Currículo Profissional

Currículo profissional de hoje está com os dias contados; confira mudanças que ele sofrerá

Lucas Oggiam, gerente da consultoria de recrutamento Page Personnel, comentou as 4 principais mudanças na forma como ele é elaborado.

Currículo Profissional

(Shutterstock)

O modelo atual de currículos usado no mercado de trabalho tem uma data de validade, de acordo com Lucas Oggiam, gerente da consultoria de recrutamento Page Personnel. Ele afirma que o padrão atual do documento, onde as informações pessoais do candidato ocupam a maior parte do currículo, tende a “fazer parte apenas do passado”.

“Há um movimento de alterações nesse sentido. Os recrutadores e as empresas estão cada vez mais de olho nos resultados que os profissionais apresentam”, disse. Por isso, para ter maiores chances de avançar em um processo seletivo, é preciso que o profissional consiga incluir detalhes sobre os principais projetos e programas que já participou: “dados comprovados de eficiência, ganhos ou retornos financeiros costumam saltar aos olhos dos selecionados”, explicou.

Uma das primeiras mudanças que o modelo de currículos deve passar nos próximos anos é a eliminação dos dados pessoais e de formação acadêmica, que países como Europa e Estados Unidos já adotaram. Por lá, a tendência é de não avaliar a pessoa pela idade, sexo, estado civil, origem ou nome das instituições de ensino frequentadas. No Brasil, a situação está mudando aos poucos e o “currículo às cegas” está sendo cada vez mais usado. O mesmo acontece com a inclusão de fotos no currículo: segundo Oggiam ela é “totalmente desnecessária” na era das redes sociais e selfies e pode ser substituída por um link para o perfil profissional em uma rede social, como o LinkedIn, ou de portfólio.


A valorização dos resultados alcançados pelos candidatos leva a outra mudança, a extinção da citação das atribuições de determinado cargo. “Fica muito subjetivo avaliar um profissional por frases como responsável por, líder de, gestor em. É preciso muito mais do que isto. As empresas querem saber mesmo quanto essa pessoa trouxe de resultados reais por onde passou. Se fez um projeto de redução de gastos, qual foi o valor? É por aí que o candidato deverá se pautar”, explicou Oggiam.

O especialista cita ainda mais uma mudança, ainda questionadora: a tendência de que futuramente os currículos sejam elaborados em vídeo. “Pode ser que seja uma tendência para posições de suporte à gestão, mas ainda não é uma realidade. Já vale muito para processos de trainee, onde não há a exigência de muitas informações profissionais”, disse.

Fonte: Infomoney

dicas para a faculdade

10 dicas para quem está começando a faculdade

Como lidar com o nervosismo e dar conta de todas as atividades exigidas

Por da redação – 8 fev 2018, 17h06 – Publicado em 8 fev 2018, 06h48

dicas para a faculdade

(Imagem: iStock)

Depois de tanta expectativa pelo resultado do vestibular e de finalmente ver o seu nome na lista de aprovados, a ansiedade já começa a bater de novo, não é? A espera pelo começo das aulas provavelmente é a única coisa em que você pensa agora – e, junto com a vontade de descobrir novas possibilidades, vem também um pouco de insegurança. Sim, as coisas vão ser diferentes daqui para a frente, mas calma: não é nada impossível dar conta de tudo! Veja a seguir algumas dicas para começar a faculdade com o pé direito.

1 – Participe dos eventos. No começo do ano letivo as universidades costumam preparar vários eventos de recepção aos calouros, seja para conhecer melhor as matérias do seu curso, o seu departamento ou até mesmo as dependências físicas da própria instituição. Essas atividades são interessantes para que você não se sinta mais tão perdido e já possa conhecer os seus colegas de classe.

2 – Conheça as entidades. Além dos grêmios e centros acadêmicos, muitas universidades costumam ter outras entidades formadas exclusivamente por alunos, como as atléticas e empresas juniores. Espaços como esses são ótimos para conhecer pessoas novas e colocar em prática tudo o que você vê em sala de aula. Aproveite!

3 – Atividades complementaresParticipar de uma pesquisa de iniciação científica ou começar um estágio são atividades que podem acrescentar muito para a sua formação. Enquanto a pesquisa tem um tom mais acadêmico, o estágio ajuda a colocar em prática o conhecimento teórico adquirido durante a graduação. Procure conhecer as oportunidades oferecidas pela sua universidade e analise, de acordo com os seus objetivos, qual pode ser a melhor para você.

