Trabalhar com o que ama

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que "não cabe mais" na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir.

Aline Salvi*, Administradores.com, 

Trabalhar com o que ama

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do "habitual".

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar "o que queremos ser quando crescer". Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, "viver é difícil e perigoso". E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos "levados" a realizar os sonhos "não realizados" de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de "trabalho" que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que "não cabe mais" na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida.

Leia também: 17 coisas que não te contaram sobre fazer o que ama

*Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

13 frases geniais que podem inspirar (e salvar) o dia de trabalho

Confira uma seleção de frases inspiradoras e relativamente pouco conhecidas, sugerida pelo consultor Eduardo Ferraz

Frases geniais

Post-it: inspiração em frases (Wavebreakmedia/Thinkstock)

Todos os dias, o consultor Eduardo Ferraz, autor de livros como “Gente que Convence” (Ed. Planeta) e “Negocie Qualquer Coisa Com Qualquer Pessoa” (Ed. Gente), publica alguma citação em sua página do Facebook, para seus mais de 130 mil seguidores.

No seu “portfólio” de frases inspiradores há autores variados entre filósofos, escritores, empresários e gurus. A pedido do Site Exame, ele selecionou algumas frases que são relativamente pouco conhecidas mas que trazem conselhos válidos para qualquer fase da vida profissional.

Confira:

“Uma máquina pode fazer o trabalho de 50 pessoas comuns. Nenhuma máquina pode fazer o trabalho de uma pessoa extraordinária.” – Elbert Hubbard

“A regra para negociar é: ponha-se no lugar do outro, pois ele fará o mesmo em relação a você.” – Charles Dickens

“As pessoas que são boas em arranjar desculpas raramente são boas em qualquer outra coisa.” – Benjamin Franklin

“Sabedoria é saber o que fazer; habilidade é saber como fazer; virtude é fazer.” – David Starr Jordan



“Nunca desista de seu sonho. Se acabou em uma padaria, procure em outra” – Aparício Torelly, barão de Itararé

“Como são numerosas as coisas sem as quais posso passar” – Sócrates

“O que as vitórias têm de mau não é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não definitivas.” – José Saramago

“Quem fala semeia, quem escuta colhe.” – Pitágoras

“A vida é bicicleta com câmbio de dez velocidades. A maioria de nós tem marchas que nunca usa.” – Charles M. Schulz

“Não deixe que aquilo que você não pode fazer interfira naquilo que você pode fazer.” – John Wooden

“Os fatos são coisas teimosas.” – John Adams

“Ser livre não é poder fazer o que se quer; mas querer o que se pode.” – Jean-Paul Sartre

“O mundo abre passagem para o homem que sabe para onde está indo.” – Ralph Waldo Emerson

11 lições da administração que você pode aprender com os heróis e vilões da Caverna do Dragão

Veja como um clássico dos quadrinhos pode ajudá-lo no cenário da administração e dos negócios

Por Pablo de Paula Bravin,
Mestre dos Magos

Mestre dos Magos (Reprodução)

A série de desenho animado Caverna do Dragão é um grande clássico de aventura, fantasia e criatividade. Criada por Kevin Paul Coates, Mark Evanier e Dennis Marks, baseada na obra Dungeons & Dragons de Dave Arneson e Gary Gygax, dividida em 27 extraordinários episódios, a trama se desenvolve contando a história de seis jovens que estavam em um parque de diversões e que após embarcarem em uma montanha russa cujo nome era Dungeons & Dragons, foram transportados para um Reino totalmente desconhecido onde vislumbraram muitos perigos e missões. Na verdade, o brinquedo nada mais era do que um misterioso portal que levou os jovens para uma outra dimensão, em uma ação mágica e estranhamente inexplicável.

Nesse novo e incrível mundo, eles receberam armas poderosas e trajes específicos de um ancião indiscutivelmente carismático e sábio chamado Mestre dos Magos, que os doutrinou com lições de virtude, moral, valentia, caridade e nobreza. Assim, depois de ficarem sem rumo no início e chocados com o viram e ouviram, o grupo decidiu confiar no mestre que prometeu ajuda-los a voltar para casa. Logo no início da trama eles conheceram o grande vilão do Reino: o Vingador, que buscava de todas as formas derrota-los e apanhar suas armas. O algoz era um mago extremamente poderoso, tomado pelas trevas e que voava em um cavalo negro. Possuindo um aspecto mal e sombrio ele passou a duelar com os jovens buscando aumentar o seu poder para derrotar seus dois principais adversários: o Mestre dos Magos e Tiamat, um dragão absolutamente atemorizador e invencível.

