Como você sabe que não consegue?

Se não sabe, por que você diria isso em voz alta? Por que você se permitiria a pensar nisso? Alcançar o sucesso é duro bastante sem você duvidar de suas próprias habilidades.

Dan Waldschmidt, 16 de novembro de 2016 – Administradores.com

Objetivos

Como você sabe que não consegue alcançar aquele objetivo?

Se não sabe, por que você diria isso em voz alta? Por que você se permitiria a pensar nisso? Alcançar o sucesso é duro bastante sem você duvidar de suas próprias habilidades.
É difícil ser bem sucedido. A rotina diária pode abatê-lo e convencê-lo que seu objetivo não é tão importante como você acreditava que era. É uma batalha por foco e energia, paixão e progresso.

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Então, quando você for confrontado com uma escolha de acreditar ou não acreditar, você deve dar uma chance à si mesmo. Você deve acreditar que pode fazer o que parece impossivelmente louco. Não porque você tem sorte. Não porque você é esperançoso. Mas porque você sabe o quanto isso importa e quanto você deseja alcançar esse objetivo.

Você não vai parar. Você não vai considerar recuar. Vocês está comprometido até o fim. Quando você se encontrar em um momento de descrença, seja deliberado sobre lutar contra essa dúvida. Acredite em si mesmo. Aposte na sua capacidade de se comprometer. Como você sabe que não pode? Você pode.

8 lições para quem quer empreender

Advertência: empreender não é algo fácil, não existe receita de bolo e o que dá certo para um empreendedor pode não dar certo para outro. Você pode, inclusive, ignorar algum desses princípios e ter sucesso. De qualquer forma, não poderia deixar de compartilhar com você algumas lições que extraí ao longo de 15 anos à frente do Administradores.com. Vamos lá?

1. Mente de Principiante – Este é o princípio mais importante de toda essa lista. Só conseguimos evoluir quando reconhecemos que temos muito ainda a aprender. O célebre mestre zen Shunryu Suzuki resumiu tudo nessa frase: “há muitas possibilidades na mente do principiante, mas poucas na do perito”. Quando alguém tem a ilusão de que sabe muito, automaticamente se fecha para o novo. A mente do principiante, pelo contrário, é genuinamente humilde e ávida por aprender. Somente essa postura abre espaço para o verdadeiro crescimento pessoal e profissional.

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2. Faça perguntas – Sim. Faça perguntas para os outros e, sobretudo, para si mesmo. Quando alguém nos pergunta algo, automaticamente nosso cérebro se ativa no sentido de encontrar uma resposta. Quando fazemos uma pergunta a nós mesmos, o mecanismo é o mesmo. Empreendedores estão a todo momento se perguntando coisas do tipo: “o que eu devo fazer para conquistar mais clientes?”, “como devo melhorar meu negócio?”, “o que meus clientes precisam?”, “se eu fosse meu cliente, que imagem eu teria da minha empresa?”… Perguntas evocam respostas – e esse mecanismo é extremamente poderoso.

3. Não trabalhe pelo dinheiro – Muita gente tem a vontade de começar a empreender para ganhar mais dinheiro. São justamente essas pessoas que jogam a toalha alguns meses depois de abrirem o seu negócio. Quando o dinheiro não aparece, quando o caixa fica negativo, quem se motiva unicamente por resultados financeiros fica logo desmotivado. Quando comecei o meu próprio negócio, nem me lembro de quando fui receber alguma coisa. Mas me recordo totalmente da felicidade que ficava a cada e-mail recebido com algum comentário do tipo “ei, o seu site tem feito a diferença em minha vida”.Quando o negócio tem um propósito relevante, o empreendedor se entusiasma simplesmente em perseguir a sua missão.

4. Quedas fortalecem – Você pode até tomar lições de como andar de bicicleta em algum livro ou site, mas só na prática você aprenderá a pedalar – e isso implica muitas quedas e barbeiragens até você pegar o jeito. Empreender não é muito diferente. Você irá errar – e isso é inevitável. Não se condene ao cometer algum erro. Reconheça, corrija e aprenda.