Leia também: Faça cursos livres online como atividades complementares

4 – Fique de olho nas finanças. O início da faculdade é um ótimo momento para começar a prestar atenção na maneira como você gasta seu dinheiro, principalmente se você for estudar em outra cidade (mas isso não deixa de ser importante para quem continuar morando com os pais, também). Considere fazer um orçamento mensal para entender os seus gastos e equilibrá-los para que não falte dinheiro no final do mês. Alguns sites e aplicativos, como Mint, Pocket Expense e You Need a Budget podem te ajudar a manter esse controle.

5 – Seja organizado. Ser organizado pode não ser algo natural para todos, mas é fundamental se esforçar ao máximo para dar conta de todas as atividades da faculdade. Para não se esquecer de nenhuma delas, você pode, por exemplo, montar um calendário com as tarefas e as datas em que elas devem ser entregues.

6 – Mantenha a leitura em dia. Você provavelmente vai ter que lidar com uma certa carga de leitura durante o semestre – principalmente se seu curso for Direito ou Letras, por exemplo. Os professores costumam passar toda a bibliografia que vai ser trabalhada ao longo das aulas já no início do semestre, o que possibilita organizar um calendário de leitura semanal ou quinzenal. Faça um esforço para manter um bom ritmo de leitura. Deixar para ler tudo perto das provas provavelmente será muito cansativo e você não conseguirá tirar um bom proveito de todo o conteúdo.


7 – Use a internet para o seu bem. Sim, é extremamente tentador ficar checando as redes sociais ao longo do dia. O que você talvez não imagine é que elas podem ser utilizadas para o bem do seu aprendizado: procure páginas relacionadas ao seu curso, interaja com alunos do mesmo curso mas de outra faculdade ou até mesmo tire dúvidas em grupos criados para discutir uma das matérias que você está estudando.

8 – Aprenda a cozinhar, se você ainda não sabe. Mesmo se você ainda mora com os seus pais, aprender a cozinhar o básico é bastante interessante para aproveitar ainda mais a independência que a faculdade te proporciona. Com a mudança na sua rotina, não serão raros os momentos em que você vai precisar se virar sozinho para ter o que comer – e viver só de comida congelada ou delivery não é bom nem para o seu bolso e nem para a sua saúde.

9 – Não tenha medo de pedir ajuda. É completamente normal que você se atrapalhe um pouco no começo da faculdade devido à quantidade de responsabilidades novas que surgem. Não tenha medo e nem vergonha: peça ajuda antes que tudo vire uma bola de neve e você saia prejudicado. Se estiver com dificuldades em uma matéria, peça ajuda a um colega ou ao professor; se estiver passando por dificuldades pessoais que interfiram no seu rendimento, procure alguém que possa lhe aconselhar e conversar sobre isso.

10 – Encontre o método de estudo que funciona melhor para você. Lembre-se: o professor da faculdade não vai manter uma cobrança diária tão forte quanto a de um professor do colégio. É preciso saber lidar com essa liberdade para que isso não atrapalhe o seu rendimento. Considere qual ritmo de estudo se encaixa melhor com a sua rotina e o seu perfil: você pode tanto estudar todo o conteúdo da semana ou da quinzena em um só dia quanto dividir ao longo dos dias.

Este post é parte da programação especial de fevereiro no Guia, que vai trazer dicas de organização de vida e de estudos para começar o ano letivo da melhor forma. Acompanhe todas as publicações da série aqui.

Fonte: Guia do Estudante

Ciência indica salário ideal para ser feliz – e não é tanto assim

Estudo sobre salário e felicidade traz uma conclusão surpreendente: o valor “mágico” para a satisfação com a vida pode ser menor do que você imagina

Salário Ideal

Salário Ideal (TAW4/Thinkstock)

Quanto maior o salário, mais feliz é um profissional? Segundo um estudo publicado por psicólogos norte-americanos na revista “Nature Human Behaviour”, a resposta é “sim” e “não”.

A partir de dados de 1,7 milhão de pessoas aferidos pela Gallup World Poll, a pesquisa descobriu que, quanto maior a remuneração, maior o grau de satisfação com a vida. Mas só até um certo valor. Depois desse limite, quanto maior o número impresso no holerite, menor o grau de felicidade.

O salário ideal para “satisfação máxima com a vida” gira em torno de 95 mil dólares por ano — algo como 25 mil reais por mês. Já uma experiência mais moderada de felicidade, que os estudiosos chamam de “bem-estar emocional”, exige menos: algo entre 60 mil e 75 mil dólares (ou 20 mil reais mensais).