Então, essa era a grande chave da esplêndida história: havia um Reino cheio de monstros, desafios e descobertas e para voltarem para o seu mundo original, o grupo de jovens deveria lutar com coragem, honra e esperança, tendo como líder aquele que parecia ser a criatura mais íntegra e sapiente do Reino: o Mestre dos Magos. Um fato curioso do enredo é que sempre que o grupo liderado por Hank estava prestes a atingir o objetivo algo acontecia simultaneamente e os fazia perder a valiosa oportunidade, ora para salvar alguém das garras do mal, ou por uma cruel ação do bruxo Vingador ou mesmo por uma negativa ação do destino. Em outros termos, o que parecia é que havia uma espécie de maldição que os impedia de alcançar a glória a todo tempo e em formas e acontecimentos diferentes.

Mesmo com tantas dificuldades e inimigos, o grupo era unido e todos viviam fervorosamente dispostos a batalharem pela causa mor, que era o fim do pesadelo de estarem presos a um mundo onde imperava violenta maldade e funesta alienação. É também importante externar que nem só de coisas ruins se constituía o Reino da Caverna do Dragão: haviam belos jardins, desertos, florestas, vilarejos e muitos outros cenários assertivos que davam uma marca peculiarmente única ao maravilhoso desenho. Havia ainda personagens de raças variadas e singulares como anões, dragões, gnomos, unicórnios, orcs, halflings, fadas, magos, bárbaros, guerreiros, dentre outros que davam um toque especial aos eventos que se desenrolavam de forma criativa e emocionante.

Jim Collins disse: “Um bom líder faz com que pessoas o sigam. O excepcional faz com que elas sigam uma causa.” O Mestre dos Magos como ninguém conseguiu alimentar o coração dos discípulos com uma fabulosa causa: o merecimento. Seus discípulos sabiam que para lograrem êxito perante as múltiplas dificuldades do Reino precisavam de cumprir as missões com competência e total destemor, pois nada antes naquele mundo havia sido concretizado sem determinação e coragem. Jim Collins também afirmou: “A crise obriga as empresas a ter foco. A prosperidade, não.” Outra lição proporcionada com maestria pelo irreverente mago foi conseguir tirar das profundezas da consciência dos jovens a esplêndida vontade de agir, isto é, o augusto desejo de mudar um cenário caótico e triste por meio de ações resilientes e demasiadamente assertivas.

Tom Peters explanou: “Você tem que encontrar sua especialidade e ser o melhor do planeta nela.” Quando o Mestre dos Magos distribuiu as armas mágicas de acordo com o perfil de cada um e traçou um grande objetivo para cada integrante do grupo ele agiu com total perspicácia, tendo em vista que fez com que os jovens tivessem a distinta oportunidade de autoconhecimento que os permitiu descortinar suas maiores habilidades e vocações, fazendo com que eles pudessem não só ter uma meta gloriosa, como a formidável possibilidade de magistralmente cumpri-la.

Na administração há inúmeras aventuras que se assemelham a Caverna do Dragão. O Reino é como o complexo mercado de trabalho: existem ameaças, oportunidades, amigos, inimigos, poderes, soberanias, inteligência, ignorância, bondade, maldade, injustiças, amor, ódio e toda sorte de surpresas que se pode imaginar, fazendo com que os integrantes tenham sempre que se reinventar, que usar a criatividade e a inovação, e mais do que tudo: que planejar, organizar, executar e controlar, enfim necessitam a todo tempo equacionar o caos para que possam sobreviver e serem ricamente bem sucedidos.

Sendo fã da série, administrador e completamente apaixonado por comparações, resolvi elaborar onze maravilhosas lições da administração que se pode aprender com os heróis e vilões da Caverna do Dragão. Veja:

1 – Tiamat: o dragão de cinco cabeças e notável poder impõe sua soberania e invencibilidade a todo tempo. Nem mesmo a possante magia do Vingador é capaz de assustá-lo. Habita o sombrio e inefável Cemitério dos Dragões, um lugar onde há energia concentrada e mística por conta de ser um lugar sagrado e abrigar os ossos dos antigos dragões que morreram epicamente em batalhas.

