13 melhores reações para um feedback negativo

Confira 13 atitudes fundamentais para receber um comentário desfavorável e, a partir disso, melhorar.

Como reagir a um feedback negativo

Em algum momento da vida ou da carreira, todos nós teremos de confrontar uma reprimenda negativa ou comentário desabonador sobre trabalhos executados, produtos ou ações. Não importa se você segue uma carreira acadêmica, se é estudante, profissional ou se é dirigente de uma empresa e precisa lidar com comentários nas redes sociais todos os dias. Feedback negativo é uma realidade para todos.

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A diferença está em como reagir. Durante uma conferência sobre Inbound Marketing no ano passado, foi feita uma pesquisa de opinião junto a 57 palestrantes que participaram do evento. Eles foram questionados sobre o que fazem quando recebem um feedback negativo. O site Inc.com selecionou as 13 melhores recomendações.


1. Ouça

Antes de tudo, é necessário ouvir o que está sendo dito quando há um feedback negativo. Não apenas para compreender, mas para que a outra pessoa saiba que está sendo ouvida. “Muitas vezes, quando as pessoas estão chateadas, elas apenas querem ser ouvidas”, observa Jack Jostes, presidente da Ramblin Jackson.

2. Faça perguntas

Se houver espaço, questione o seu interlocutor sobre detalhes específicos do feedback para garantir que a compreensão seja clara e completa. “O primeiro impulso pode ser sair do momento desconfortável, mas a única maneira genuína de seguir adiante é garantindo a compreensão dos fatores por trás do feedback”, comenta Meghan Keaney Anderson, VP de marketing do HubSpot. “[É necessário] levar o feedback para um lugar menos generalizado e onde alguma ação possa ser tomada. Só então é possível fazer algo em relação a ele”, explica.

3. Agradeça

A sugestão mais simpels – e, frequentemente, a mais esquecida. Mesmo quando outra pessoa dá um feedback agressivo, é necessário agradecer pela atitude de compartilhar o que ela pensa. É uma ação apropriada em quase todas as situações. O agradecimento diante de uma opinião ríspida confere autoridade moral. Se a pessoa que emitiu a opinião realmente quer ajudar ou falou com sinceridade, a gratidão deve ser verdadeira, uma vez que aquela pessoa gastou tempo e esforço para, de alguma forma, se engajar com outra quando seria mais fácil ignorar. Além disso, a informação em si pode ser útil para a carreira ou negócios. “A única resposta real deve ser um ‘obrigado’ – e então tentar entender o que a pessoa disse e como ela pode ser ajudada”, conta Doug Kessler, cofundador da Velocity.

4. Não leve para o lado pessoal

Qualquer palavra mais ou menos agressiva mexe com os brios. Mas, novamente, é uma situação inevitável e, possivelmente, frequente. “Depois de colocar meu ego de lado, percebo que o único jeito de melhorar é aceitar o feedback construtivo e notar que sempre há espaço para melhorias”, considera o palestrante Bryn Drescher. “Eu também lembro a mim mesmo que não é possível agradar a todos, não importa o que faça, então é preciso ficar aberto aos feedbacks sem levar para o lado pessoal”, conclui.

5. Dê um tempo para esfriar a cabeça

Algumas pessoas podem agir sem pensar e responder a um feedback de maneira agressiva. Para os mais esquentados, a dica é não responder de cara. “Um dos melhores conselhos que recebi sobre como lidar com esse tipo de situação consiste em esperar 24h até reagir”, diz Rachel Sprung, gerente senior de growth marketing na Hubspot. “Durante esse tempo, é possível ir até o fundo do feedback e descobrir de onde ele vem e o que significa. Você também pode descobrir como se acalmar se estiver chateado ou for pego com a guarda baixa”, lembra.

6. Considere a fonte

Ninguém é imparcial, portanto nenhum feedback é completamente isento. Saber de onde ele vem e se a pessoa que fala tem experiência ou autoridade para dar aquele tipo de feedback pode ajudar a lidar melhor com o desconforto. “Descobri que muita gente que dá feedback negativo o faz por inveja ou porque estão irritadas por você ser o centro das atenções”, relata o palestrante Warren Greshes.

