Fim de ano: o que avaliar em 2017

Nem mesmo o aniversário é tão simbólico e motivador como o fim de ano para estimular uma avaliação total e irrestrita em todas as áreas da nossa vida.

*Genesio Filho, Administradores.com, 4 de dezembro de 2017, às 15h07

Imagem: iStock

Existem diversos motivos para fechar um ciclo. Fazemos isso quase todos os dias, quando deixamos o local de trabalho, e também às sextas-feiras – se por acaso você não faz isso deveria pensar a respeito e incluir esses hábitos na sua rotina. Minutos investidos em planejamento sempre rendem.

Nem mesmo o aniversário é tão simbólico e motivador como o fim de ano para estimular uma avaliação total e irrestrita em todas as áreas da nossa vida. Caso consiga compartimentar seu ano em projetos, áreas da vida, ainda melhor. Nós costumamos desprezar o valor desse auto-feedback contínuo, que é uma boa maneira de perceber o caminho que já foi percorrido e o quanto ainda falta para chegar ao final.


Então, fim de ano está aí! Assim como o show do Roberto, as retrospectivas, sua avaliação também não pode faltar. Se nunca fez, nunca é tarde para iniciar.

Avaliações nem sempre são bem-vindas, pois quase sempre misturamos o que fazemos com o que somos. Caso ainda não consiga perceber que essas são coisas distintas, provavelmente você é um dos que não vê com bons olhos qualquer tipo de avaliação.

Não atender a uma expectativa em uma avaliação, seja ela qual for, não diz nada sobre quem você é – significa apenas que você não fez o que deveria ser feito. Agradeça essa avaliação e esse feedback, pois esses elementos mostram a distancia que existe entre o que você faz e o que você deveria ter feito.

Claro que neste exato momento você deve estar questionando em que mundo eu vivo, já que existem diversos parâmetros, metas e condutas às quais somos submetidos diariamente e devemos nos enquadrar e atender às expectativas ou então somos reprovados. Sim, exatamente isso: em nenhum momento desprezo ou ignoro os pontos nos quais você está sendo avaliado, o que questiono é a maneira como você reage a essas avaliações.

Uma avaliação isenta de julgamento não analisa intenção positiva, valores e princípios. Se, ao receber ou realizar uma avaliação, você enxergar, sentir ou ouvir que algum desses elementos deva ser ajustado, seguramente o avaliador ou avaliado estão confundindo criador com criatura. Apenas o que você cria pode ser avaliado. Se o criador é avaliado, não estamos falando de avaliação e sim de julgamento

O mundo não é um lugar justo e não há muito que você possa fazer em relação a isso. O que você pode fazer é simplesmente começar a ser justo consigo mesmo, utilizando uma técnica básica de autoanálise, a observação sem julgamento.

Ao realizar essa autoanálise, ajuste o seu senso critico ao nível mais alto possível e lembre-se sempre de observar sem julgamento, limitando-se a observar os fatos como realmente são e os resultados – basicamente, o que você fez ou deixou de fazer e quais as consequências.

Sei que o ser humano pode ser muito cruel, e essa crueldade não tem limites quando se trata de autojulgamento, autocrítica ou autossabotagem. Uma autoavaliação pode se tornar uma inquisição e, para não cair nessa armadilha, sugiro algumas perguntas para uma avaliação precisa e justa:

Pessoalmente:

· Consigo identificar as minhas necessidades?

· Tenho buscado orientação, direcionamento e/ou conhecimento?

· Assumo as minhas responsabilidades?

· Consigo expressar claramente meus sentimentos?

Profissionalmente:

· Você atingiu as metas definidas? Realizou as tarefas exigidas? Superou as expectativas?

· Concluiu as tarefas dentro dos parâmetros determinados? Foi além dos padrões de qualidade?

· Cumpriu os prazos?

Deixe para que os outros nos avaliem segundo suas referências e parâmetros – e você sabe que não são poucos! Aprenda a se observar sem julgamento e que esse hábito possa se estender às pessoas ao seu redor em 2018. Afinal, o resultado é que depende do ser humano e não o contrário.