Raios de gelo, gases tóxicos, ácidos, raios e chamas de fogo são todos elementos proferidos pelas cabeças do colossal dragão de insuperável pujança e tenacidade, que além dessas extraordinárias habilidades pode se teletransportar e voar intrepidamente pelos céus.

Aprenda com Tiamat: você deve buscar sempre ser o número um. Esse é o princípio basilar da excelência. Além disso, o dragão mora onde seus antepassados estão descansando, o que nos faz aprender que devemos valorizar nossas origens e princípios naturais. Outra lição importante é a de que que Tiamat nos externa a importância de estarmos preparados para as oportunidades, isto é, sempre prontos para enfrentarmos qualquer obstáculo ou desafio.



Portanto, não aceite passivamente o segundo lugar, preserve seus princípios e valores basilares, esteja disposto a confrontar e a questionar poderes instituídos e se prepare com disciplina, determinação e foco para que a qualidade seja a sua âncora e os resultados sua nobre e destacada torre.

2 – Demônio das Sombras: soldado mais fiel do Vingador, o estrambólico soldado das trevas passeia pelo Reino buscando informações que possam ser valiosas para o seu nefasto mestre. É uma criatura que demonstra primorosamente a alma que reveste o indomável filho do Mestre dos Magos: um ser tomado por uma energia tenebrosa, sinistra, obscura, repulsiva e totalmente tumular. É bruto adversário dos jovens e exerce influência negativa sobre eles sempre que necessário, seja confundindo os pupilos do Mestre dos Magos por meio de ilusões ou comunicando seu mestre dos previsíveis passos deles.

Aprenda com o Demônio das Sombras: seja fiel aos seus clientes, fornecedores, concorrentes, amigos e qualquer outra pessoa que faça contato com você, pois uma pessoa de palavra possui credibilidade, reputação e imagem sólida em qualquer lugar do mundo. E mais: não meça esforços para honrar seus compromissos firmados, pelo contrário, seja inteiramente capaz de dar tudo para que eles possam ser integralmente concretizados.

3 – Vingador: é considerado o príncipe das trevas do Reino e existe para disseminar a mais pura maldade por todas as regiões. É peculiarmente organizado e possui sob seu comando um exército de orcs, um fiel escudeiro chamado Demônio das Sombras e muitos outros seres que o servem seja por escravidão, medo ou simplesmente por lealdade. Detém imenso poder e magia, temendo tão somente a duas criaturas no Reino: o Mestre dos Magos e Tiamat. Tendo como principal meta dominar o território, tem como grande objetivo apanhar as armas mágicas do grupo liderado por Hank para unir com suas forças e derrotar aqueles que o impedem de ser soberano e invencível. Habita em imponentes castelos e cavalga em um cavalo negro chamado Pesadelo, vivendo para executar seus planos por meio de ações macabras e nojosas. Sendo terrível inimigo do Mestre dos Magos desde o início, a história acaba revelando que o Vingador é simplesmente filho dele e por um motivo que não é revelado passou de uma criatura bondosa e virtuosa para um espectro perverso e desvirtuado. No último episódio é possível compreender que a maldição que o revestia foi tirada e ele voltou a ser aquele ser justo, positivo, casto e generoso, em uma atitude tomada pelo grupo que ele mais perseguiu e tentou tirar a vida no Reino: os seguidores do Mestre dos Magos.

Aprenda com o Vingador: não seja rebelde sem motivo, não crie conflitos com pessoas que querem o seu bem, valorize sua família e seus amigos. E promova uma liderança saudável, participativa, sem querer impor nada a ninguém, ao contrário, deixe que as coisas aconteçam naturalmente. E viva para dividir as vitórias com o seu grupo e jamais deixe de reconhecer igualmente cada participante, visto que qualquer constelação é infinitamente superior a qualquer tipo de estrela, por mais reluzente e poderosa que ela seja.

4 – Mestre dos Magos: atua como grande líder do grupo que possui Hank, Bobby, Diana, Sheila, Eric e Presto como participantes e é o único responsável por indicar os trajetos que levam os jovens a encontrarem o sonhado caminho de casa. Tem grande inteligência e sabedoria, influenciando seus discípulos a escolherem o caminho da bondade, da justiça e da honra sob todos os aspectos e missões. Existe para enfrentar e impedir que as forças malignas façam mal ao Reino, buscando sempre combater aqueles que existem para disseminar a impiedade e a desordem. Normalmente, não gosta de agir dando respostas prontas para seus pupilos, mas prefere fazê-los pensar e decidir com os próprios corações. Possui incríveis poderes mágicos e grande domínio sobre vários elementos e criaturas do território.

