Os principais erros e acertos no marketing pessoal

O primeiro passo é avaliar se a imagem que você está transmitindo é coerente com quem você é de fato

*Marcelo Olivieri, Administradores.com, 
Marketing Pessoal

Marketing Pessoal (iStock)

 

O marketing pessoal é uma ferramenta estratégica e indispensável para a construção e desenvolvimento de uma carreira de sucesso. No entanto, pouquíssimos profissionais dão a devida atenção para o tema, e um número menor ainda dedica-se de maneira ativa para desenvolver uma imagem positiva perante o mercado. Mas, gerenciá-lo é mais fácil do que se pode imaginar.

O primeiro passo é avaliar se a imagem que você está transmitindo é coerente com quem você é de fato. Não adianta você se comunicar bem e transmitir confiança se tudo isso for apenas da boca para fora. Marketing pessoal não é apenas o que você diz sobre o seu trabalho, mas principalmente o que pessoas que convivem com você pensam ou falam sobre sua personalidade.

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Para isso, é importante ser um bom profissional. Dedique-se para atingir as suas metas no trabalho e busque sempre superá-las. Entregue resultados e seja reconhecido pelos seus feitos. Para se tornar referência, o profissional precisa partir do micro para o macro, ou seja, primeiro ser reconhecido pelos seus pares e superiores. Depois, para a sua área e, posteriormente, para a sua divisão, unidade de negócio e corporação como um todo.

Contudo, não basta ser bom, você precisa ser notado. A exposição na dose certa é essencial para a construção de uma imagem. É importante que as pessoas saibam bem quem você é. Não adianta muito ser um ótimo profissional, mas ninguém perceber isso. Autenticidade e autoconhecimento também fazem a diferença. Uma pessoa autêntica cativa quem está por perto e faz com que você seja visto exatamente pelo que você é, e não pelo que gostaria de ser. Para isso, você precisa se conhecer muito bem para fazer brilhar seus pontos fortes, e minimizar os fracos. 

Outra tática bastante eficiente é o famoso storytelling. Conte sua história de maneira atrativa. Aprenda a falar sobre suas conquistas de forma envolvente e empolgante. Além de prender a atenção das pessoas, você tem muito mais chances de ser lembrado. Para uma entrevista de emprego, por exemplo, é interessante fazer um resumo sobre a sua carreira. Pense quais foram os seus principais projetos realizados, os resultados atingidos e quais foram as principais lições aprendidas. Isso pode facilitar muito o seu desempenho, além de despertar interesse no entrevistador e te deixar mais tranquilo durante a conversa.

Procure identificar ainda o seu maior diferencial. Busque reconhecer o seu melhor e investir nele de modo estratégico. Esse diferencial pode estar em destaque no currículo ou no início do seu discurso. Se tiver algo exclusivo, invista sem medo. As chances de começar a ser reconhecido e admirado por isso são grandes. Por outro lado, tome cuidado com o “overposting”, ou seja, a imensa quantidade de posts sobre um determinado assunto ou pessoa. Superexposição não favorece ninguém. Estude a hora certa de se expor e como fazer isso da melhor forma. Caso contrário, você pode se tornar a “pessoa chata” que tenta “se vender” o tempo todo ou pode ser visto como um profissional carente, que precisa ser sempre parabenizado. 

Lembre-se que não adianta aparecer apenas por aparecer. O profissional precisa ter algo para mostrar, alguma coisa relevante, que seja reconhecida. Você está em um ambiente de trabalho e não em um show de talentos. Cuidado também para não se apropriar de ideias de outras pessoas para buscar reconhecimento próprio. Isso demonstra uma falha de caráter. Além de antiética, essa atitude pode destruir sua credibilidade. Evite ainda bajulações com a chefia. O seu objetivo deve ser apenas mostrar a qualidade do seu trabalho e criar bons relacionamentos. 