Fonte: administradores.com.br

Herdeiro da Natura oferece cursos de porta em porta

Após algumas incursões como empresário, Fernando Seabra atribui ao acaso o fato de neste momento investir no mercado de venda direta

Titan Educação Vidas

Herdeiro de Luiz Seabra, sócio-fundador da Natura, ele vem refazendo o caminho tantas vezes percorrido pelo pai famoso: o empreendedor bate ponto em reuniões para convencer donas de casa e chefes de família a investirem em seu produto para engrossar o orçamento no final do mês.

Longe de cremes para o rosto, perfumes ou maquiagens, o negócio de Fernando Seabra envolve módulos de aprendizagem de idiomas, preparatórios para o Enem ou programas profissionalizantes de cinco horas a nove meses de duração.

Batizada de Titan Educação, Seabra investiu R$ 10 milhões e um ano e meio de planejamento para lançar uma startup que comercializa educação à distância em um formato de venda direta chamado ‘multinível’.

-Saiba mais sobre a Titan Educação.

O modelo possibilita que o revendedor recrute indiretamente outros vendedores, participando posteriormente nos resultados do seu grupo nas vendas de porta em porta.

O problema é que, apesar de explorado com sucesso no Brasil por marcas como Herbalife e Mary Kay, o sistema tem histórico de insucessos ou marcas mal-intencionadas, que ocultam dentro do modelo o esquema da pirâmide, que é crime no Brasil – quando o serviço ou produto oferecido ou não existe de fato ou não é a fonte principal dos recursos obtidos pela empresa.

“O marketing multinível é delicado, com marcas excelentes e outros negócios não tão sérios. Mas eu analisei profundamente esse conceito e concluí que é muito forte para o mercado de educação à distância”, afirma Seabra, que há dois anos é sócio de outros dois empreendimentos no segmento, a eVox e a Help Provas.

Integrando conteúdo de fornecedores parceiros, como a Endeavor e a britânica Pearson, a startup oferece uma centena de cursos agrupados em sete áreas de conhecimento. Dessa maneira, Seabra pretende em um ano levantar um faturamento bruto médio de R$ 60 milhões.

Para alcançar a meta, Fernando Seabra tem a tarefa de recrutar até fevereiro do ano que vem 100 mil revendedores, que ele chama de empreendedores. Para integrar a base de revendedores, a empresa cobra uma taxa de adesão de R$ 69 e o relacionamento é de compra e revenda.

“O empreendedor compra os cursos entre 30% e 50% abaixo do valor que vai vender. Já temos 10 mil empreendedores”, conta ele, que para convencê-los projeta uma receita mensal de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil “desde que se empenhem”, diz.

O empreendedor dá ainda outras dicas sobre os motivos que o levam a apostar não apenas no segmento, mas nesse modelo de comercialização de educação no País. “Todo mundo que vende Tupperware, Herbalife, cosméticos e roupas com a venda direta vive um momento de relacionamento, de interação com o usuário final que também consome educação e que pode consumir nossos produtos”, afirma Seabra.

“Existem 4,5 milhões de revendedores de venda direta no Brasil. Acho que nosso produto se ajusta a 20% desse total.”

De acordo com análise de Onófrio Notarnicola Filho, professor de tecnologia em inovação e especialista da Associação Brasileira de Educação a Distância, o modelo de venda direta proposto pelo empresário é, além de novo e até inusitado, bem-vindo para um segmento que, segundo o próprio especialista, demanda novidades em seu formato atual de comercialização.

“É um modelo novo, precisamos observar. Mas eu acredito na venda direta como ferramenta de comercialização”, afirma o especialista, que faz um alerta sobre o perfil de cursos adequados para o sistema e que despertam o interesse do cliente. “Observamos que cursos rápidos tendem a ser melhor recebidos pelo consumidor do que os cursos longos”, afirma.