Aprenda com o Mestre dos Magos: combata as desumanidades da sua cidade, enfrente a perversidade a todo tempo, não permita que pessoas boas sofram desnecessariamente. Participe de projetos sociais, elabore ações beneficentes e nunca deixe de estender a mão para quem necessita para que sua casa seja rica em benções e preclaras elevações. E mais: quando for propor lições e ensinamentos não busque ser óbvio, dando soluções prontas ou pré-interpretadas, mas incite a natureza curiosa, questionadora e criteriosa de seus ávidos aprendizes, procurando gerar pensadores e não meros reprodutores da realidade.

5 – Uni: a sensível e doce Uni dá um toque mais que especial ao grupo, pois é vital exemplo de companheirismo, franqueza, meiguice e integridade. A pequenina filhote de unicórnio está sempre disposta a encarar os perigos do Reino para estar ao lado do grupo que tanto ama e não raramente contribuir com gestos e balidos bem peculiares. Seu amor e veneração por Bobby é sublime. É algo que se embriaga da mais enobrecida pureza e da mais magnífica e áurea santificação.

Aprenda com Uni: nunca deixe que os processos mercadológicos sejam mais importantes que as pessoas. Valorize o capital intelectual, a criatividade, a inovação, a vivência e a experiência do seu plantel, pois as máquinas e procedimentos podem facilmente ser copiados, mas a grande sabedoria humana não.

6 – Diana: filha de astrólogo, a acrobata Diana possui flexibilidade, agilidade e velocidade de altíssimo nível. Com seu bastão mágico, ela destrona inimigos temíveis, realiza formidáveis acrobacias e protege seus amigos do mal. Apesar de jovem possui grande senso de compromisso e largo raio de organização.

Por ser filha de astrólogo, em um encontro com outro filho de astrólogo foi capaz de entregar a própria vida para realizar a profecia e exorcizar um nefasto monstro conhecido como Rainha Demônio. Nesse mesmo momento, teve oportunidade de levar seus amigos para casa, mas preferiu salvar o referido filho do astrólogo, pois o amava e não queria o deixar morrer.

Aprenda com Diana: ás vezes, para crescermos na vida, precisamos abrir mão de coisas importantes para que possamos conquistar amizades, glórias e poderes. Entenda ainda, a importância de ser ágil na era da informação, pois os conhecimentos se atualizam em uma velocidade alucinantemente assustadora, cabendo a nós selecionar de forma criteriosa aqueles que são mais relevantes e fazer uso estratégico para que saibamos tirar proveito dessas valiosas e incríveis informações. Compreenda paralelamente que na existência, para realizarmos a coisa certa é necessário abrirmos mão de preciosos tesouros para que o equilíbrio social, moral e ético seja inteligentemente mantido. E mais: toda injustiça deve ser veementemente combatida, cabendo a nós pelejarmos para que equidade ocupe o topo em todas as instâncias existentes para que sejamos uma comunidade colossalmente digna, proba, contente e verdadeira.



7 – Presto: é um mago desastrado e medroso. Seu poder emana das magias que seu mágico chapéu realiza. Por não ser eficiente em seus feitiços, sempre passa por dificuldades e é muito inseguro. No entanto, mesmo com tantas presepadas e temperamento tímido, Presto é extremamente querido pelo grupo por ostentar um coração puro e pacífico.

No Reino, em um épico destino, pode salvar Varla, uma jovem menina que estava sob nefasto domínio do Vingador. Presto, juntamente com seus companheiros, conseguiu quebrar o encanto do bruxo e salvá-la.

Aprenda com Presto: tenha um coração probo, sereno e confiável para que as pessoas possam admirá-lo e segui-lo. Também cuide para que seus pontos fracos sejam atacados, pois Presto seria muito mais feliz se não fosse negligente e omisso com as próprias ações. E saiba: ajudar alguém no caos é ascender uma estrela que jamais se extinguirá, brilhando para sempre na alma daquele que divinamente escolheu amar, proteger e sonhar.

8 – Eric: o cavaleiro mais chato, ranzinza, egoísta e medroso do Reino é totalmente revoltado por ter que viver em um lugar precário e estranho por tanto tempo. Ostenta um escudo que protege ele e o grupo dos mais variados ataques e forças do mal. É junto com Hank aquele que detém a personalidade mais questionadora e não raramente vive desconfiado de tudo e de todos.