Por fim, defina onde você quer chegar e de que forma quer ser reconhecido. Invista em sua carreira, aprenda e reaprenda a ser bom no que faz continuamente. Reconheça os seus erros, aprenda com eles e busque corrigi-los. Crie uma rede de relacionamento para troca de experiências, boas práticas e conhecimentos. E, não se esqueça de que a construção de uma marca pessoal é constante. Mesmo quando sua imagem já é positiva, você precisa se atualizar com as inovações e tendências do seu mercado para continuar sendo visto como uma autoridade no assunto. Tome muito cuidado com a zona de conforto e invista sempre em você! 

Marcelo Olivieri — Bacharel em psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment.

Fonte: Administradores.com

5 mentiras sobre networking que você precisa esquecer agora

Se você quer realmente tirar um bom proveito da sua rede de contatos profissionais, precisa abandonar de vez estas ideias.

Networking

Networking (Foto/Thinkstock)

Networking é uma daquelas palavras da moda que, apesar de usadas por muita gente, têm um significado pouco claro para a maioria.

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Não é raro que o conceito criado nos Estados Unidos se confunda com falsidade na cabeça do brasileiro, pouco acostumado à ideia de que alguém pode construir uma relação com um objetivo — atrair oportunidades profissionais, no caso — sem ser interesseiro.

De acordo com Lygia Pontes, consultora e professora de networking na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing),  trata-se de uma relação como qualquer outra. “Assim como você faz com amigos e familiares, você precisa ser sincero, ouvir, estar disponível, é o extremo oposto da falsidade”, diz ela.

Outra confusão frequente é achar que networking é algo que só beneficia justamente um dos lados. Na verdade é uma troca, uma parceria com vantagens mútuas, afirma Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento e Conteúdo para Executivos).

Uma rede de contatos só funciona quando se estabelece como via de mão dupla: você ajuda o outro e, eventualmente, será ajudado por ele no futuro.

Para extrair bons frutos do networking é preciso abandonar algumas crenças comuns sobre o tema. Veja 5 deles, lembrados pelos especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Networking não é necessário quando você é competente

Um engano comum é acreditar que bons profissionais acabam sendo reconhecidos mais cedo ou mais tarde pelo mercado — o que os dispensaria de investir em relacionamento para se dar bem. A professora Lygia Pontes, da ESPM, diz que nenhuma reputação se sustenta quando não há competência, mas que ser bom também não é suficiente: é preciso ativamente lembrar os outros desse fato.

Daí a importância do marketing pessoal dentro e fora da empresa em que você trabalha. “Você precisa se relacionar para estar sempre na cabeça das pessoas, assim como um anunciante que paga para aparecer na TV ”, compara a especialista.

2. Você não precisa fazer networking se está feliz no seu emprego

Construir uma rede de contatos profissionais é um investimento de longo prazo. Isso significa que é preciso cuidar dos seus relacionamentos não apenas quando você está insatisfeito ou desempregado, mas também quando a sua carreira está indo de vento em popa.

O networking não funciona como um interruptor de luz – algo que pode ser ligado ou desligado a qualquer momento, quando convém. “Invista na sua rede sempre, independentemente do momento que você está vivendo”, diz Fabrício Barbirato, do IDCE. “Procurar ajuda só quando a situação aperta dificilmente terá resultado”.

3. Introvertidos não conseguem fazer networking

Quando o assunto é relacionamento, ouvir é mais importante do que falar. Por isso, os “quietinhos” não devem nada aos “populares”. Eles só estariam em desvantagem se obter sucesso na tarefa dependesse meramente de falar, falar e falar sobre si mesmo — o que não é o caso.  “Fazer networking significa estar aberto ao outro, ter interesse nas suas realizações, estar disposto a ouvi-lo, e não só tagarelar sobre as suas habilidades”, afirma Pontes.