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Fonte: Estadão Conteúdo

10 hábitos de pessoas ricas que podem ser úteis para sua vida

Inúmeros fatores são necessários para que uma empresa seja bem-sucedida.

É necessário ter uma boa ideia, escolher um segmento, desenvolver um projeto, lançá-lo e convencer as pessoas a comprar seu produto ou serviço. Os caminhos para o sucesso profissional são vários. Até por isso, não há uma receita para levar um empreendedor ao topo.

Após criar um bom negócio, surge outro desafio: é preciso acumular capital, seja para reinvestir na empresa ou para benefício próprio. Além da criatividade para pensar e desenvolver um projeto, o empreendedor deve ter cuidado para não gastar tudo o que ganhou.

Segundo o consultor Tom Corley, uma boa maneira de ter sucesso ao empreender e guardar dinheiro é se espelhar no que pessoas ricas fazem. Corley afirma que a parcela mais abastada da população tem muitos hábitos em comum. Ele os listou no livro “Hábitos ricos: os hábitos diários de sucesso de indivíduos endinheirados”, publicado nos Estados Unidos. Um artigo da “Inc.” aborda algumas dessas práticas. Confira:

1. Crie metas
Empreendedores de sucesso adoram metas, de acordo com Corley. Eles traçam objetivos no curto, no médio e no longo prazo. Um hábito comum é fazer uma lista de tarefas do que deve ser feito no dia seguinte. Além disso, é comum que os mais abastados estabeleçam metas semanais, mensais e até anuais. Vale ressaltar que não basta só colocar o que você quer conquistar em um papel – ao criar um objetivo, pense em um plano para concretizá-lo.

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2. Cuide da saúde

Corley diz que quase a totalidade dos empreendedores milionários se exercita. O raciocínio, segundo o especialista, é simples: quem não precisa se preocupar com dinheiro até o fim da vida quer aproveitar, pelo máximo de tempo possível, o que tem. Ter alimentação saudável e uma higiene apropriada, além de ir ao médico regularmente, também são práticas importantes.

3. Dedique um tempo para o networking
Empreendedores bem-sucedidos se relacionam o tempo todo. Eles reservam uma parte de seu dia para fazer contatos ou manter pessoas importantes por perto. Corley recomenda que o horário de almoço seja usado, exclusivamente, para esse tipo de relacionamento. Se não for possível, aproveite ao máximo os eventos em que estiver presente.

4. Aproveite com moderação
Excessos não combinam com os ricos do livro de Corley. Ou seja, é necessário beber, comer e trabalhar com moderação.

5. Não procrastine
Se você pode realizar uma tarefa hoje, não a deixe para amanhã. Todos têm assuntos difíceis a resolver, mas empreendedores de sucesso fazem o possível para superá-los. Ao não procrastinar, o empreendedor não acumula trabalho e consegue balancear melhor o cronograma.

6. Seja otimista
Corley recomenda um exercício: pense na pessoa mais bem-sucedida que você conhece. Ela é otimista ou pessimista? O especialista não lê seus pensamentos, mas supõe que você pensou em um indivíduo entusiasmado, com energia e um sorriso estampado na cara. De acordo com o americano, devemos ter uma atitude positiva com relação à vida. Assim, encaramos um problema como uma oportunidade.

7. Não torre sua grana
O autor afirma que quem é rico economiza entre 10% e 20% dos ganhos. O dinheiro vai para a poupança, investimentos ou um plano de previdência privada. Se você não guarda tudo isso – ou nada – é melhor fazê-lo. Para Corley, tal porcentual pode ser atingido ao cortar gastos supérfluos, como idas excessivas ao restaurante ou roupas caras demais.

