Como encarar desafios e transformações profissionais?

Vivemos uma era hiperconectada, onde as pessoas consomem diferente, onde a propaganda não surte o mesmo efeito. Como enfrentar tantas barreiras e mudanças?

Fábio Bandeira de Mello, 23 de abril de 2018 (administradores.com)

Conhecimento. Essa é sua arma para encarar os constantes desafios e transformações que acontecem no mundo empresarial e também nas carreiras.

Nada é como antes. Vivemos uma era hiperconectada, onde as pessoas consomem diferente, onde a propaganda não surte o mesmo efeito.

Deixamos de ser meros receptores. Queremos nos relacionar mais, questionar mais, co-criar novos produtos e serviços. Compartilhar? Só aquilo que merece. Opinar? Sim, e sobre tudo.

A antiga relação patrão e trabalhador está fadada ao fim. O antigo Marketing nem funciona mais. As profissões mudaram, o profissional mudou.

Novos processos e tecnologias surgem a cada dia deixando tudo no presente obsoleto. Novas características e habilidades são necessárias para sobreviver a esse novo cenário.

Mas, como enfrentar tantas barreiras e mudanças?

Conhecimento. Essa é sua arma para encarar os constantes desafios e transformações que acontecem no mundo empresarial e também nas carreiras.

O texto virou vídeo para falarmos sobre o Administradores Premium, uma plataforma que é toda focada em conhecimento e ajuda nesta transformação. Vale a pena conferir.

Fonte: Administradores.com

Como escolher o curso que melhor se encaixa em seu perfil?

Veja um passo a passo para fazer sua escolha e conheça os perfis ideais de cada área

escolher o curso

Procure conhecer bem a si mesmo e aos cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão. E buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras “Jobs of the Future”, defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. “Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que á soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas – não necessariamente de trabalho, mas de vida”, diz ela.



Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade. Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado, converse com profissionais da área. Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito, nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico. É descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar a longo prazo – por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil. “Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele”, completa Denise.

COMO FAZER A ESCOLHA CERTA

  • Analise-se

Liste são suas habilidades, gostos e personalidade

  • Busque informações de fora

Procure as carreiras que permitirão aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessários para isso – como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. “Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural”, afirma Denise.

Ao longo desse processo, é bom considerar certas questões. Manoela Costa, gerente da PageTalent, uma consultoria especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees, listou algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo:

PERGUNTE-SE:

  • Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?
  • Eu conheço bem o curso que pretendo fazer? Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?
  • Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?

Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

SOBRE A PROFISSÃO QUE VOCÊ PENSA EM FAZER:

  • Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?
  • Que atividades terei de fazer e não vou gostar?
  • Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?
  • Que atividades não farei e não gostaria de fazer?

Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar. Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo. “O ideal seria a pessoa conseguir conciliar as duas coisas: habilidade e hobby”, diz Manoela.

A primeira etapa desse processo de escolha (o autoconhecimento) é com você. Na segunda, a gente pode ajudar. Conversamos com especialistas de cada uma das grandes áreas (saúde, administração e negócios, meio ambiente e ciências agrarias, ciências sociais e humanas, comunicação e informação, ciências exatas e informática) para descobrir qual o perfil dos alunos de cada curso e que habilidades eles precisam ter para se dar bem na carreira. Veja a tabela no início da matéria e clique em cada uma para descobrir.

Fonte: Guia do Estudante

9 carreiras estranhas que serão valorizadas no futuro

Hoje algumas profissões podem parecer bem anormais, mas elas vão explodir no mercado de trabalho em 2030.

Por Claudia Gasparini, de EXAME – 19 out 2017, 12h37

Profissão Policial Virtual

(4×6/iStock)

Com os avanços da ciência, algumas profissões já estão se tornando obsoletas — e muita gente perderá o emprego para robôs. Por outro lado, muitas outras carreiras deverão explodir graças ao progresso tecnológico.

Um levantamento da Michael Page, consultoria especializada no recrutamento de alta e média gerência, indica algumas ocupações curiosas que serão muito demandadas no futuro próximo.

A partir de 2030, o encurtamento das distâncias entre tecnologia, trabalho e sociedade darão um forte impulso nas seguintes carreiras, de acordo com Ricardo Basaglia, diretor-executivo da companhia:

1. Consultor de genoma

De acordo com Basaglia, os avanços da medicina diagnóstica devem impulsionar a carreira do “arquiteto de bebês”.

A função desse especialista em genética será oferecer possibilidades de prevenção de doenças e até alterações físicas em seres humanos que ainda não nasceram. “A função do consultor de genoma poderá ser tão comum quanto a do pediatra é nos dias de hoje”, afirma Basaglia.

