Cuidado com esta regra para não passar vergonha ao falar inglês

Brasileiros tropeçam em uma das regras mais famosas, simples e importantes de inglês

Vergonha ao falar inglês

Vergonha: professor cita a regra que brasileiros mais erram (lofilolo/Thinkstock)

Quando você começa a estudar inglês, em poucas aulas vai aprender uma das regras mais famosas, simples e importantes desse idioma: a conjugação do verbo no presente da terceira pessoa do singular.

Acontece que essa também é uma das regras que os brasileiros mais erram!

Todos os dias, quando falamos português, conjugamos os verbos em muitos tempos diferentes, e na maioria das vezes não temos dificuldade com isso. As variações são tantas e a gente quase nem se dá conta disso. Olha só como o verbo “trabalhar” muda para essas três pessoas no tempo presente:

Eu trabalho

Nós trabalhamos

Eles trabalham

Agora repare como fica o mesmo verbo em inglês (“work”), também no presente:

I work

We work

They work

Muito mais fácil, não acha? O verbo simplesmente não muda, ele continua igual.

Mas nem sempre é desse jeito, e é aí que os alunos costumam errar. O verbo vai se manter o mesmo para todas as pessoas no presente, menos com he, she e it (usado para coisas e animais): sempre que você estiver falando de uma outra pessoa, você vai acrescentar a letra “s” no final do verbo.

Eu trabalho >> I work

Ela trabalha >> She works

Essa regra é muito importante e não deve ser negligenciada. Pare e pense por um minuto: o que você acharia de um estrangeiro que dissesse, em português, “o meu irmão ir ao trabalho de carro”? Pois é, esquecer de colocar o “s” no final do verbo é cometer esse mesmo erro.

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Por isso, não se esqueça: sempre que você falar de uma outra pessoa em inglês, no presente (porque passado e futuro é outra história), você vai colocar a letra “s” no final do verbo. Mas cuidado: isso só se aplica se você estiver falando de apenas uma pessoa, porque se for mais de uma será plural (they):

Bob works in a restaurant.

Susan works in a restaurant.

Bob and Susan work in a restaurant.

E, para finalizar, lembre-se dessas regrinhas de escrita:

1. Se o verbo terminar em “consoante + y”, você substitui o “y” por “ies”:

Eu estudo >> I study

Ela estuda >> She studies

2. Mas se o verbo terminar “vogal + y”, você apenas acrescenta o “s” normalmente:

Você compra >> You buy

Ele compra >> He buys

3. Verbos terminados em O – S – SH – CH – X recebem “es”:

Nós vamos >> We go

Ele vai >> He goes

4. O verbo “have” muda e fica “has”:

Eu tenho >> I have

Ela tem >> She has

Fonte: EXAME.com

Como a fluência do inglês pode impactar nos negócios?

O domínio do inglês é ausente nas diversas camadas da hierarquia, não apenas nas mais baixas

Luiza Meneghim , Administradores.com, 16 de novembro de 2017, às 11h35

No Brasil, a língua inglesa ainda é pouco difundida: segundo uma pesquisa realizada pela British Council, apenas 5% dos brasileiros falam o idioma, e menos de 3% têm fluência no mesmo. Outro estudo, realizado pela Education First Corporate Language Learning Solutions, mostra que 75% das empresas brasileiras consideram o uso de inglês muito útil no dia a dia, porém, esta é a mesma porcentagem de empresários que perdem oportunidades de negócios devido à falta de comunicação e dificuldades em expressões específicas do mundo corporativo.

O domínio do inglês é ausente nas diversas camadas da hierarquia, não apenas nas mais baixas. Uma pesquisa realizada com 100 diretores de Recursos Humanos no país mostra que, entre eles, 20% dos entrevistados dizem ter nível avançado, 45% nível intermediário e 35% dos entrevistados têm nível básico ou nenhum conhecimento, mesmo 80% afirmando que a fluência do idioma é importante para os negócios.


Se mesmo entre os diretores das empresas o nível de fluência em inglês é baixo, como motivar o estudo da segunda língua? Dados que mostram quanto o país deixou de faturar pela ineficiência na comunicação podem ser alarmantes: em 2016, estima-se que foram U$22,5 bilhões. Um exemplo claro de como a comunicação precária pode arruinar os negócios é o da empresa japonesa Sharp. Em um anúncio sobre o faturamento do semestre, a empresa divulgou estar com “sérias dúvidas” sobre seu futuro, o que fez com que as ações tivessem uma redução de 10%. Porém, a incerteza nas finanças da companhia era apenas um erro de tradução. Mesmo com as ações voltando a subir, o estrago já estava feito.