*Genesio Filho — Master coach com certificação internacional e atua na gestão de pessoas há 10 anos, principalmente na renovação e organização de empresas.

Fonte: Administradores.com

Mindfulness: Explore seu potencial de forma consciente e significativa

Mindfulness é um conceito originado na tradição budista que evidencia a clareza de consciência do mundo interior e exterior, incluindo emoções, pensamentos e ações

Mindfulness

iStock

Uma das práticas mais bem avaliadas nos programas da Polifonia é o ‘check in’, um exercício de presença realizado antes de iniciar cada encontro no qual os participantes, sentados em círculo, relatam como foi o dia de cada um, com qual estado estão chegando à sessão e porque estão lá naquele momento. Os depoimentos são muito breves, mas são cinco minutos nos quais a pessoa tem a chance de se desconectar de tudo o que aconteceu no seu dia para estar plenamente concentrado na sessão que vai se iniciar, sem que pensamentos, emoções ou ações interfiram no seu aprendizado.

Leia também: Entenda como administrar as emoções, buscando um melhor desempenho pessoal.

Este exercício de desconexão com o antes e o externo e conexão com o agora e o aqui é uma das várias práticas que estimulam o mindfulness. Mindfulness é um conceito originado na tradição budista que evidencia a clareza de consciência do mundo interior e exterior, incluindo emoções, pensamentos e ações. Pessoas com mindfulness compreendem que influências externas podem afetar o seu julgamento e gerar vieses de interpretação e julgamento da realidade à sua volta. Nossa percepção da realidade filtra nossa capacidade cognitiva de interpretar a realidade à nossa volta.

Quando você está em um estado de mindfulness, seu foco está no aqui e no agora. Sua consciência é expandida a ponto de compreender claramente todas as conexões que existem entre você e o ambiente à sua volta, incluindo a relevância e a pertinência das pessoas, objetos e cenários daquele momento e como você se insere neste contexto, compreendendo a unicidade deste conjunto. Pessoas mindful conseguem desconectar seus pensamentos dos fatos, julgando eventos e situações sem interferência de seu ego, isolando os efeitos de sua carga emocional e experiências passadas.

Uma das formas de avaliar se você é mindful é a natureza do seu trabalho. Você sente que uma boa parte do seu dia você está no automático, realizando as atividades de forma mecânica? De vez em quando sente que está com a cabeça em outro lugar quando faz alguma coisa e se dispersa com facilidade, sentindo-se distante, desconectado? Você com frequência tem dificuldade para se concentrar em uma tarefa ou atividade? No seu trabalho, você apenas cumpre o que foi dito para fazer, sem saber o significado do que faz? Sofre de ansiedade sobre algo que pode acontecer? Fica se remoendo por ocorrências passadas? Se você respondeu ‘sim’ a qualquer uma destas perguntas, a prática de mindfulness vai ajuda-lo bastante em sua vida e seu trabalho.

O treinamento de mindfulness envolve o exercício da prática da desconexão do seu dia-a-dia, passando pela limpeza do pensamento de fatos que podem afetar o julgamento da situação. Existem várias formas de praticar o mindfulness. Da meditação, o caminho mais clássico, a uma pequena oração no início da manhã, uma pausa para um café no meio do dia, exercícios simples de respiração e concentração. Você também pode treinar sua concentração lendo um livro em um ambiente barulhento e cheio de distrações. Ajuda muito a prática da observação sistemática também, sentar-se em um local público e prestar atenção em todos os detalhes à sua volta, móveis, cores, cheiros, pessoas, movimentos, texturas, etc.

Com 14 estudos sobre mindfulness, a Conferência anual da Academy of Management ocorrida em Atlanta, Georgia, EUA este mês bateu o recorde de artigos e demonstra que o interesse pelo tema só cresce na comunidade acadêmica. A Academy of Management é a principal conferência sobre gestão de negócios e administração de empresas no mundo. Os estudos sobre mindfulness este ano abordaram o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, estresse, satisfação com o trabalho, desempenho individual, equilíbrio emocional, liderança, trabalho em equipe e ambiente corporativo.