2. Consultor de longevidade

As gerações do futuro viverão mais, e será necessário aprender a lidar com essa existência prolongada sem perder saúde, produtividade e alegria.

De acordo com o diretor da Michael Page, deverá haver uma intensa demanda por consultores de longevidade, isto é, especialistas em técnicas, projetos e serviços para tornar a terceira idade mais saudável. “O consultor de longevidade será um facilitador de atividades, viagens e programas específicos, sobretudo para pessoas com mais de 70 anos”, diz Basaglia.

Veja também: Compreenda a importância do pedagogo no ambiente hospitalar.

3. “Hacker” genético

No universo da tecnologia, o “hacker” é aquele que consegue fazer alterações em um sistema a partir de conhecimentos profundos sobre o seu funcionamento.

Transposto para o universo da biologia, o “hacker” genético será o profissional responsável por melhoramentos em nível celular, microbiológico, que já fazem parte do agronegócio, por exemplo, desde o advento dos transgênicos. Esse profissional também será demandado pela medicina, pelo esporte e por todas as atividades em que se busca superar os limites da performance humana.

4. Policial virtual

De um modo geral, as leis, tratados e acordos jurídicos foram pensados para um mundo “offline”. Com a popularização da internet, surge a necessidade de criar instrumentos para combater novas formas de violência.

“O policial digital será treinado para investigar fraudes, furtos, distorções, quebra de reputações, formação de quadrilhas, tráficos em diversas escalas, em suma, crimes que ocorrem por meio de dados, algoritmos, softwares”, explica Basaglia.

5. Especialista em simplicidade

Com o oceano de informações e tarefas que invade nossas vidas todos os dias, o mercado será cada vez mais receptivo a profissionais que saibam simplificar processos, discursos, serviços e produtos.

O mercado financeiro já contrata pessoas para comunicar e vender serviços de consultoria de investimento em um formato simplificado e agradável para o grande público. Em um futuro próximo, mais indústrias devem investir em conceitos de simplicidade para aproximar clientes da sua oferta.

6. Assessor de aprimoramento pessoal

Não é nenhuma novidade contratar pessoas externas para superar problemas pessoais ou profissionais — coaches, mentores e especialistas em mindfulness que o digam. De acordo com Basaglia, esse tipo de carreira deve se expandir ainda mais no futuro.

Os serviços de aprimoramento pessoal serão ainda mais personalizados e precisos, com a ajuda de disciplinas como neurociência, nanotecnologia e ciência dos dados. “Essa posição já está semeada na sociedade atual, e deverá ganhar muitas variações, pois a ideia de que é preciso evoluir será determinante para o futuro da humanidade”, diz o diretor da Michael Page.

7. Programador de entretenimento pessoal

Esse profissional atuará como uma espécie de consultor para ajudar a escolher séries, shows e restaurantes de que seus clientes mais têm probabilidade de gostar. Empresas como Google, Facebook e Amazon já contratam esse tipo de serviço.

Com o avanço da tecnologia, esses programadores farão um trabalho ainda mais sofisticado de mapeamento de hábitos de busca, consumo e engajamento, para posteriormente oferecer produtos, ofertas e publicidade às pessoas.

8. Curador de sustentabilidade

Segundo Basaglia, há um enorme potencial de desenvolvimento para tecnologias de previsão sobre os efeitos climáticos de furacões, inundações e secas persistentes. Essa inteligência será crucial para biólogos, geólogos, químicos e ambientalistas estudarem os fenômenos naturais quase em tempo real.

“Empresas e governos terão a responsabilidade de conter danos, recuperar estragos e quem sabe até recuperar espécies de plantas, animais e outros seres extintos”, afirma o diretor da Michael Page. “É consenso que a ciência paradigmática do século XXI será a biologia, a exemplo do que foi a física no século passado.”

9. Especialista em gestão de resíduos

Esse profissional será muito demandado no futuro próximo por causa da enorme quantidade de resíduos produzida e despejada de maneira imprópria na natureza.

“O lixo não poderá mais ser encarado como um campo meramente de contenção higiênica”, diz Basaglia. “A gestão de resíduos vai demandar tecnologia de ponta e será determinante para o sucesso da vida no planeta e para a exploração do potencial criativo da reciclagem”.

10 dúvidas comuns na escolha de uma profissão (e suas respostas)

Na hora de decidir qual profissão seguir, questões inquietantes não param de surgir. E não levá-las em consideração pode ser o seu maior erro, já que elas podem ser muito úteis para tomar a melhor decisão.