7. Use-o como oportunidade para aprender

Ja-Nae, autor de A equação da startup, conta que é possível aprender a partir de um feedback desfavorável. “Esse tipo de comentário sempre vem com um porquê. E quando você entende a razão pela qual alguém não se importa com você ou seu trabalho, então você sabe que não está dando o seu melhor”, ressalta.

8. Procure pela diferença entre o que você quis dizer e o que foi compreendido

Em muitos casos, feedbacks negativos ocorrem por uma comunicação mal feita. Quando um feedback negativo soa equivocado, “eu considero se eu simplesmente discordo da pessoa ou se ela teve a percepção errada”, diz Debbie Farese, diretora de marketing na HubSpot. “Se for a última alternativa, podem haver coisas que eu possa fazer para mudar as concepções erradas daquela pessoa e garantir que outras não tenham o mesmo entendimento equivocado”, afirma.

9. Ouça a sabedoria da multidão

Nas redes sociais, o feedback às vezes vêm agrupados às centenas ou milhares de vozes. Se várias pessoas tiveram a mesma percepção e responderam no mesmo tom, existe algo na mensagem que não pode ser ignorado. “Abraçar feedbacks negativos equivale a contratar hackers”, acredita Chester Branch, arquiteto de transmídia na MediaShift. “É normal que usuários finais entendam melhor o produto do que o fabricante inicial. Precisamos aceitar que vivemos em um movimento ‘prosumidor’, onde o cliente também é um pouco produtor”, conta.

10. Use-o para melhorar seu próprio feedback

“Ás vezes, o que eu posso aprender é como dar um feedback melhor para outras pessoas”, considera a coach Alexia Vernon. Isso é o mínimo que se pode aproveitar de um feedback negativo.

11. “Teste” sua resposta com outra pessoa

“Para negócios locais que recebem reviews negativos, eu sempre recomendo que eles deem uma resposta. Se a pessoa que postou é conhecida, ligue para ela para saber qual foi a experiência dela e como você pode ajudar”, conta Jostes. “Caso contrário, responda no próprio comentário. Faça o possível para não parecer defensivo. Faça com que outra pessoa leia a resposta para garantir que não há um tom negativo”, conclui.

12. Equilibre o mau com o bom

Uma dezena de elogios não têm o mesmo impacto de apenas um feedback negativo. É normal que o cérebro foque mais no aspecto desfavorável e nas críticas. Portanto, é necessário, às vezes, forçá-lo a aceitar os elogios tão bem quanto as críticas. “Eu trabalho duro gerenciando feedbacks bons e ruins. Se eu gasto 10 minutos analisando e me sentindo frustrado com um comentário desfavorável ou engajamento negativo, eu preciso gastar o mesmo tempo em bons comentários e elogios”, assinala o palestrante Brian Fanzo. “Eu entendo que não dá para agradar todo mundo, mas é comum passar 15 minutos analisando feedbacks negativos e menos de 30 segundos os positivos”, afirma.

13. Esqueça

A situação foi resolvida e esclarecida? Esqueça e siga em frente. Caso contrário, vai acumular estresse desnecessário e improdutivo. “Quando recebo um feedback negativo, tento seguir o processo de duas etapas: refletir e esquecer”, conta o trainador de vendas David Hoffeld. “Primeiro pergunto a mim mesmo o que posso aprender com o feedback. Uma vez que decido o que fazer, mentalmente dou uma ‘descarga’ no feedback. Eu não quero viver com nada negativo. Então, uma vez formado o plano de ação, eu paro de pensar no feedback, foco minha mente em outra coisa e sigo adiante”, explica.

Fonte: administradores.com

Vantagens e desvantagens da educação à distância

Pavlos Dias, gerente da Blackboard, fala sobre comportamentos que fazem o aluno de EAD se destacar no mercado de trabalho

Cursos Online

Foco, disciplina, responsabilidade e liderança. Essas são algumas das competências que a maioria dos empregadores procura em profissionais qualificados. Mas como o trabalhador adquire essas características? Para Pavlos Dias, gerente nacional da empresa Blackboard Brasil, esses comportamentos são percebidos em alunos que passaram por educação à distância, ou seja: cursaram uma graduação online.