Um dos estudos, por exemplo, demonstrou que equipes que praticam mindfulness se concentram melhor em situações de estresse e produzem resultados melhores do que outras equipes. Outro estudo constatou que pessoas com mindfulness são mais propensas a regular suas emoções, pensamentos e comportamentos e, consequentemente, menos afeitos a reagir negativamente a eventos de adversidade, como quebra de contrato, mal atendimento ou injustiça.

Um dos estudos foi particularmente interessante. Os pesquisadores estudaram a relação entre mindfulness e a liderança servidora. Líderes mindful exercitam a empatia com seus funcionários e tendem a ser mais servis. O líder servidor é uma tendência crescente nas organizações, um conceito que parte do pressuposto que o líder de equipes experientes só está lá para garantir a harmonia da equipe, já que cada um, individualmente, já sabe realizar bem suas tarefas e não requer supervisão direta. O líder servidor tem plena consciência do todo em sua equipe e seu projeto e age para garantir que haja menos interferências ou desarmonia na equipe, ‘servindo’ sua equipe com sua autoridade e poder para o que eles precisam para executar bem suas tarefas.

Embora mindfulness seja mais relevante no desempenho em tarefas repetitivas e, coletivamente, em integração de times, o efeito se manifesta com mais frequência em situações inesperadas, sobretudo em eventos de crise. Um estudo analisou 102 chamadas recebidas pelo 911 nos EUA durante o ataque terrorista ao World Trade Center e verificou que os atendentes que mais conseguiram salvar vidas foram aqueles que, mais do que estarem calmas diante do trágico momento, conseguiram também se colocar no lugar das vítimas e dar orientações precisas dentro da circunstância de cada um e souberam tomar decisões rápidas de forma precisa e direcionada.

Um dos aspectos mais valorizados nos estudos sobre os traços e características empreendedores é o chamado ‘locus de controle’, a capacidade dos empreendedores de controlar o seu futuro e serem atores ativos das suas realizações e conquistas. O locus de controle remete à crença de que não existe sorte nem acaso, tudo o que o empreendedor consegue é fruto de suas ações e decisões. O locus de controle é desenvolvido pela prática do mindfulness. Através da consciência do seu nível de controle e do seu poder de interferência sobre este ambiente, o empreendedor toma melhores decisões e age pró-ativamente em favor das transformações que promove.

Temos trabalhado muito em desenvolver o nosso ‘saber’ e ‘fazer’. O exercício do mindfulness o levará a um novo patamar de desenvolvimento pessoal, o ‘ser’, fundamental para qualquer profissional que deseja saber como melhor aplicar seu conhecimento, habilidades e competências de forma consciente, significativa e relevante ao seu atual momento e ambiente.

Fonte: administradores.com

2017, o ano que não terminou

Gente, 2017 não acabou! Ainda temos mais de 60 dias para mudar a nossa vida e o mundo.

Sim, todo mundo anda falando em final de ano.

Sim, em algumas vitrines já é Natal.

Além disso, eu (e aposto que você também) já estou ouvindo:

  • Esse ano não dá mais.
  • Vamos deixar esse projeto para o ano que vem.
  • O ano acabou.
  • Não consegui fazer isso esse ano. Fica para o ano que vem.

Gente, 2017 não acabou! Ainda temos mais de 60 dias para mudar a nossa vida e o mundo. Temos ainda muitos dias para realizar sonhos e projetos. Precisamos, sim, planejar o próximo ano, mas precisamos viver o ano que ainda não terminou.

Sim, dá para aprender uma coisa nova todo dia, dá para conhecer novas ideias e pessoas, dá para parar para completar o projeto iniciado, dá para investir no futuro, dá para repensar o desânimo de tentar de novo o que não deu certo.

Sabe o que eu acho? A gente tem essa mania de olhar mais para o futuro e esquecer que o presente é nosso, já chegou, e nos oferece novas oportunidades todo dia.