Segundo Maurício Cardoso, co-fundador do Clube do Networking, os introvertidos costumam se diferenciar pela profundidade, constância e sobretudo pela escuta — que são valores essenciais para conquistar o respeito do mercado. Sua única dificuldade está no primeiro contato, mas isso pode ser facilmente driblado com algumas técnicas simples.

4. Dá para fazer networking pelas redes sociais

Ferramentas como o LinkedIn e até o Facebook podem ser incrivelmente úteis para manter os seus contatos profissionais sempre aquecidos. Mas a facilidade trazida pela internet não pode se transformar em vício. Afinal, o contato presencial, olho no olho, proporciona vantagens que nenhum chat online jamais irá possibilitar.

Segundo Pontes, redes sociais podem ser usadas para preservar e em alguns casos iniciar relacionamentos, mas não devem substituir os encontros. As melhores parcerias que você vai estabelecer na vida serão feitas diante de uma xícara de café, e não atrás da tela de um computador.

5. Fazer networking é “puxar o saco”

Bajular uma pessoa com a intenção de extrair dela alguma vantagem profissional é uma das piores atitudes que você pode tomar na carreira. “É preciso ser interessante e se mostrar interessado, mas nunca ser interesseiro”, ensina a professora da ESPM.

Barbirato lembra que o networking é feito de atitudes práticas para ajudar o outro, e não de elogios vazios para acariciar seu ego. “O puxa-saco só engana a si mesmo, porque as suas intenções serão percebidas cedo ou tarde”, diz Barbirato. Em tempo: ainda que ele não seja desmascarado, a simples bajulação não irá conquistar a confiança de ninguém.

Fonte: exame.abril.com.br

Cuidados com sua presença digital e reputação online

Você pensa que suas postagens nas redes sociais não interferem na sua imagem profissional? Engana-se. Seja na busca por um emprego, seja para firmar uma parceria de negócios, sua reputação digital lhe precede. Neste novo vídeo, Daniela Viek traz dicas importantes sobre o tema.

Fonte: Administradores.com

16 dicas para não queimar sua imagem nas redes sociais

Para não cair em armadilhas e correr o risco de virar meme, siga as regras para preservar (e melhorar) sua imagem virtual.

Muita gente perde o controle porque embarca no que John Suler, professor da Universidade de Rider, em Nova Jersey, apelidou de “efeito da desinibição online”, que consiste na impressão de que estar atrás de uma tela significa o anonimato. A falsa proteção aumenta a vontade de se expressar e instiga a agressividade.

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Como as redes funcionam como uma vitrine, esse impulso comunicativo pode manchar a reputação na vida profissional. Engana-se quem pensa que os recrutadores ignoram os perfis sociais, como Facebook, Instagram e Twitter. Segundo um estudo do CareerBuilder, site americano de recrutamento, 51% dos 2 138 empregadores entrevistados desistem de contratar um candidato após verificar suas postagens.

Mesmo quem não está atrás de emprego deve tomar cuidado: chefes e colegas observam como andam as publicações alheias. “Uma atitude inflexível em uma discussão online passa a imagem de um profissional que não sabe trabalhar em equipe”, diz Luís Testa, da Catho, site de recrutamento, de São Paulo.

Para não cair em armadilhas e correr o risco de virar meme, siga as regras para preservar (e melhorar) sua imagem virtual.

1- Use ferramentas de privacidade

A lista de amigos não é homogênea: tem chefes, ex-chefes, colegas e pessoas mais íntimas. Cada grupo pede um tipo diferente de mensagem. O Facebook cria filtros e listas que podem ser aplicados nos posts. Isso permite que alguém selecione só os amigos para compartilhar a foto do Réveillon, e só os colegas quando quiser postar um texto corporativo.

2 – Pense antes de publicar

As linhas do tempo são lotadas de informações. Mas nem todas foram revisadas antes de ser publicadas. A consequência? Posts com informações falsas e erros de português. “Não é porque a internet é veloz que temos de nos posicionar com a mesma rapidez”, diz Bia Granja, do site Youpix, especializado em internet.

