 anos, correm sério risco de ficar fora do circuito dos bons empregos no País e, portanto, estariam mais vulneráveis à pobreza.

O dado alarmante é resultado do grande número de jovens brasileiros que estão desengajados da produtividade, ou seja, aqueles que nem trabalham, nem estudam. Se você quiser saber mais sobre esses dados, pode ler a matéria completa aqui: 52% dos jovens no Brasil estão com empregos ameaçados, diz BM

Ao invés de me ater aos números e aos problemas que levam a essa situação dramática, afinal, esse problema tem muitas raízes que, enquanto indivíduos, não podemos resolver, quero fazer diferente e propor soluções. Acredito que se cada uma das pessoas que lerem esse artigo conseguirem identificar, na sua rede de relacionamento, um jovem que esteja desengajado da produtividade, não esteja estudando ou está com os estudos atrasados e puderem mostrar a importância de estudar e investir na qualificação, talvez, consigamos caminhar para a mudança dessa realidade.

Pensei em três passos simples, para que qualquer pessoa consiga ter uma conversa sobre carreira com esses jovens que estão desengajados da produtividade. Vamos lá:

Crie vínculo

Abordar esses jovens de forma acolhedora é a parte mais importante. Iniciar a conversa com um tom de superioridade não vai ajudar em nada e muito menos trará um resultado positivo. Então, a melhor maneira é criar um vínculo empático. Para conseguir isso é simples: fale de você. Conte a sua história, a sua trajetória, os obstáculos que precisou ultrapassar, mostre que você sabe que nem sempre é fácil, mas que pode ser possível. Conte como não abandonar os estudos foi importante para sua construção de vida e carreira e o que isso o possibilitou conquistar.

Ofereça ajuda

Às vezes, o que falta para esses jovens é alguém que estenda a mão, que ofereça informação e mostre possibilidades. Você pode fazer tudo isso ajudando a pessoa a transformar um ponto fraco em forte, pode orientá-la em como descobrir seus talentos e habilidades e mostrá-los ao mercado. Se o que falta é estudo, aponte caminhos. Ajude a encontrar universidades com programas de bolsa de estudo ou de financiamento estudantil. Esteja disponível para planejar metas e apontar caminhos.

Não abandone

Apoio é fundamental para que não se desista frente a um objetivo difícil. Depois de motivar esse jovem e ajuda-lo a encontrar caminhos, não o abandone. Esteja ao seu lado para que ele não desista – de novo – no meio do caminho. Se ele voltou para a escola, pergunte como estão indo os estudos. Se a busca por inserção no mercado de trabalho não está fácil, pense junto com ele como melhorar o currículo, como encontrar um emprego melhor ou ainda como desenvolver sua carreira de forma assertiva. Andar lado a lado do jovem pode fazer com que ele siga firme e, dessa vez, não desista.

Reparou como essas são dicas simples, que estão ao alcance de qualquer pessoa? Você pode se propor ajudar um jovem da sua rede de relacionamento, pode oferecer essa ajuda por meio das redes sociais ou até de um trabalho voluntário que realiza. Acredito que vale muito a pena a gente se envolver na construção de carreira dos jovens e não apenas na nossa. Pense nisso!

Fonte: EXAME.com

4 regras de leitura de Bill Gates

Ele explicou como consegue extrair o máximo de suas leituras.

Bill Gates

Como copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates, Bill Gates saiu do mundo da tecnologia e mergulhou nos assuntos relacionados a saúde pública, economia e desenvolvimento social. 

O resultado é que, ano após ano, Gates divulga uma série de listas de livros, do mais inspirador (Os Anjos Bons da Nossa Natureza, de Steven Pinker) à melhor obra sobre negócios (Business Adventures, de John Brooks), relata o portal Na Prática.

“A leitura é meu jeito favorito de satisfazer minha curiosidade”, resumiu. “Ainda acho que livros são a melhor maneira de explorar novos tópicos em que você tem interesse.”