Em um marcante episódio, apesar das trapalhadas e erros, conseguiu salvar o grupo sendo “Mestre dos Magos por um dia”, usando as mágicas do poderoso mago do Reino para vencer os inimigos e impedir o caos.

Aprenda com Eric: seja questionador, não aceite as coisas sem colocar um ponto de interrogação nelas, busque verificar e analisar criticamente a tudo, examine minuciosamente as variáveis do tabuleiro e nunca deixe que as ilusões trajadas de verdade o enganem e o derrubem. Todavia, não seja como o enfadonho e tedioso cavaleiro: tenha um temperamento agradável, sem ser resmungão, rabugento, impertinente e irascível.

E também: esteja preparado para assumir cargos importantes, pois assim procedendo, as chances de êxito serão infinitamente maiores, visto que você terá planejado antecipadamente e as coisas fluirão naturalmente, como se tivessem sido construídas por alguém que vislumbrou o magnífico futuro no inconstante presente.

9 – Sheila: é irmã mais velha de Bobby e ganhou uma capa de invisibilidade que aliada à sua velocidade a faz ser muito importante para o grupo. É uma moça meiga que procura sempre proteger seu corajoso irmão das constantes ameaças do mal.

Ao ser traída por uma moça que dizia ser sua amiga, teve a oportunidade de vingar-se, mas optou por não fazê-lo, pois preferiu manter-se fiel a aquela não havia sido fiel a ela.

Aprenda com Sheila: assim como ela protegeu o irmão, proteja seus sonhos – guarde-os com a própria vida. No pernicioso caminho, muitas energias contrárias tentarão desestimulá-lo, mas persista, pois é assim que apalpamos o topo e seu maravilhoso e distinto resplendor.

E anexadamente: se tiver oportunidade de mostrar para as pessoas que a sua natureza não pode ser mudada pelas atitudes delas, mesmo aquelas que não são passíveis de perdão, faça a escolha certa – não se entregue perante as idiotices e decisões erradas, mas seja alguém de significados fortes e incorruptíveis.

10 – Hank: o líder do bando possui um temperamento forte e um equilíbrio emocional quase perfeito. Dono de um intenso arco que disfere poderosas flechas de energia, o guarda possui a missão não só de comandar os pupilos do Mestre dos Magos, mas também de centralizar as decisões para que a trupe tenha organização, planejamento e foco. Mesmo sendo jovem, Hank é notavelmente o personagem mais inteligente do grupo, contando com o reconhecimento de todos, inclusive de seus ferrenhos algozes.

No Cemitério dos Dragões, local onde foram geradas as armas dos seis jovens puros de coração, Hank teve a chance de aniquilar o Vingador, contudo preferiu poupar a vida do mago cruel por pensar que isso não o faria melhor do que ele, ao contrário, o tornaria semelhantemente perverso e desalmado.

Aprenda com Hank: para liderar você deve servir. Essa servidão somente pode ser alcançada se você detiver uma essência resistente à dor, se souber exercer influência sobre os demais, por intermédio de exemplos práticos e assertivos, se estiver disposto a colocar os interesses dos outros a frente de seus interesses, se viver ávido por conhecimento e resultados maximizados, se gozar de empatia pelos demais, se for intimamente comprometido com a causa, se amar ostentar pensamentos críticos e ideias transformadoras e, principalmente, se venerar genuinamente a justiça, o amor e a pura santidade.

11 – Bobby: o mais novo seguidor do Mestre dos Magos compensa sua pequena estatura com a fúria de seu estrondoso e titânico tacape, que é capaz de mover céus e terras violentamente. Possuindo uma imensa paixão pelo doce e meigo unicórnio Uni, o pequenino bárbaro busca proteger seu companheiro a todo custo, bem como sua irmã mais velha, Sheila.



Herdeiro de um temperamento ousado, Bobby representa a inocência de uma criança que teve que amadurecer antes do tempo para cumprir uma missão mais do que adulta em um mundo que mal teve tempo de compreender. Por muitas vezes ficou triste, inseguro e cheio de lágrimas, mas nunca deixou de persistir, de acreditar em um futuro bom e positivo.

Em uma prisão teve a conveniência de possuir um amuleto que o protegeria das forças ocultas, no entanto preferiu doá-lo para um homem que vivia sendo manipulado pelo Vingador.