8. Desligue a TV e vá ler um livro
Corley diz que é comum, entre os mais ricos, limitar o tempo frente à TV a uma hora diária. Ou menos. A leitura, por outro lado, é comum – por meia hora ou mais. Para os mais abastados, cada segundo é precioso. Por isso, vale mais a pela ler algo edificante do que assistir a algo nem sempre inteligente.

9. Fale menos e escute mais
É simples: ao ouvir, você aprende. Ao abrir a boca e falar demais, você pode se comprometer.

10. Não desista
Para chegar ao topo, empreendedores bem-sucedidos escalaram uma montanha – e é provável que tenham tropeçado ali e acolá. A diferença entre eles e os fracassados é que eles não desistem. Eles mudam de negócio, tentam algo novo e procuram ajuda. Por isso, se preciso, mude de direção, mas ande sempre para a frente.

Fonte:

10 passos para você tomar coragem e empreender

Empreender não é fácil. Entre a ideia inicial e a inauguração de um negócio, há vários obstáculos, que podem tornar o processo de criação longo. “O tempo de abertura varia muito, mas pode levar de seis meses a um ano, dependendo da atividade da empresa”, afirma Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper. Se o negócio exigir um protótipo, por exemplo, prepare-se para um prazo mais próximo dos 12 meses. Se o projeto for virtual, esse tempo pode ser menor.

Empreender

É necessário ter coragem para empreender, não importa o tipo do negócio. Qualquer obstáculo pode ser encarado como um empecilho para não agir. Já pensou que um futuro brilhante pode escapar de suas mãos por causa de uma desculpa esfarrapada?

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Para ajudar empreendedores a tomar coragem e realizar seus sonhos, o professor Nakagawa enumera algumas dicas importantes. Fique atento:

– Misture-se a outros empreendedores: Há encontros de empreendedorismo em muitas cidades. Essas reuniões são essenciais tanto para quem já tem um negócio quanto para os que procuram inspiração para abrir uma empresa. É nelas que você poderá encontrar sócios, parceiros e clientes, além de ouvir histórias de sucesso e fracassos – essenciais para quem está no começo.

– Aprenda a planejar o negócio: Para fazer isso, há duas formas principais, uma para negócios tradicionais (offline) e outra para os digitais. Se sua empresa oferece um produto ou serviço que já existe, comece traçando um plano de negócios. Com ele tudo ficará mais claro. Se o negócio for virtual, será preciso iniciar por uma forma simplificada do que você pretende oferecer. Assim será possível sentir o mercado e planejar, testando diretamente o protótipo (ou a fase beta do negócio). Dessa forma mais interativa também será possível receber mais retorno de clientes e usuários do produto ou serviço.

– Busque o sócio ideal: normalmente, toda empresa tem pessoas com duas competências: fazer e vender. Antes de abrir um negócio, tenha claro se você é do time dos que fazem ou dos que vendem. Idealmente, toda empresa tem pelo menos dois sócios, cada um com sua característica principal. Dividir as tarefas é importante para fazer o negócio engrenar. Se você acumular as duas funções, sua vida pessoal irá se tornar um caos, especialmente se você usar o dia para vender a ideia e a noite para realizá-la. Encontre pessoas com capacidades complementares às suas. O início do processo de empreender é estafante e requer muita dedicação.

– Tente (pelo menos!) fazer uma previsão do fluxo de caixa do negócio: de quanto você vai precisar para abrir o negócio? Depois de quanto tempo o caixa deverá se tornar positivo? Isso é essencial para se planejar financeiramente, especialmente se você tiver muitas contas para pagar e for o principal suporte financeiro da família. Esteja preparado para enfrentar as dificuldades iniciais e não desistir facilmente de uma boa ideia por precisar voltar a ter um salário. Se seu perfil for o de uma pessoa que só consegue ter sossego com um bom saldo na conta bancária, aumente a poupança enquanto tiver um salário fixo, por exemplo, para se sentir mais seguro depois.