Por da redação – 3 ago 2017, 17h40 – Publicado em 3 ago 2017, 16h00 (Guia do estudante)

Escolhe profissional

Lisandra Matias, editora do Guia de Estudante Profissões Vestibular, está acostumada a ajudar estudantes com essas dúvidas. Em sua palestra em uma edição passada da Feira Guia do Estudante, ela listou as mais frequentes e sugeriu caminhos para solucioná-las. Confira e fique ligado: na Feira deste ano, que vai acontecer nos dias 14, 15 e 16 de setembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, você vai poder pegar muitas outras dicas.

1) “Por que é tão difícil decidir-me por uma carreira?”

A dificuldade é justamente essa “uma” carreira. Os orientadores dizem que a angústia da escolha profissional é a angústia de fazer qualquer escolha: você tem várias opções atraentes e precisa decidir-se apenas por uma. Ao escolher uma, você está abrindo mão das demais – e o problema é que a gente não quer perder nada, não é mesmo? Além disso, a decisão profissional é a primeira grande escolha que você, provavelmente, vai fazer na sua vida. E existe um grande peso em relação a isso, de que não se pode “errar”, pois o que está em jogo é o seu futuro (mas calma, lembre-se de que a escolha é apenas o seu próximo passo e não a definição do resto da sua vida). Daí toda a dificuldade que envolve a questão. E a dica aqui é não escolher o curso no escuro. Existe sim um jeito de escolher bem (veja a próxima questão).

2) “Como escolher o curso certo?”

No Guia do Estudante, costumamos dizer que existe sim uma fórmula mágica para a escolha do curso: autoconhecimento + conhecimento das profissões = escolha consciente!

No exercício de autoconhecimento, você deve considerar quais são as suas características, os seus interesses e os seus valores. É importante fazer também uma reflexão sobre o futuro: que estilo de vida você quer levar? Em que tipo de ambiente se sentiria bem trabalhando? Qual o perfil das pessoas com quem gostaria de conviver? É como se você esboçasse o seu “projeto de vida”.

Saber quais são os cursos e as profissões também é superimportante para você tomar conhecimento das diferentes possibilidades. Uma forma de fazer isso é pesquisando aqui mesmo no site do GUIA DO ESTUDANTE. Comece pela área em que tem mais interesse. Depois veja as opções de cursos. Analise o que faz o profissional, as áreas de atuação e como é o curso. Um bom exercício é fazer isso com um grupo de amigos – vocês se revezam na leitura e cada um conta para o grupo o que descobriu.

Aí é preciso combinar as características do curso e da profissão com o seu perfil.

3) “Devo fazer o que eu gosto ou o que dá dinheiro?”

A primeira coisa a considerar é que quem faz o que gosta, geralmente, faz bem. De nada adianta optar por uma área promissora, se você não se identifica com ela. Além disso, o mercado é dinâmico e nada garante que uma profissão rentável hoje se mantenha assim daqui a alguns anos. E ser bem-sucedido financeiramente não tem a ver com uma profissão em particular – todas as carreiras oferecem oportunidades de alcançar o sucesso. Portanto, vale mais a pena fazer o que se gosta.

4) “Como lidar com a opinião dos pais?”

Seus pais são as pessoas que mais o conhecem. Portanto, não despreze a opinião deles! Eles podem te ajudar na questão do autoconhecimento, junto com amigos e outros familiares. Mas que fique muito claro: a decisão final é exclusivamente sua! E no caso de haver pressão sobre a sua escolha, a melhor saída é ter uma conversa sincera, na qual você deve expor seu ponto de vista e seus argumentos (por isso é que também é importante se informar sobre os cursos e as profissões).

5) “Eu tenho vários interesses. Diferentes cursos me agradam. Como decidir?”

Ter vários interesses é muito comum e saudável! Procure avaliar qual ou quais desses interesses tem potencial para se transformar em uma profissão. Para isso, reúna o máximo de informações sobre cada opção e relembre a rotina do curso e do profissional. Veja se combina com o estilo de vida que você quer levar. E uma dica: saiba que é possível combinar duas áreas na mesma profissão. Um exemplo é um estudante que estava em dúvida entre Direito e Ciências Biológicas. Ele acabou cursando Direito, mas especializou-se em legislação ambiental.

6) “Nenhuma área me atrai. Como escolher?”

Descubra se você está com dificuldade de identificar um interesse ou se realmente não gosta de nada – em geral, é a primeira opção. Então, trabalhe o processo de autoconhecimento, buscando respostas para o que você quer da sua vida. Além disso, a impressão de que você não gosta de nada pode estar relacionada à limitação de conhecimento. A solução é informar-se melhor sobre os cursos e profissões. Por fim, para aqueles que não conseguem mesmo se decidir, uma saída é buscar ajuda especializada – os programas de orientação profissional.

7) “Vale a pena insistir num curso muito concorrido ou é melhor partir para outra?”