Aprenda com Bobby: proteja seus amigos, os profissionais que trabalham ao seu lado: não tenha medo de enfrentar os monstros da vida por eles, viva para mostrar que a humildade em muito supera a arrogância, que a sabedoria em muito supera a ignorância e que a coragem em muito supera o poder, pois assim procedendo, você estará executando a maior de todas as forças: a da verdade.

E seja perseverante e teimoso, tendo em vista que essas são as resplandecentes esferas da glória, como externou sabiamente Oscar Wilde: “O que nos parece uma provação amarga, pode ser uma benção disfarçada.”

Em um dos episódios mais épicos da história dos desenhos animados, o Vingador, temível inimigo de todas as bondosas criaturas do Reino, se juntou ao grupo do Mestre dos Magos para unirem forças e confrontarem um adversário praticamente imbatível. Infelizmente, mesmo unindo as forças, eles pereceram perante a colossal força daquele que era conhecido simplesmente como O Mal. A sorte foi que esse deus maligno misteriosamente desapareceu, rumando para destruir outras galáxias, deixando o Reino da Caverna do Dragão momentaneamente seguro e pacífico. Em um outro episódio, os jovens guerreiros ajudaram o Vingador a derrotar o Demo Dragão, um monstro criado pelo próprio bruxo que ficou descontrolado e não mais se sujeitava as ordens de seu macabro e alucinado criador.

No decorrer da trama, o Mestre dos Magos já havia dito que o Vingador tinha sido uma boa pessoa no passado e que por um enorme erro dele, havia se tornado as trevas que se tornou. Então, a mais valiosa interpretação do mundo da Caverna do Dragão é a de que todos eram escravos daquele profano lugar, inclusive o portentoso Vingador. E essa liberdade, tanto do Vingador quanto do grupo de Hank, somente poderia ser obtida por meio do perdão, da amizade, da confiança, da bondade, da fé e da esperança. Esse é o insigne ensinamento do desenho. Essa é a grande lição para os administradores: os relacionamentos que construímos são as vertentes mais expressivas do planeta. E é deste cenário que surgem eventos fabulosos e edificações piamente transformadoras. Foi sabendo inteligentemente disso que Peter Drucker mencionou que enquanto seus brilhantes companheiros de economia estavam preocupados com o comportamento das commodities, ele estava preocupado com o comportamento das pessoas.

Isto posto, devemos procurar criar uma teia social pujante e que tenha a verdade como o pilar basilar, para que possamos ser mais do que seres bem sucedidos, mas formosas criaturas convictas de suas virtudes, responsabilidades e compromissos com a honra.

Como sobreviver períodos em que nada parece dar certo?

Resiliência é a capacidade de um material voltar ao seu estado natural após alguma situação crítica e fora do comum

Resiliência

(Foto/Thinkstock)

A roda parece girar em falso. A sensação é de que nunca se trabalhou tanto e se obteve tão pouco resultado. Percepção típica de tempos de crise, ela vem acompanhada do medo de perder o emprego, do aumento de tarefas por causa das equipes cada vez mais enxutas, da pressão por maior produtividade e da exigência para fazer mais com menos.

Como uma tentativa de se mostrarem essenciais e de garantir seu cargo, os profissionais dão mais de si mesmos e dedicam mais horas ao serviço. Ao longo do tempo, isso leva a esgotamento físico e mental. “Há uma grande pressão por maior desempenho, mas as condições das empresas e do mercado dificultam esse processo, angustiando ainda mais os funcionários”, diz Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR).

Com isso, aumentam os casos de depressão, ansiedade e de crises de pânico. (Dados da Secretaria de Previdência Social indicam que os benefícios de auxílio-doença concedidos devido a transtornos de ansiedade subiram 27,6% nos últimos cinco anos.)

O desafio é duplo para o líder de recursos humanos, que não só precisa ajudar a mão de obra a sobreviver nesse cenário como também ele próprio navega por águas turbulentas. “O RH está no meio do sanduíche: pressionado pelos profissionais que estão numa posição desconfortável e também dos executivos que esperam que ele faça alguma mágica”, diz Ana Maria Rossi.

Como sobreviver a períodos como este, em que, por mais que se trabalhe, nada sai? Resiliência parece ser a palavra de ordem para responder a essa pergunta.

A ciência explica

Resiliência é diferente de resistência. Emprestado da física, o primeiro diz respeito à capacidade de um material voltar ao seu estado natural após alguma situação crítica e fora do comum. No âmbito da gestão de pessoas, “é a habilidade de se adaptar à situação e de superar uma adversidade, tornando-se um indivíduo ou profissional melhor”, diz Ana Maria.