– Seu preparo psicológico poderá ser até mais importante que o planejamento estratégico: ele varia muito de pessoa para pessoa, mas fique atento a pontos essenciais, como a dependência do trabalho em grupo, a estabilidade financeira, o peso da vida pessoal etc. É essencial buscar pelo menos um ou dois mentores e fazer reuniões a cada dois ou três meses para conversar sobre como vai a vida empreendedora e também a pessoal. Na ânsia de fazer o negócio se tornar realidade, muitos empreendedores abrem mão de suas vidas pessoais. Os mentores podem ajudá-lo a permanecer com os pés no chão e balancear as necessidades do negócio e de sua vida fora dele.

No futuro, os mentores poderão integrar o conselho de orientação e/ou administração da empresa. Ao escolher esses conselheiros, considere três perfis diferentes. O primeiro pode ser alguém que entenda de gestão. Vale chamar um amigo que trabalhe numa grande empresa e que seja capaz de traduzir técnicas de gestão usadas no dia a dia para uma pequena empresa. Outro mentor pode ser um estudioso de negócios, que traga ideias novas. Vale um professor e até um estudante de administração de empresas. O terceiro mentor pode ser um cliente que é amigo e possa criticar seu negócio do ponto de vista do consumidor. Além de ajudar a empresa a se tornar mais sólida, os conselheiros são importantes para torná-la mais profissional. É para eles que você deverá apresentar seus resultados, por exemplo.

– Divida seu tempo: antes de começar o negócio, sente com sua família e tenha uma conversa franca. Prepare-se (e prepare-os) para o período até o ponto de equilíbrio da empresa (quando ela sai do vermelho e começa a pelo menos não dar prejuízo). Tenha claro que essa fase será de muito trabalho (sabe aquela história de 100% transpiração? É bem por aí!) e que você terá pouco tempo para se dedicar à família e aos amigos. Toda essa preparação faz parte do investimento emocional de empreender. Depois que o negócio andar com as próprias pernas, equilibre suas vidas pessoal e profissional. Empreendedor também precisa ter descanso, tirar férias… Use a sazonalidade do negócio, por exemplo, para tirar dias de folga, viajar com a família e relaxar.

– Interaja com seu mercado consumidor:  Isso é essencial sempre, mas especialmente nos primeiros seis meses, durante a elaboração do seu plano de negócios ou do protótipo de seu produto. Vá a feiras e eventos voltados ao seu público, converse com as pessoas, mostre seu projeto.

– Contrate bons profissionais: uma das principais dores de cabeça dos empreendedores está na contratação de uma empresa de contabilidade. Para evitar problemas, converse com outros empreendedores e conheça pelo menos cinco clientes do contador que pretende contratar antes de fechar o contrato. Seu contador precisa ser “invisível” na empresa. Se a presença dele for muito frequente, será um sinal de que algo vai mal.

– Esteja ao lado da lei: tirar alvarás de funcionamento, autorizações e outros documentos públicos requer tempo. Em geral, demora-se bastante para acertar todos os detalhes do negócio. Fique atento ao período também. Uma época eleitoral ou pós-eleitoral, por exemplo, pode atrasar ainda mais a obtenção de documentos, pois geralmente há mudanças nos cargos de confiança municipais e estaduais. O planejamento legal do seu negócio precisa ocorrer em paralelo com as outras diretrizes do negócio. Não deixe para depois.

– Busque inspiração constante: se você quer ser empreendedor, precisa gostar de negócios. Busque informações sobre grandes empresas e empreendedores que você admira. Vá a feiras e congressos nacionais e internacionais, leia sobre o assunto. A inspiração pode vir até da concorrência, mas não apenas dela. Procure referências em áreas diferentes da sua. Os donos do Starbucks, por exemplo, se espelharam no design da Apple, na inovação da Nike, na logística da Zara, na experiência de ambientes da Walt Disney Company. Aprendendo com os exemplos de outros, você certamente se sentirá mais motivado.

Fonte: revistapegn.globo.com