Nas empresas, algumas ações que podem ser feitas para aumentar a fluência de outro idioma são, por exemplo, o reembolso total ou parcial dos gastos com estudo de inglês, ofertas de bolsas de estudos, minicursos e workshops dentro das empresas para os colaboradores, maiores bonificações para empregados com domínio da língua, etc. Estas ações beneficiam ambos os lados: os funcionários, com o crescimento profissional, e as companhias, com uma maior rede de negócios.

Luiza Meneghim — Diretora-geral da My Target Idiomas

Desempenho em inglês piora no Brasil (mas 5 estados se destacam)

Segundo a EF Education First, Brasil tem nível mais fraco de inglês do que países como Vietnã e Nigéria. Mas isso não vale para todas as regiões do país.

Por Claudia Gasparini – Publicado em – 9 nov 2017, 06h00

Inglês

Inglês (Devonyu/Thinkstock)

O Brasil caiu da 40ª para a 41ª posição em novo ranking de proficiência em inglês divulgado recentemente pela EF Education First, empresa especializada no ensino de idiomas. Com essa classificação, o país se enquadra na categoria de “baixa proficiência” na língua.

A queda do Brasil foi registrada apesar de termos obtido uma nota (51,92) um pouco acima da registrada no ano passado (50,66). Com a nota, ficamos atrás de países como Nigéria (31º) e Vietnã (34º), e em último lugar entre os BRICS.


Feito anualmente, o estudo avaliou mais de 1 milhão de adultos que não têm o inglês como idioma nativo. Foram aplicados testes online de gramática, leitura e compreensão em mais de 80 países e territórios.

Desde a criação do ranking, o Brasil sempre esteve no grupo de proficiência “baixa” — exceto em 2012, quando caiu para a categoria “muito baixa”. Para alcançar o grau “moderado”, o país precisaria subir quase dois pontos no índice.

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Estamos em 4º lugar na América Latina — que ainda está abaixo da média global, apesar da melhora no desempenho da Colômbia e do Panamá. Apesar de ter obtido uma pontuação inferior à do ano passado, a Argentina é a melhor da região nesse quesito.

Embora o Brasil tenha sido enquadrado na categoria de “baixa proficiência”, nem todas as regiões foram tão mal no teste. O Distrito Federal obteve a melhor nota do país (53,73), com nível de domínio considerado “moderado”, assim como Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

O Mato Grosso ficou com a pior nota entre os estados brasileiros (45,40), quase dois pontos abaixo do Amazonas (47,23), penúltimo colocado do ranking nacional.

Veja a seguir a comparação entre 18 das 27 unidades federativas que entraram na avaliação. Os estados ausentes na lista não tiveram a quantidade mínima de participantes para ter relevância estatística:

UF Pontuação Faixa de proficiência
Distrito Federal 53,73 Moderada
Rio Grande do Sul 53,06 Moderada
Paraná 52,94 Moderada
São Paulo 52,89 Moderada
Santa Catarina 52,6 Moderada
Mato Grosso do Sul 52,48 Baixa
Rio de Janeiro 52,21 Baixa
Minas Gerais 51,03 Baixa
Ceará 50,89 Baixa
Maranhão 50,88 Baixa
Pernambuco 50,56 Baixa
Espírito Santo 49,96 Baixa
Paraíba 49,18 Baixa
Pará 48,5 Baixa
Rio Grande do Norte 48,45 Muito baixa
Bahia 48,42 Muito baixa
Goiás 48,24 Muito baixa
Amazonas 47,23 Muito baixa
Mato Grosso 45,4 Muito baixa

Ranking geral

Na comparação global, o 1º lugar ficou com a Holanda, cujo grau de proficiência é avaliado como “muito alto”, enquanto o último ficou com o Laos, cujo grau de domínio do idioma é considerado “muito baixo”.

A Europa lidera o ranking, com 8 países nas 10 primeiras posições. Já o Oriente Médio concentra os países com pior desempenho no teste.

De forma geral, as mulheres falam inglês melhor do que os homens, e os mais jovens têm nível de proficiência superior ao dos mais velhos.

conhecimento do inglês também é diretamente proporcional ao desenvolvimento econômico e social de cada país: aqueles com maior domínio da língua tendem a ter maiores níveis de qualidade de vida, renda per capita e investimento em inovação.