Ser resistente, por sua vez, é apenas lidar com a situação — sem ganho algum. Uma pesquisa recente da Isma-Br mostra que somente 23% dos profissionais no Brasil têm características que levam à resiliência: entre eles, 93% têm a autoestima elevada, 86% praticam o autocontrole por meio de técnicas de relaxamento, e 81% são flexíveis para lidar com as frustrações. Entre os resistentes, 85% se queixam de dores musculares, e 74% usam de bebidas alcoólicas ou medicamentos para lidar com as adversidades do dia a dia.

Têm mais dificuldade para lidar com essas conjunturas os indivíduos agressivos (aqueles que sempre buscam um culpado por tudo) e os passivos (que engolem sapos com frequência). No fundo, ninguém nasce resiliente — mas algumas características ajudam a desenvolver essa qualidade.

Para a presidente da Isma-Br, são três as principais variáveis a ser praticadas: a autoestima, a flexibilidade e a rede de contatos (tanto a profissional quanto os amigos). A assertividade, a arte de dialogar racionalmente e verbalizar suas posições sem se indispor com o outro, também é uma característica fundamental quando “o bicho pega”.



Nesse ponto, é importante entender o processo encadeado por trás da tomada de decisão — campo de estudo de uma área relativamente nova da neurociência, a neuroeconomia. Claudia Feitosa-Santana, pós-doutora nessa matéria pela Universidade de Chicago, explica que quando decidimos por uma coisa ou outra levamos em conta dois níveis: o nosso (o que é bom para nós) e o dos outros (o que é bom para todos). Numa situação de perigo, como uma crise, “automaticamente agimos pelo nosso bem”, diz a especialista. Logo, ser resiliente não é aceitar a situação, mas, sim, ter consciência de que você pode estar fazendo algo do qual não concorda ou não gosta por uma causa que vai lhe beneficiar — como manter o salário, por exemplo.

Perda de energia

Outro conceito da física ajuda a entender a sensação de que nada vai para a frente nas empresas: a entropia. “É a grandeza que mede quanto de energia um sistema precisa para processar um resultado”, diz Cláudio Garcia, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento corporativo da consultoria Lee Hecht Harrison (LHH). Em outras palavras: a entropia indica a quantidade de esforço que um profissional deve empenhar até que a tarefa seja concluída. Quanto maior o resultado com menor energia, mais entrópico é o sistema.

O problema é que a crise aumenta a preocupação da liderança, que fica ainda mais desconfiada e centralizadora. Paralelamente, as organizações, para evitar custos desnecessários, também intensificam os controles, ao mesmo tempo em que reduzem as equipes. Resultado: muita luta e pouca finalização. Especialmente nos cenários adversos, as companhias deveriam investir em sistemas e processos que reduzissem o esforço do trabalhador pelo menos com as demandas administrativas.

Para Roberto Aylmer, especialista em gestão estratégica de pessoas e professor na Fundação Dom Cabral, cabe ao líder de RH puxar essa fila, atuando junto com os demais executivos. “Ele deve criar uma forma de gestão mais participativa, matricial e inteligente, com mais suporte da base”, afirma. Pensar em um propósito e causas coletivas também ajudam a enfrentar o turbilhão.

Diversos estudos apontam a ligação entre o propósito, o engajamento e a produtividade dos funcionários. Uma pesquisa da Korn Ferry Hay Group mostra que 1% de queda no engajamento impacta em até 22% a produtividade de um trabalhador. Segundo Elton Moraes, consultor sênior da consultoria, isso é resultado da perda de confiança nas lideranças e da falta de transparência das corporações durante a crise. “Ainda que a direção da empresa não saiba o que vai acontecer, ela precisa promover um contato direto com os trabalhadores, nem que seja para dizer que pode, sim, haver cortes, mas que ainda está contando com eles”, diz.

Se a comunicação for bem-feita e as pessoas se sentirem parte do todo, podem até sair fortalecidas do furacão. Para Cláudio Garcia, da LHH, situações de crises possibilitam criar mais vínculos e sensação de propósito entre as pessoas do que momentos de crescimento e sucesso. Ele cita um estudo da Darden School of Business, da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, que comprovou que os indivíduos que sofrem juntos formam laços que vão além do ambiente corporativo, contagiando clientes, fornecedores, parentes e sociedade. Ao gerar essas conexões sociais, as empresas contribuem para a formação da resiliência.