3- Reclame na medida

As redes sociais viraram um grande SAC da vida, com gente que usa os perfis só para desabafar. Reclamar de vez em quando é normal, mas ser resmungão transmite uma imagem ruim. “Nenhum recrutador verá com bons olhos uma pessoa que está o tempo todo insatisfeita com tudo”, diz Ana Luiza Mano, fundadora do grupo Psicólogos da Internet, de São Paulo.
4- Diminua a ostentação

Há a impressão de que, na internet, todo mundo é feliz e só faz coisas incríveis. Postar imagens de viagens, restaurantes, sapatos novos e festas em excesso passa a impressão de ostentação.

O marketing pessoal exagerado não cola. Profissionais que se autopromovem assim dão a entender que não assumem falhas.

5 – Pegue leve nas críticas às empresas

Todo cliente lesado por algum serviço ou produto tem o direito de ficar bravo e reclamar. Desde que seja no lugar certo. Melhor falar sobre o problema com a empresa ou em sites voltados para reclamações.

Por mais que esteja irritado, mantenha a cordialidade: pode ser que, daqui a um tempo, você pleiteie uma vaga na empresa com a qual brigou.

6- Lembre-se que a zoeira tem limites

Até os mais bem-humorados precisam ter noção. Às vezes, uma piada pode ofender — mesmo que essa não tenha sido a intenção. Avalie o tom do post e nunca faça comentários ofensivos disfarçados de piadas.

Brincar com as minorias está fora de cogitação: as empresas valorizam quem sabe lidar com a diversidade.

7 – Analise as redes

Cada rede tem um perfil específico que deve ser levado em conta. Não pega bem postar convite para seu aniversário no LinkedIn ou compartilhar seu currículo no Facebook.

8 – Publique com moderação
Crie uma rotina para seus posts e uma frequência tolerável para se expor online. Quem escreve demais parece que está viciado, comportamento que pode prejudicar a produtividade e ser malvisto pelos chefes.

9 -Seja coerente

As redes sociais devem refletir quem você é na vida real. Não adianta se esconder atrás da tela e criar uma imagem diferente da mostrada no trabalho.

As pessoas percebem a incoerência e ficam em dúvida sobre a personalidade. Preste atenção também nos seus contatos: não adianta tomar cuidado com o perfil se todos os seus amigos parecem ser exatamente o contrário de quem você é.

10 – Saiba que o anonimato é lenda

Antes de publicar qualquer coisa, imagine se teria coragem de dizer aquilo pessoalmente, sem se envergonhar ou se arrepender no futuro. Na dúvida, apague o que escreveu. Essa atitude demonstra maturidade e o entendimento de que nem tudo precisa ser compartilhado.

11 – Controle as emoções

Todo mundo perde a cabeça e fala bobagem. Só que na internet o escorregão, às vezes, fica imortalizado. Respire fundo antes de se manifestar. Responder com classe a uma provocação impressiona os chefes, pois significa inteligência emocional.

12 – Evite falar sobre sua empresa

Se estiver com um problema no seu trabalho, não espalhe nas redes. Fazer isso não soluciona nada e só gera mal-estar — além de mostrar que o profissional não tem maturidade para chamar o chefe para conversar e tentar resolver a questão.

13- Cuidado com a linguagem

Vários mal-entendidos ocorrem porque as palavras para certos posts não foram bem escolhidas e possuem um tom indelicado ou irritado. Evite caixas altas, por exemplo, que são consideradas gritos na internet.

14 – Mantenha a discrição

Se a discussão com um de seus contatos ficar mais séria, opte por uma conversa particular para evitar a exposição de seus problemas ou pontos de vista polêmicos. Discrição na hora de resolver pendências é uma competência essencial em momentos de crise.