Em um vídeo recente para o portal de notícias Quartz, ele explicou como consegue extrair o máximo de suas leituras. Ou seja, como lê livros. Veja:

1. Anote nas margens
“Você está se concentrando na leitura? Pegando as informações e anexando esse conhecimento?”, pergunta. “Anotar faz com que eu pense sobre o que estou lendo.”

2. Não comece o que você não vai terminar
Neste caso, Gates fala sobre Graça Infinita, um livro de David Foster Wallace famoso pela originalidade e pelo tamanho: são mais de mil páginas.

O americano está curioso, mas não tanto assim para se comprometer com tanta coisa. “Esta é minha regra para chegar ao final [dos livros]”, fala. “Não quero abrir uma exceção.”

3. Leia do jeito que for melhor para você
No caso de Gates, são livros, jornais e revistas de papel. Uma transição para o digital ainda não aconteceu, porque ele prefere assim. “É ridículo porque viajo com uma mala de livros”, admite. Ou seja, leia da maneira que for mais conveniente para você – mesmo que seja inconveniente num avião.

4. Reserve uma hora para ler
Cinco, 10 ou 20 minutos podem funcionar para um artigo, mas para que leituras mais densas realmente tenham impacto, Gates recomenda reservar uma hora na agenda. “Reserve tempo para realmente refletir e progredir”, aconselha.

Fonte: InfoMoney

4 dicas da ciência para acelerar o seu aprendizado

Aprenda a driblar o cansaço, manter-se motivado e garantir sua concentração

Acelerar o aprendizado

Acelerar o aprendizado (jacoblund/iStock)

Trancar-se no seu quarto, debruçado sobre os livros de manhã até a noite, por meses a fio, sem tempo para amigos, lazer ou academia: essa é a rotina de muita gente que estuda para o vestibular.

Esse ritmo frenético de trabalho é considerado normal para quem está se preparando para um grande desafio, mas não é recomendado pela neurociência. Isso porque descuidar do próprio bem-estar físico e mental prejudica o seu desempenho cognitivo e, consequentemente, diminui as suas chances de reter o conteúdo e tirar uma boa nota na prova.

“A maioria das pessoas esquece que o cérebro é uma parte do corpo, tal como língua, fígado ou coração”, diz o neurocientista Pedro Calabrez, professor da Casa do Saber e pesquisador do Laboratório de Neurociências Clínicas (LiNC) da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP.

Só é possível aprender rápido — e bem — se o seu organismo estiver bem alimentado, hidratado, descansado e saudável como um todo. A parte mais negligenciada desse autocuidado costuma ser o sono, fundamental para a eliminação de toxinas e para a fixação das memórias.

Imagine que você acordou subitamente após um repouso de 4 horas e agora se depara com um dilema: levantar da cama para adiantar os estudos ou dormir por mais 2 horas?

A segunda opção é definitivamente a mais inteligente, diz Carla Tieppo, neurocientista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Ela explica que a noite de sono precisa durar entre 6 e 8 horas, no mínimo. É o tempo necessário para entrar na fase REM (“Rapid Eye Movement” ou “movimento rápido dos olhos”), quando ocorrem processos fundamentais para a memória.

Também é bom evitar o consumo exagerado de álcool antes de dormir, já que a embriaguez dificulta a entrada na fase REM. Melhor substituir as latas de cerveja por uma rápida revisão da matéria. Segundo Tieppo, estudar um pouco logo antes de dormir, nem que seja por 10 minutos, ajuda o cérebro a fixar esse conteúdo. 

Confira a seguir outras técnicas recomendadas pela neurociência para acelerar o seu aprendizado:

 

1. Busque atrelar emoções ao estudo

Muita gente supõe que tudo que diz respeito aos estudos é racional. Mas não é: a memorização é uma equação complexa em que a chamada “valência emocional” influi de forma decisiva. De forma simplificada, se você associa uma certa informação a um sentimento positivo, como a alegria, o seu cérebro será capaz de retomá-la mais facilmente no futuro.