Fonte: EXAME.com

Fim de ano: o que avaliar em 2017

Nem mesmo o aniversário é tão simbólico e motivador como o fim de ano para estimular uma avaliação total e irrestrita em todas as áreas da nossa vida.

*Genesio Filho, Administradores.com, 4 de dezembro de 2017, às 15h07

Imagem: iStock

Existem diversos motivos para fechar um ciclo. Fazemos isso quase todos os dias, quando deixamos o local de trabalho, e também às sextas-feiras – se por acaso você não faz isso deveria pensar a respeito e incluir esses hábitos na sua rotina. Minutos investidos em planejamento sempre rendem.

Nem mesmo o aniversário é tão simbólico e motivador como o fim de ano para estimular uma avaliação total e irrestrita em todas as áreas da nossa vida. Caso consiga compartimentar seu ano em projetos, áreas da vida, ainda melhor. Nós costumamos desprezar o valor desse auto-feedback contínuo, que é uma boa maneira de perceber o caminho que já foi percorrido e o quanto ainda falta para chegar ao final.


Então, fim de ano está aí! Assim como o show do Roberto, as retrospectivas, sua avaliação também não pode faltar. Se nunca fez, nunca é tarde para iniciar.

Avaliações nem sempre são bem-vindas, pois quase sempre misturamos o que fazemos com o que somos. Caso ainda não consiga perceber que essas são coisas distintas, provavelmente você é um dos que não vê com bons olhos qualquer tipo de avaliação.

Não atender a uma expectativa em uma avaliação, seja ela qual for, não diz nada sobre quem você é – significa apenas que você não fez o que deveria ser feito. Agradeça essa avaliação e esse feedback, pois esses elementos mostram a distancia que existe entre o que você faz e o que você deveria ter feito.

Claro que neste exato momento você deve estar questionando em que mundo eu vivo, já que existem diversos parâmetros, metas e condutas às quais somos submetidos diariamente e devemos nos enquadrar e atender às expectativas ou então somos reprovados. Sim, exatamente isso: em nenhum momento desprezo ou ignoro os pontos nos quais você está sendo avaliado, o que questiono é a maneira como você reage a essas avaliações.

Uma avaliação isenta de julgamento não analisa intenção positiva, valores e princípios. Se, ao receber ou realizar uma avaliação, você enxergar, sentir ou ouvir que algum desses elementos deva ser ajustado, seguramente o avaliador ou avaliado estão confundindo criador com criatura. Apenas o que você cria pode ser avaliado. Se o criador é avaliado, não estamos falando de avaliação e sim de julgamento

O mundo não é um lugar justo e não há muito que você possa fazer em relação a isso. O que você pode fazer é simplesmente começar a ser justo consigo mesmo, utilizando uma técnica básica de autoanálise, a observação sem julgamento.

Ao realizar essa autoanálise, ajuste o seu senso critico ao nível mais alto possível e lembre-se sempre de observar sem julgamento, limitando-se a observar os fatos como realmente são e os resultados – basicamente, o que você fez ou deixou de fazer e quais as consequências.

Sei que o ser humano pode ser muito cruel, e essa crueldade não tem limites quando se trata de autojulgamento, autocrítica ou autossabotagem. Uma autoavaliação pode se tornar uma inquisição e, para não cair nessa armadilha, sugiro algumas perguntas para uma avaliação precisa e justa:

Pessoalmente:

· Consigo identificar as minhas necessidades?

· Tenho buscado orientação, direcionamento e/ou conhecimento?

· Assumo as minhas responsabilidades?

· Consigo expressar claramente meus sentimentos?

Profissionalmente:

· Você atingiu as metas definidas? Realizou as tarefas exigidas? Superou as expectativas?

· Concluiu as tarefas dentro dos parâmetros determinados? Foi além dos padrões de qualidade?

· Cumpriu os prazos?

Deixe para que os outros nos avaliem segundo suas referências e parâmetros – e você sabe que não são poucos! Aprenda a se observar sem julgamento e que esse hábito possa se estender às pessoas ao seu redor em 2018. Afinal, o resultado é que depende do ser humano e não o contrário.

*Genesio Filho — Master coach com certificação internacional e atua na gestão de pessoas há 10 anos, principalmente na renovação e organização de empresas.

Fonte: Administradores.com