O relatório completo está disponível no site da EF Education First. Veja abaixo o ranking global, no qual foram analisados os 80 países que tiveram o número mínimo de participantes para entrar na avaliação:

Posição no ranking País Faixa de proficiência
1 Holanda Muito alta
2 Suécia Muito alta
3 Dinamarca Muito alta
4 Noruega Muito alta
5 Singapura Muito alta
6 Finlândia Muito alta
7 Luxemburgo Muito alta
8 África do Sul Muito alta
9 Alemanha Alta
10 Áustria Alta
11 Polônia Alta
12 Bélgica Alta
13 Malásia Alta
14 Suíça Alta
15 Filipinas Alta
16 Sérvia Alta
17 Romênia Alta
18 Portugal Alta
19 Hungria Alta
20 República Tcheca Alta
21 Eslováquia Alta
22 Bulgária Moderada
23 Grécia Moderada
24 Lituânia Moderada
25 Argentina Moderada
26 República Dominicana Moderada
27 Índia Moderada
28 Espanha Moderada
29 Hong Kong Moderada
30 Coreia do Sul Moderada
31 Nigéria Moderada
32 França Moderada
33 Itália Moderada
34 Vietnã Moderada
35 Costa Rica Moderada
36 China Baixa
37 Japão Baixa
38 Rússia Baixa
39 Indonésia Baixa
40 Taiwan Baixa
41 BRASIL Baixa
42 Macau Baixa
43 Uruguai Baixa
44 México Baixa
45 Chile Baixa
46 Bangladesh Baixa
47 Ucrânia Baixa
48 Cuba Baixa
49 Panamá Baixa
50 Peru Baixa
51 Colômbia Baixa
52 Paquistão Baixa
53 Tailândia Baixa
54 Guatemala Baixa
55 Equador Baixa
56 Tunísia Baixa
57 Emirados Árabes Unidos Baixa
58 Síria Muito baixa
59 Catar Muito baixa
60 Marrocos Muito baixa
61 Sri Lanka Muito baixa
62 Turquia Muito baixa
63 Jordânia Muito baixa
64 Azerbaijão Muito baixa
65 Irã Muito baixa
66 Egito Muito baixa
67 Cazaquistão Muito baixa
68 Venezuela Muito baixa
69 El Salvador Muito baixa
70 Omã Muito baixa
71 Mongólia Muito baixa
72 Arábia Saudita Muito baixa
73 Angola Muito baixa
74 Kuwait Muito baixa
75 Camarões Muito baixa
76 Argélia Muito baixa
77 Camboja Muito baixa
78 Líbia Muito baixa
79 Iraque Muito baixa
80 Laos Muito baixa

Fonte: EXAME.com

É melhor investir em um diploma de MBA ou Mestrado?

Tire todas as dúvidas sobre qual dos dois diplomas de pós-graduação é ideal para você

MBA ou Mestrado

(ismagilov/iStock)

Está na dúvida entre investir em um diploma de MBA ou mergulhar em um mestrado? É preciso deixar claro, em primeiro lugar, que as duas modalidades de pós-graduação podem ser bem-vindas para a sua carreira — tudo depende das suas necessidades.

Antes de explicar as diferenças entre as duas opções, o presidente da consultoria Produtive, Rafael Souto, lembra que MBA tem status de mestrado no exterior. A sigla, afinal, quer dizer Master of Business Administration, expressão em que “master” significa “mestre”.

No Brasil, alguns cursos de MBA são regulamentados e reconhecidos como mestrados profissionais pelo MEC, mas são minoria. Em grande parte, diz Souto, trata-se apenas de um “nome bonito” para uma especialização lato sensu, e não um programa stricto sensu, como mestrado e doutorado.

Mesmo nesse caso, porém, o MBA pode ser uma ótima pedida. “É um curso feito sob medida para o executivo, já que os horários das aulas são mais adaptáveis à agenda de quem trabalha o dia inteiro, e a carga de estudo não é tão pesada quanto a do mestrado”, explica o presidente da Produtive.

O networking oferecido por esse tipo de curso também pode ser mais vantajoso a depender dos seus objetivos. “No MBA você conhece pessoas do seu mercado, talvez até um futuro sócio”, diz o coach João Luiz Pasqual. “A vivência da pós-graduação stricto sensu também enriquece a sua rede de contatos, mas é provável que você conheça pessoas com mais foco no mundo acadêmico”.

Dito isso, um diploma de mestrado também tem diferenciais consideráveis. Confira a seguir os mais importantes, segundo os especialistas consultados:

1. É um diploma que traz “autoridade” na sua profissão

O rigor no processo seletivo, a profundidade das aulas e a intensa carga de estudos conferem grande respeitabilidade ao profissional com mestrado. “Passar por tudo isso dá uma consistência curricular que só o doutorado é capaz de desbancar”, explica Pasqual.

Claro que o MBA também pode conferir autoridade em diversos temas do universo corporativo, com destaque para gestão. Ainda assim, Pasqual conhece muitos profissionais que já têm MBA e estão correndo atrás de diplomas de mestrado ou até doutorado para deixar o currículo mais robusto.