Daí a técnica dos professores de cursinho pré-vestibular de contar piadas ou fazer associações engraçadas sobre o conteúdo das aulas. “O humor é um canal de acesso fácil às emoções”, explica Calabrez. O medo, a raiva, a tristeza e outros sentimentos negativos, por outro lado, atuam na direção contrária e condicionam uma aprendizagem de baixa qualidade.

Na preparação para vestibular, por exemplo, é interessante explorar o significado dessa decisão para a sua vida. “Procure pensar no valor daquele estudo para o seu engrandecimento profissional e pessoal, e não só como uma ferramenta para ser aprovado numa carreira que pagará um salário alto”, diz o professor da Casa do Saber.

Quanto mais você atribuir significado emocional a um certo conhecimento, mais chances terá de guardá-lo para sempre. E não apenas isso: mais motivação você terá para persistir nos estudos.

É o que Tieppo define como intenção genuína. “Se você está interessado só no salário daquele cargo, quer só ‘atropelar’ a prova, você não vai estar intimamente envolvido com o estudo”, explica a professora da Santa Casa. Para agilizar o aprendizado, você precisa estar realmente motivado; e, para estar motivado, você precisa genuinamente ter a intenção de aprender.



2. Não exercite apenas o cérebro

Quem vai pensar em academia quando tem uma pilha de apostilas para estudar? Fazer atividade física pode parecer supérfluo nesse momento, mas não é. De acordo com Calabrez, exercícios regulares, especialmente os de natureza aeróbica, são os mais indicados.

Buscar atividade física faz o cérebro funcionar melhor, já que todo o corpo fica mais saudável e bem regulado. Até os processos afetivos, ligados à motivação, podem ser beneficiados com natação, corrida, caminhada ou outras práticas esportivas.

Isso para não falar na importância desse tipo de atividade para liberar o estresse da rotina, que prejudica a aprendizagem. Lazer, repouso e convívio social também precisam ter algum espaço na sua agenda, pela mesma razão.

3. Descubra o seu estilo de aprender

Dada a complexidade do cérebro humano, está comprovado que não existe uma única forma de aprender. Por isso, não adianta insistir em métodos que claramente não estão surtindo efeito.

Se você sente que suas sessões de estudo só estão produzindo cansaço, é fundamental experimentar diversas técnicas e adotar aquela que funciona melhor para você.

“Se você não tem um hábito de leitura consistente, formado na 1ª ou 2ª infância, ler não será uma boa forma de estudo para você”, explica Tieppo. “Nesse caso, experimente gravar áudios, assistir a vídeos, desenhar mapas mentais, enfim, buscar instrumentos adequados ao seu funcionamento”.

4. Elimine os “ralos” de atenção

O aprendizado se torna lento e irregular se você divide seu foco entre diversos estímulos enquanto está estudando. É o que Calabrez chama de “ralos” de atenção: mensagens nas redes sociais, notificações do celular, ruídos que vêm da rua, pessoas que chegam para conversar.

As interrupções não-programadas têm um efeito devastador sobre o aprendizado. “Quando você não está inteiramente concentrado naquilo, você está dizendo para o seu cérebro que aquela informação não é tão importante para você, e é provável que ela acabe sendo descartada”, explica Tieppo.

Para otimizar os seus estudos — e evitar o cansaço de retomar várias vezes o fio da meada — a dica dos neurocientistas é buscar um local de estudos isolado e silencioso, e desligar todo o seu contato com a tecnologia.

Você pode programar alguns intervalos para levantar, tomar um café, checar o celular e conversar com alguém. Nos blocos de tempo dedicados ao estudo, porém, é preciso eliminar radicalmente qualquer possível fonte de distração.

Fonte: Guia do Estudante