Leia também: 10 motivos para fazer cursos online

Pavlos acredita que as universidades presenciais pecam ao destacar em sala de aula a teoria, muitas vezes deixando de lado a prática e não preparando o aluno para o mercado de trabalho que ele irá enfrentar. Já um curso à distância, na opinião dele, faz com que o estudante ganhe maturidade para se organizar e solucionar seus próprios problemas, o que o deixa mais apto para o mundo corporativo.
A Educação à Distância no Brasil, conhecida como EAD, tem crescido cada vez mais nos últimos tempos, totalizando, segundo um levantamento de 2014 realizado pela ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância), 1 840 cursos regulamentados e oferecidos por 48% das instituições que adotaram o método.
Em entrevista exclusiva à Você S/A, Pavlos Dias explicou um pouco mais sobre a educação à distância, realizando uma breve comparação com os cursos presenciais.
Como o curso faz para desenvolver as competências desejadas pelo mercado?
Pavlos: A estratégia utilizada varia de instituição para instituição, cada curso faz da sua maneira. Há diferentes tipos de curso, como, por exemplo, os que são focados em tecnologia. Existem diversas variáveis que influenciam no desenvolvimento das competências. O próprio processo faz com que o aluno desenvolva as características necessárias para o mercado. A própria natureza do estudo online realiza o desenvolvimento das competências. O aluno vai desenvolvendo o foco e a disciplina ao recorrer do curso.
Qual a diferença mais marcante entre o curso à distância e o presencial?
Pavlos: O presencial está mais próximo do aluno, então o professor consegue enxergar se o aluno está conseguindo entender, ver ali no olho dele se ele está acompanhando o conteúdo. Já o à distancia é diferente no método de monitoramento. O aluno passa a ser o agente central, a decidir quando vai estudar, como e quando vai entregar o trabalho. O aluno acaba sendo mais autônomo e desenvolvendo isso de maneira mais forte. Só essa diferença já faz com que se destaque o aluno do curso à distância.
O que leva o estudante a optar por um curso online no lugar de um presencial?
Pavlos: A escolha pelo online está mais ligada a outros fatores do que a ser organizado em si: a disponibilidade de horário, a questão financeira, onde o aluno mora… Isso tudo pesa muito mais na decisão do aluno, que pode migrar para a presencial ou sair do curso online por não se adaptar ao modelo.
Realizar um curso à distância não atrapalha no desenvolvimento de uma rede de contatos da área para o futuro? Como o aluno cria um networking?
Pavlos: Os ambientes presenciais e online são diferentes.  Eu acredito que muda um pouco a maneira de se relacionar, o estudante tem que se adaptar a outro modelo, mas a gente têm muitas ferramentas que facilitam isso, como os grupos no WhatsApp e outras redes sociais. Independentemente de serem colegas ou não, os alunos passam 24 horas conectados uns com os outros. E hoje no Brasil são poucos os cursos que são cem por cento à distância, eles ainda se encontram com os colegas. Não é oito ou oitenta, há o contato físico, encontros mensais ou semanais. Os próprios cursos que oferecem esses encontros, sempre há algum componente presencial.
Como o mercado de trabalho vê o profissional que realizou um curso à distância ao invés de um presencial?
Pavlos: A educação à distância no Brasil é relativamente nova. Se a gente olhar para trás, tem toda uma história do ensino superior crescendo desde os anos 1970. Depois de uma segunda onda de crescimento na educação, surgiu o EAD nos últimos 10 anos. Quando você olha como isso é novo, é normal ter certa resistência. Mas isso caiu, hoje em dia é cada vez menor. É muito comum uma instituição não perguntar como foi o curso, presencial ou online, mas o próprio aluno acaba revelando isso. É mais relevante mostrar o que o profissional sabe, as técnicas do que o curso que ele realizou. As empresas não estão mais preocupadas em como os alunos realizaram os cursos, e estão mais abertas para receber esses alunos. Hoje cada dia mais a gente vê o sucesso desses alunos e do seu processo de aprendizado.
Fonte: vocesa.uol.com.br

6 dicas do RH do Google para uma boa entrevista de emprego

Chefe da área de pessoas do Google global desde 2006, Laszlo Bock é o responsável por atrair, desenvolver e reter os talentos da empresa – chamados de googlers. Desde então, sob sua liderança, o Google foi considerado ‘Melhor empresa para se trabalhar’ mais de trinta vezes em todo o mundo e recebeu mais de 100 prêmios como um dos empregadores favoritos no mercado.