Isso vem na esteira de uma maior aproximação entre o mundo acadêmico e o mercado, tradicionalmente bem separados. Segundo o coach, a ideia de que o pensamento cultivado na universidade é “teórico demais” está ultrapassada há pelo menos uma década.

“As empresas perceberam que quem tem conhecimentos mais profundos, trazidos pela academia, pode contribuir muito para os negócios”, afirma ele. Quem tem mestrado é visto como alguém com autoridade para falar sobre a própria área e contribuir com ideias relevantes para a empresa.

2. O título abre outras portas de trabalho

O diploma de mestre é exigido pela maioria das faculdades e universidades na hora de contratar um professor. Se você só tem um título lato sensu, como o MBA, dificilmente será escolhido para ocupar uma cadeira de docência.

De acordo com Pasqual, essa diferença pode ser decisiva se você considera dar aulas como uma alternativa de carreira. Essa opção é cada vez mais comum, já que cada vez mais universidades brasileiras estão abrindo espaço para professores com um pé no mundo corporativo.

Por outro lado, esse aspecto também pode ajudar a definir a sua preferência por um diploma mais voltado ao universo das empresas. “Caso você tenha certeza de que não quer a docência nem agora e nem no futuro, talvez seja melhor fazer um MBA no lugar do mestrado”, diz Souto.

3. O impacto sobre o salário é maior que o do MBA

Diplomas de pós-graduação lato sensu — caso da maioria dos programas de MBA disponíveis no mercado — são relativamente comuns. Segundo uma pesquisa da consultoria Produtive, 68% dos executivos brasileiros já têm um ou mais certificados desse tipo.

Já os que têm mestrado ou doutorado são apenas 9%, e essa raridade confere um status diferente ao profissional que detém o título stricto sensu.

Segundo o mesmo estudo, o salário médio dos executivos entrevistados é de 9,3 mil reais quando eles têm uma única pós-graduação lato sensu; 12,8 mil reais quando têm mais de uma pós-graduação desse tipo; e 13,8 mil reais quando o título é de mestrado ou doutorado.

Embora os valores se refiram ao mercado em 2014, Souto afirma que a tendência se mantém em 2017. “As empresas gostam de quem tem a profundidade acadêmica, e isso se reflete na remuneração”, explica.

Em tempo: tanto no caso do mestrado quanto no do MBA, o impacto salarial não costuma ser imediato. De acordo com Souto, é preciso entender que qualquer um dos cursos simplesmente ampliará sua “musculatura” profissional. Só depois de usá-la muito no cotidiano, a médio ou longo prazo, essa nova habilitação trará retornos para o seu bolso.

 

Quero fazer 8 cursos. Por onde começar?

“Olá! Quero fazer oito cursos – sim, oito (psicologia, ciências sociais, filosofia, matemática, física, química, biologia e música). Por onde eu começo? Quanto tempo levaria para fazer todos esses cursos (com aproveitamento de crédito)? Compensa fazer isso tudo?” – Gabriel

A orientação profissional do Guia do Estudante responde.

Orientação Profissional

(Delpixart/iStock)

Ops! Quantos cursos, Gabriel! Vamos entender de onde vem tanta vontade assim? Algumas perguntas e tarefas podem ajudá-lo a selecionar e priorizar.

Leia também: Cursos online para atividades complementares.

  1. Primeiro organize seu raciocínio. Faça uma tabela com os 8 cursos (um do lado do outro). Preencha para um por um o (s) motivo (s) de querer fazer cada curso. Encontre no mínimo um motivo para cada um. Na linha seguinte da tabela coloque o que você imagina serem as atividades legais e recorrentes de cada profissão. Na próxima, preencha com os afazeres chatos.
  2. Agora pontue cada caixinha de 1 a 8, sendo 1 o que você menos gosta e o 8 o que mais gosta. Some os pontos de cada carreira e chegue no total. Quanto maior a pontuação, mais coerente a carreira será para você.

  3. Defina sua linha de corte. Quantas carreiras podem ser desempenhadas ao mesmo tempo? Aqui podia existir mágica, mas o dia segue tendo 24 horas. Então é uma questão de quantos cursos você consegue fazer ao mesmo tempo, considerando as aulas, atividades práticas e trabalho simultâneo ou estágios obrigatórios. Além disso há o investimento financeiro, se ele for um limitador para você.

Há muito mais do que só a graduação para aprender e evoluir intelectualmente. Depois da faculdade existem outras modalidades de estudo que podem complementar sua formação exigindo um tempo menor. Informe-se sobre cursos de pós-graduação e cursos livres, por exemplo.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br