Essas são apenas médias globais. Dependendo da região onde você vive, os valores podem variar drasticamente. Na América Latina, o profissional que ganhar 35 mil dólares por ano (ou 9,5 mil reais por mês) terá um nível intenso de felicidade com a vida.

Nos países mais ricos, é preciso ganhar mais para se satisfazer. Na Nova Zelândia e na Austrália, por exemplo, o valor ideal para “satisfação máxima” é 125 mil dólares anuais, o que corresponde a mais de 34 mil reais mensais.

Isso porque a autopercepção tende a ser influenciada pela comparação: quanto mais rica a sociedade como um todo, maiores as expectativas de cada indivíduo quanto às próprias finanças, explicam os pesquisadores.

Uma vez ultrapassado esse limite, porém, os profissionais “excessivamente” bem remunerados veem sua felicidade diminuir — pelo menos na América Latina e em outras 4 das 9 regiões estudadas.

O decréscimo na satisfação não é percebido nas emoções cotidianas, mas na avaliação geral da sua própria vida. Isso acontece porque profissionais extremamente bem pagos começam a se preocupar mais em se comparar a seus colegas — um tipo de competitividade que atrapalha o bem-estar.

“A remuneração é só um ingrediente da felicidade, e estamos aprendendo cada vez mais sobre os limites do dinheiro”, concluem os pesquisadores.

Veja a seguir os valores ideais para a satisfação com a vida, de acordo com a região estudada:

Região Salário ideal para a felicidade (em dólares/ano)
Média global 95 mil
Europa Ocidental e Escandinávia 10 mil
Europa Oriental e Bálcãs 45 mil
Austrália e Nova Zelândia 125 mil
Sudeste Asiático 70 mil
Ásia Oriental 110 mil
América Latina e Caribe 35 mil
América do Norte 105 mil
Oriente Médio e Norte da África 115 mil
África Subsariana 40 mil

Fonte: EXAME.com

Preguiça de Carnaval

5 dicas para vencer a preguiça após o carnaval

Mas como vencer a “preguiça” e deixar de procrastinar e nos tornarmos mais produtivos no trabalho?

Redação, Administradores.com, 

Preguiça de Carnaval

Preguiça de Carnaval (istock)

O verbo procrastinar tem haver com o deixar para depois. Após um período de descanso tendemos mais ainda a deixar para depois atividades no trabalho que exigem mais concentração. Como o descanso dos feriados, o famoso carnaval brasileiro.

Mas como vencer a “preguiça” e deixar de procrastinar e nos tornarmos mais produtivos no trabalho?

O ato de deixar para amanhã tarefas difíceis e que tiram a mente da zona de conforto é algo orgânico. Ou seja, todos os seres humanos são programados biologicamente para procrastinar e isso acontece porque o ato de deixar para depois têm haver com o medo e o medo existe desde o nascimento. Medo da tarefa não ficar boa, medo do cliente não gostar do que vamos entregar medo dos colaboradores que fazemos a gestão, medo de não ter retorno com a franquia ou com o próprio negócio, e etc.

A Universidade do Colorado divulgou recentemente que procrastinação e impulsividade podem ser agravadas por questões genéticas. Outro estudo feito pela Universidade de Carleton, no Canadá, mostra que procrastinar afeta a nossa saúde física e mental, e as pessoas que o realizam com frequência tendem a ter mais dores de cabeça e contraírem gripe mais fácil. Deixar para o dia seguinte uma atividade que pode ser feita sem interrupções pode ser algo positivo. Por isso, que procrastinar não é algo necessariamente ruim. O que a torna um hábito nocivo é o excesso dela, ou seja, quando vira rotina.

Leiza Oliveira, CEO da rede de franquias Minds Idiomas, faz a gestão de mais de 70 escolas. Nesses 10 anos, como qualquer empreendedora, teve os seus dias bons e ruins, e resolveu se aprofundar no tema para reduzir a procrastinação na sua rede de franchising e na sua própria rotina. Para ajudar você, Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas, lista 5 dicas para acabar com a procrastinação no seu trabalho: 

1. Combata a sua insegurança

Procrastinar tarefas complicadas tem haver com os nossos medos. Tem pessoas que tem medo do sucesso e não percebem. O primeiro passo para combater o “deixar para amanhã” é se observar. Vale escrever em um papel como se sente no momento em que aparece a preguiça. Dessa forma, terá refletido racionalmente sobre os seus sentimentos e fica mais fácil enfrentar as inseguranças. Outra dica é fazer terapia e conversar com amigos.