Isso vai depender da sua disposição em investir tempo e energia nessa escolha. Depende também da sua situação financeira ou da sua família – se é possível pagar ou não mais um ano de cursinho, por exemplo. É importante, ainda, observar se o seu desempenho e as suas possibilidades reais de aprovação melhoram à medida que você se prepara. E cuidado com o risco de “deixar o vestibular decidir”: prestar dois cursos e entrar no que passar. A decisão deve ser sua e não das circunstâncias.

8) “E se eu errar na escolha do curso e da profissão?”

Em primeiro lugar, reavalie o conceito de “errar”: pense na experiência que acumulou e que foi ela que permitiu perceber a necessidade de mudança. Outra coisa é que uma escolha profissional não é, necessariamente, “para sempre”: estamos constantemente mudando e novas possibilidades e interesses sempre podem surgir, mesmo para profissionais experientes. É claro que isso, no entanto, não significa fazer uma escolha descompromissada! Porém, se avaliou que é hora de mudar de rota, veja se a insatisfação não é momentânea (início do curso) ou se está relacionada a outros aspectos não ligados ao curso (distância da família, relação com a classe etc.). Também pense que uma mesma profissão permite muitas e diversas possibilidades de atuação.

9) “Como escolher a faculdade que vou cursar?”

Boa parte dos vestibulandos quer entrar numa universidade pública. Mas, quando isso não é possível, como escolher uma boa instituição? As avaliações do Ministério da Educação (MEC) são instrumentos importantes para verificar a qualidade dos cursos. Atente especificamente ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), que reúne num só indicador o desempenho dos estudantes no Enade, a qualidade dos professores e da infraestrutura do curso. Não deixe de ver também a Avaliação do Guia do Estudante (no próprio site, no descritivo de cada curso), que concede estrelas aos cursos (cinco estrelas, excelente; quatro estrelas, muito bom; e três estrelas, bom) a partir de uma pesquisa de opinião feita com mais de 6 mil coordenadores de curso e professores universitários de todo o Brasil. E visite a instituição, atente para as condições das instalações físicas, sinta o clima e tenha a sua própria percepção do local e do ambiente.

10) “Testes vocacionais ajudam?”

É importante considerar que esses testes devem ser encarados mais como um instrumento de autoconhecimento (ao identificar habilidades e interesses) do que uma resposta definitiva. Eles são úteis ao ajudar a traçar o seu perfil para relacionar com as atividades desempenhadas em cada profissão. Aqui no site, há vários deles. Um bom começo é passar pela Máquina de Profissões.

A Feira GE 2017

Em 2017, a Feira Guia do Estudante vai acontecer entre os dias 14 e 16 de setembrodas 9h às 20h, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Zona Norte de São Paulo.

Para participar é só se inscrever gratuitamente aqui.

 

 

Quero fazer 8 cursos. Por onde começar?

“Olá! Quero fazer oito cursos – sim, oito (psicologia, ciências sociais, filosofia, matemática, física, química, biologia e música). Por onde eu começo? Quanto tempo levaria para fazer todos esses cursos (com aproveitamento de crédito)? Compensa fazer isso tudo?” – Gabriel

A orientação profissional do Guia do Estudante responde.

Orientação Profissional

(Delpixart/iStock)

Ops! Quantos cursos, Gabriel! Vamos entender de onde vem tanta vontade assim? Algumas perguntas e tarefas podem ajudá-lo a selecionar e priorizar.

Leia também: Cursos online para atividades complementares.

  1. Primeiro organize seu raciocínio. Faça uma tabela com os 8 cursos (um do lado do outro). Preencha para um por um o (s) motivo (s) de querer fazer cada curso. Encontre no mínimo um motivo para cada um. Na linha seguinte da tabela coloque o que você imagina serem as atividades legais e recorrentes de cada profissão. Na próxima, preencha com os afazeres chatos.
  2. Agora pontue cada caixinha de 1 a 8, sendo 1 o que você menos gosta e o 8 o que mais gosta. Some os pontos de cada carreira e chegue no total. Quanto maior a pontuação, mais coerente a carreira será para você.

  3. Defina sua linha de corte. Quantas carreiras podem ser desempenhadas ao mesmo tempo? Aqui podia existir mágica, mas o dia segue tendo 24 horas. Então é uma questão de quantos cursos você consegue fazer ao mesmo tempo, considerando as aulas, atividades práticas e trabalho simultâneo ou estágios obrigatórios. Além disso há o investimento financeiro, se ele for um limitador para você.

Há muito mais do que só a graduação para aprender e evoluir intelectualmente. Depois da faculdade existem outras modalidades de estudo que podem complementar sua formação exigindo um tempo menor. Informe-se sobre cursos de pós-graduação e cursos livres, por exemplo.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br