15- Leia a política de privacidade

As empresas têm regras claras para o uso das redes sociais no ambiente corporativo. Descobrir qual é o código de conduta adotado pelo local onde trabalha minimiza erros, como compartilhamento de informações sigilosas.

16 – Saia da bolha

A dinâmica das redes contribui para que apenas conteúdo parecido com o que você posta apareça na linha do tempo. Isso colabora para que as pessoas ignorem que existem opiniões e assuntos diferentes.

É importante dar valor a informações que não fazem parte do dia a dia.

Fonte: exame.abril.com.br

Currículos incomuns e (muitas vezes) eficazes

Raramente um currículo é diferente do outro, mas às vezes, as pessoas inovam para se sobressair.  Esta é a razão pela qual Alain Ruel apostou em 2011 em vender o seu como se fosse um anúncio de uma liquidação.

A estratégia garantiu a ele um contrato e, de quebra, a criação de um site destinado a reunir e premiar os curriculum vitae (CV) mais insólitos.

Um CV impresso em uma lata de conservas, um ‘pack’ de cervejas, um videogame inspirado em Pokémon e o anel gravado “comprometa-se comigo” – profissionalmente -, mostram que as soluções reunidas na página CV-Originaux (Currículos originais) não têm limites. A eficácia nem tanto.

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“O objetivo da página é reunir currículos insólitos e analisá-los junto a candidatos e empregadores para mostrar ao internauta as chaves para um bom CV”, explicou Ruel à Agência Efe.

E embora a originalidade não tenha porque ser um “fator-chave”, dois em cada três currículos não convencionais obtém uma entrevista, revelou um estudo produzido pelo próprio Ruel.

Segundo a pesquisa, 44% destes candidatos bem-sucedidos tem como elemento “decisivo” em sua contratação o CV original.

Yves Bonneyrat não faz mais parte dessa porcentagem. Após “se apaixonar” por uma marca de batatas fritas, este comerciante de 43 anos colocou em seu CV sua imagem em um das embalagens e em seguida enviou para a empresa.

“A paixão por estas deliciosas batatas e meu instinto comercial despertaram minha curiosidade”, declarou Bonneyrat à CV-Originaux após admitir que descartou “se disfarçar de batata gigante”.

A marca reconheceu sua curiosa proposta através de uma mensagem em sua conta no Twitter em que elogiou o entusiasmo de Bonneyrat para conseguir um posto na empresa.

O certo é que em tempos de crise “é vital se sobressair para que pelo menos possa servir de passaporte para uma entrevista, mesmo que um CV original não se traduza diretamente em um contrato”.

Mas às vezes acontece, como ao próprio Ruel. “Seis meses antes de me formar decidi oferecer meu ‘CV em liquidação'”, assinalando que não se tratava tanto de valorizar suas competências, mas de se promover através da incomum “estratégia de comunicação”.

A ideia desencadeou um redemoinho midiático que consolidou um atônito Ruel de “candidato em liquidação” para um guru do engenho na liderança de uma geração sitiada pela crise no mercado de trabalho.

“Não era minha intenção”, admitiu, ao revelar o final de um episódio que terminou com um contrato fixo antes mesmo de se formar.

Para além da curiosidade, os CV extravagantes não deixam de ser um método entre muitos para explorar os sete segundos, em média, que um recrutador dedica a cada currículo.

Redes sociais e portais de emprego se mobilizam para maximizar as possibilidades de um CV e iluminam uma tendência em alta: os currículos em formato de vídeo.

O diretor de recursos humanos da Page Personnel, Jean-Philippe da Tour du Pin, acha que um currículo filmado “nunca deveria substituir o tradicional”.

“Também não convém utilizar uma ‘selfie’ na foto de apresentação”, acrescentou.

Enquanto isso, a página de Ruel continua crescendo e pretende criar uma versão em inglês e outra em espanhol. “A imaginação não tem limites”, concluiu. EFE

Fonte: br.noticias.yahoo.com