2. Não abuse da sua força de vontade

Desde que somos crianças ouvimos dos nossos pais e professores que com força de vontade é possível conquistar o mundo. É verdade que ela tem um papel fundamental na conquista dos objetivos, mas ela se esgota. Isso porque a força de vontade está ligada a energia cerebral e como sabemos a nossa mente fadiga após algum tempo sendo usada. O que te mantêm de pé de manhã, depois da noite mal dormida, produzindo bem e entregando resultados são os seus objetivos pessoais. Por isso, crie os objetivos de curto, médio e longo prazo. E comece devagar com eles. Com objetivos traçados fica mais fácil controlar a ansiedade e não se culpar quando a força de vontade findar.


3. Deixe abas de aplicativos fechadas e mantenha o celular longe

Essa dica parece ser óbvia, mas é a mais difícil de conseguir praticar. Isso acontece porque muitas profissões dependem das respostas instantâneas. Todavia, é comprovado que os seres humanos não são multitarefas e quando o fazem acabam não tendo foco e o resultado da entrega é duvidoso. Logo, avise clientes, parceiros, fornecedores e até seu chefe que nem sempre estará de olho nas telas. E caso seja algo urgente que podem te ligar. Telefonar está cada vez mais escasso, mas em tarefas como planejar, lidar com números ou mesmo escrever um texto, se manter longe dos eletrônicos é uma lição de ouro para completá-las. Vale estabelecer uma rotina de a cada 2 horas de atividade, um descanso de 20 minutos, que envolva mexer no celular e\ou tomar um café.

4. Coloque deadline\prazo para as suas tarefas

Vale colocar em uma planilha e acompanhar as suas tarefas diárias. Ao final do dia você terá o que executou no decorrer do dia e pode até fazer um relatório semanal para usar como folow up ou\e enviar ao seu gestor.

5. Pratique Mindfulness no trabalho

E eu não estou falando de meditar todos os dias. Se você conseguir fazer isso, ótimo! Mas esse última dica tem haver com o ato de manter os 5 sentidos no presente. A mente é elástica, por mais que no começo pareça difícil colocar a audição, visão, tato, paladar e olfato no presente, a prática tornará isso em hábito. O Mindfulness traz a concentração, a concentração leva ao desenvolvimento da tarefa e concomitantemente a conclusão dela. Ao finalizar as suas atividades, sem procrastinar, elevará a sua satisfação mental e o seu sucesso profissional!

Fonte: administradores.com

Como escolher o curso que melhor se encaixa em seu perfil?

Veja um passo a passo para fazer sua escolha e conheça os perfis ideais de cada área

escolher o curso

Procure conhecer bem a si mesmo e aos cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão. E buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras “Jobs of the Future”, defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. “Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que á soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas – não necessariamente de trabalho, mas de vida”, diz ela.



Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade. Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado, converse com profissionais da área. Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito, nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico. É descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar a longo prazo – por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil. “Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele”, completa Denise.

COMO FAZER A ESCOLHA CERTA

  • Analise-se

Liste são suas habilidades, gostos e personalidade

  • Busque informações de fora

Procure as carreiras que permitirão aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessários para isso – como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. “Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural”, afirma Denise.

Ao longo desse processo, é bom considerar certas questões. Manoela Costa, gerente da PageTalent, uma consultoria especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees, listou algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo:

PERGUNTE-SE:

  • Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?
  • Eu conheço bem o curso que pretendo fazer? Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?
  • Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?

Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

SOBRE A PROFISSÃO QUE VOCÊ PENSA EM FAZER:

  • Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?
  • Que atividades terei de fazer e não vou gostar?
  • Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?
  • Que atividades não farei e não gostaria de fazer?

Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar. Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo. “O ideal seria a pessoa conseguir conciliar as duas coisas: habilidade e hobby”, diz Manoela.

A primeira etapa desse processo de escolha (o autoconhecimento) é com você. Na segunda, a gente pode ajudar. Conversamos com especialistas de cada uma das grandes áreas (saúde, administração e negócios, meio ambiente e ciências agrarias, ciências sociais e humanas, comunicação e informação, ciências exatas e informática) para descobrir qual o perfil dos alunos de cada curso e que habilidades eles precisam ter para se dar bem na carreira. Veja a tabela no início da matéria e clique em cada uma para descobrir.

Fonte: Guia do Estudante