6 dicas do RH do Google para uma boa entrevista de emprego

Veja também: Cursos online qualificam de forma rápida.

Quando o assunto é entrevistas de emprego, ele já esteve dos dois lados da mesa. Baseado em sua experiência pessoal, compartilhou em sua página no LinkedIn seis dicas de como se dar bem nessas entrevistas:

1. Advinhe o futuro
Você pode antecipar 90% das perguntas que serão feitas durante a entrevista. Três delas são bastante comuns: “Me fale um pouco sobre você?”, “Qual é sua maior fraqueza?” e “Qual é o seu maior ponto forte?”. Ainda assim, as demais perguntas fazem parte de uma lista fácil de advinhar, como “Por que você quer este trabalho?” ou “Me conte um problema difícil que você tenha resolvido”. Se você não consegue pensar em nenhuma, busque no Google ‘perguntas mais comuns em entrevistas’. Em seguida, anote as vinte melhores perguntas que você acha que vão fazer parte da sua entrevista.

2. Planeje o ataque
Para cada pergunta dessa lista, escreva uma resposta adequada. Sim, eu sei que não é uma tarefa fácil escrever essas resposta. É difícil e frustrante, porém faz com que o raciocínio das respostas fique gravado na sua cabeça – e isso é muito importante. Você deve dar respostas rápidas e automáticas. Não vale a pena deixar para pensar em todas as respostas somente na hora da entrevista.

3. Tenha um plano B
Na realidade, para cada uma das perguntas da sua lista, você deve escrever três respostas. Por que? Você precisa ter uma resposta diferente e igualmente boa para cada questionamento do entrevistador, caso você sinta, na hora da entrevista, que uma das respostas não vai fazer tanto sentido no contexto da conversa.

4. Prove-se
Cada questão deve ser respondida com uma história que prova que você pode fazer aquilo que estão te perguntado. A pergunta “Como é que você lidera?” deve ser respondida com “Eu sou um líder colaborativo/decisivo/determinado/etc. Vou contar sobre a ocasião em que eu…”. Sempre conte uma história ou traga fatos para provar que você é o que você diz que é.

5. Leia o ambiente
Olhe em volta. Concentre-se no entrevistador. Nos primeiros dez segundos da entrevista, veja se há alguma coisa em seu escritório que você tenha percebido e possa usar para fazer uma conexão? Um livro em uma prateleira? A foto de família? Uma pintura? Leia o entrevistador: sua linguagem corporal está aberta ou fechada? Ele está cansado e você deve tentar animá-lo? Ele está gostando da sua linha de raciocínio ou você deve mudar de direção?

6. Pratique
Quando eu estava no segundo ano da graduação em administração, eu pratiquei minhas respostas – em voz alta – até conseguir contar cada história bem. Meu companheiro de quarto entrou um dia no dormitório e me viu sentado no sofá recitando uma vez atrás da outra por que eu considerava que era um grande líder. Ele imaginou que eu estava preso em algum circuito de auto-ajuda de afirmação pessoal, ou algo do tipo. Mas logo depois eu consegui sete ofertas de emprego de cinco empresas diferentes (isso é outra história) e estava prestes a obter mais seis no momento em que parei de buscar. Como isso é possível? Prática.

Fonte: exame.abril.com.br

Atividades Complementares

Atividades Complementares e Progressão Funcional

Atividades complementares são atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional.

Atividades Complementares

Com o fim do período letivo se aproximando nas principais universidades brasileiras, o número de alunos com necessidade de completar horas em Atividades Complementares (também conhecidas como ACO) aumenta consideravelmente.

Cursos rápidos

Todos os cursos do site podem ser utilizados como Atividades Complementares, obedecendo a carga horária de cada um. Veja a lista de cursos e a carga horária de cada um deles. Com mais de 120 mil alunos já qualificados, o Cursos 24 Horas conta com grande prestígio junto às principais Faculdades e Universidades brasileiras.

Os certificados dos cursos feitos em nosso site são válidos em todo o Brasil e podem ser utilizados em Faculdades, Universidades, Concursos Públicos, Provas de Título, entre outros.

Há também um grande número de Funcionários Públicos que utilizam os cursos para a Progressão Funcional. Temos planos especiais para atender todos os tipos de alunos, em caso de dúvidas, contate-nos.

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