Viver o presente é estar no presente, é não guardar nada para depois, é aproveitar cada minuto do nosso dia. É entender que o presente é uma oportunidade diária de ser feliz.

Sim, a felicidade é presente. Ela não está no que passou e nem no que virá. Está no agora e na força de encontrarmos sentido em estarmos conectados com o nosso momento. Ainda temos muitas chances de sermos felizes em 2017, só depende de nós.

Então, para terminar, quero dizer que o ano só termina quando acaba. E isso só acontece no dia 31 de dezembro. Até lá, vamos continuar mudando o mundo para melhor, todo dia, como o presente que recebemos em cada manhã. Bora?

Por Anne K.Fonte: Administradores.com

As três estratégias básicas para se transformar sonhos em realidade

Existem três estratégias básicas para se transformar sonhos em realidade que, na sua essência, são as mesmas desde os primórdios da humanidade

J.Augusto Wanderley, 13 de outubro de 2017 (Fonte: Administradores.com)

Sonhos em realidade

iStock

O que caracteriza os grandes realizadores de toda a história da humanidade é a capacidade de transformar sonhos em realidade. Foi assim com Hemiunú, que 2560 a.C. foi o construtor e administrador da Grande Pirâmide de Quéops no Egito, que por mais de 3.000 anos foi a maior obra do planeta Terra. E o mesmo com a NASA que, em 1969, enviou o primeiro ser humano à Lua. Portanto, ter sonhos e saber transformar sonhos em realidade é a grande questão. Sonhos que não são transformados em realidade não passam de ilusão.

Leia também: Saiba como praticar as técnicas do reiki para melhorar a sua qualidade de vida.

Existem três estratégias básicas para se transformar sonhos em realidade que, na sua essência, são as mesmas desde os primórdios da humanidade. Vamos a elas:

1ª Estratégia: A negociação.

Se para realizar o seu sonho for preciso fazer um acordo, uma combinação, um pacto, uma associação com outra pessoa ou pessoas, neste caso, vai ser preciso negociar muito bem. Portanto, a negociação se constitui na primeira estratégia. É uma estratégia extremamente poderosa porque se você entender o que leva ao sucesso numa negociação, você vai entender o que leva ao sucesso em tudo o mais. Mas para isto é preciso entender a essência de uma negociação e não apenas uma ou outra de suas submodalidades, como compras ou vendas, por exemplo;

2ª Estratégia: A dinâmica da ação inteligente.

Se para realizar o seu sonho você não precisa fazer um acordo, uma combinação, um pacto, uma associação com outra pessoa ou pessoas, neste caso, o que resolve é a dinâmica da ação inteligente. E para a dinâmica da ação inteligente, é preciso lembrar Buda que dizia que “tudo o que somos é resultado do que pensamos”. Assim, de acordo com o conceito de cérebro trino de Paul MacLean, existe uma relação pensamento, emoção, ação, resultados. Ou seja, a ação só pode ser inteligente se for baseada em pensamentos inteligentes e na administração dos estados mentais/emocionais. Também é importante registrar que antes de uma emoção vem um pensamento e um significado, ou então, um gatilho e uma âncora. Igualmente deve ser mencionado que existe um tipo de pensamento chamado pensamento automático, que são pensamentos muito rápidos, que a pessoa não chega a ter consciência. Ela só tem consciência da emoção que se segue;

3ª Estratégia: Integração da dinâmica da ação inteligente com a negociação. E isto costuma ser necessário em grande parte dos casos.

Tudo começa com um sonho. Assim, Bill Gates tinha um sonho, colocar um computador em cada mesa. E isto parecia um sonho impossível e sem sentido, afinal um grande fabricante de computadores costumava dizer em 1977: “Não existe razão para que qualquer indivíduo tenha um computador em casa”. Mas para quem tem um sonho e persevera nele, a mente fica atenta para as oportunidades. E a oportunidade surgiu quando Bill Gates percebeu que a IBM precisava de um sistema operacional para os microcomputadores que estava desenvolvendo. Bill Gates desenvolveu e vendeu o seu sistema operacional. Mas o que deve ser lembrado é que ele não dispunha deste sistema operacional, o MS-DOS. Assim, comprou um outro sistema operacional, o QDOS, desenvolveu e vendeu. E nesta negociação, colocou uma cláusula em que ele também poderia vender o MS-DOS para outras empresas além da IBM.

Assim, Bill Gates negociou, comprou e vendeu, e soube colocar cláusulas fundamentais para a realização do seu sonho. Mas também usou a dinâmica da ação inteligente em todas as oportunidades. E o que deve ser sempre enfatizado é que as estratégias para transformação de sonhos em realidade estão presentes e são as mesmas desde os primórdios da humanidade. Foram utilizadas por Hemiunú, pela NASA, por Bill Gates e por todos os grandes realizadores, e serão sempre utilizados por todos os que quiserem transformar sonhos em realidade.

Dica para aproveitar o tempo na faculdade sem perder a motivação

Veja como encontrar tempo para explorar seus próprios interesses.

Dica para aproveitar o tempo na faculdade sem perder a motivação

Imagem: iStock

Benjamin Franklin é um exemplo de produtividade muito citado nos Estados Unidos. Dá para entender o motivo lendo poucas linhas da sua biografia: o cara foi jornalista, escritor, filantropo, político, funcionário público, cientista, diplomata e inventor. Ele fez descobertas importantes sobre eletricidade e meteorologia e entre suas invenções estão o para-raios, as lentes bifocais e o corpo de bombeiros norte-americano.

Uma das práticas atribuídas a ele para dar conta de tudo sem deixar a criatividade de lado é a chamada “regra das cinco horas [semanais]”. Benjamin Franklin costumava investir pelo menos uma hora em cada dia da semana (tirando os finais de semana) para aprender coisas novas e trabalhar em projetos pessoais.

Mesmo que estivesse ocupado no dia, ele sempre usava essa horinha para fazer coisas como ler e escrever, refletir sobre os objetivos que queria atingir e medir seu progresso, fazer experimentos ou simplesmente pensar sobre questões diversas.

Estamos falando sobre o tema neste blog porque a faculdade pode exigir muito do seu tempo e você pode eventualmente se sentir sobrecarregado. E quando a gente fica sobrecarregado pode começar a deixar de ver sentido nas coisas e se desanimar.

Além disso, com o excesso de tarefas, é comum fazer tudo no automático para terminar logo. O ponto principal da regra das cinco horas é ter um tempo de respiro, para refletir sobre o que você tem aprendido e sobre as coisas que lhe são importantes.

Nessa horinha do seu dia, você pode:

– planejar o seu aprendizado. Você vai ter várias matérias para estudar obrigatoriamente, mas a universidade também vai lhe dar a oportunidade de desenvolver interesses que você nem imaginava ter. Pense nos assuntos ou habilidades que você quer explorar mais a fundo e planeje como vai fazer isso. E então use parte desse tempo livre para ir atrás disso.

– praticar o que você tem aprendido – e refletir a respeito. Em vez de só fazer as coisas sem pensar, a ideia é prestar atenção às suas práticas e leituras e avaliar o seu progresso. Identifique seus pontos fortes e fracos, peça a opinião de seus colegas e professores sobre como você está se saindo. Peça dicas para melhorar.

– desafiar-se e testar ideias. Quanto mais a gente aprende, mais quer aprender. Use esse tempo para se desafiar ou fazer experimentos e desenvolver projetos nas áreas em que mais se interessar.

A grande vantagem desse método é constância: você vai ver que pode chegar muito mais longe fazendo um pouquinho a cada dia do que fazendo muita coisa uma vez por ano. É só pensar no processo de leitura daqueles livros enormes que a gente pena para terminar: podemos até passar uns anos tentando ler um monte de páginas a cada seis meses, mas só conseguimos realmente terminar o livro quando assumimos o compromisso de ler um pouquinho a cada dia, mas com regularidade.

(Via Stanford).